Se depender das grandes farmacêuticas, opção de tratamento é que não vai faltar…
Um relatório divulgado esta semana pelas empresas farmacêuticas dos Estados Unidos afirma que, no momento, 180 novos medicamentos para o combate ao diabetes estão em estágios avançados de desenvolvimento.
O documento, assinado pela Pharmaceutical Research and Manufacturers of America (PhRMA), revela que, destes 180, 100 deles (55.5%) são voltados ao tratamento do diabetes tipo 2 e 30 (16.6%) para o diabetes tipo 1. Os outros 52 medicamentos servem para cuidar de complicações do diabetes.
Entre as novidades divulgadas pelo relatório estão um tratamento que estimula e melhora a regeneração das células-beta – que são as células do pâncreas que produzem insulina -, o que pode vir a se tornar uma opção substancial para cuidar do diabetes tipo 1. Outro destaque é um medicamento para diabéticos tipo 2 que melhora a secreção natural de insulina pelo organismo.
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A PhRMA afirma que todos estes 180 novos medicamentos estão ou em fase de testes clínicos ou esperam o aval da Food and Drug Administration (correspondente norte-americana à nossa ANVISA) para comercialização.
Vale lembrar que apenas uma parcela destes 180 medicamentos deve chegar, de fato, às prateleiras das farmácias. Historicamente, a taxa de eficiência de remédios antidiabéticos em testes clínicos não é das mais altas, e boa parte deles são reprovados.
SAÚDE CUSTA CARO, ATÉ NOS EUA
De acordo com o documento da PhRMA, de 2007 a 2012 os custos de tratar o diabetes nos EUA subiram 41%, passando de R$415 milhões para quase R$585 milhões anuais. Desta cifra, R$165 milhões são perdidos a cada ano pela queda de produtividade de pacientes diabéticos.
+ VEJA TAMBÉM: “Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly“
De acordo com um representante da PhRMA, “Muitos dos custos associados ao tratamento do diabetes podem ser evitados. Uma melhor aderência aos medicamentos é uma grande oportunidade para alcançar melhores resultados para os pacientes e maior valor para o sistema de saúde”, afirmou o diretor executivo John Castellani.
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terça-feira, 8 de abril de 2014
180 novos medicamentos para diabetes estão sendo testados
Relatório das indústrias farmacêuticas norte-americanas revela que o mercado para diabetes está mais quente do que nunca.
Se depender das grandes farmacêuticas, opção de tratamento é que não vai faltar…
Um relatório divulgado esta semana pelas empresas farmacêuticas dos Estados Unidos afirma que, no momento, 180 novos medicamentos para o combate ao diabetes estão em estágios avançados de desenvolvimento.
O documento, assinado pela Pharmaceutical Research and Manufacturers of America (PhRMA), revela que, destes 180, 100 deles (55.5%) são voltados ao tratamento do diabetes tipo 2 e 30 (16.6%) para o diabetes tipo 1. Os outros 52 medicamentos servem para cuidar de complicações do diabetes.
Entre as novidades divulgadas pelo relatório estão um tratamento que estimula e melhora a regeneração das células-beta – que são as células do pâncreas que produzem insulina -, o que pode vir a se tornar uma opção substancial para cuidar do diabetes tipo 1. Outro destaque é um medicamento para diabéticos tipo 2 que melhora a secreção natural de insulina pelo organismo.
+ SAIBA MAIS: “Metformina “aditivada” em breve nas farmácias“
A PhRMA afirma que todos estes 180 novos medicamentos estão ou em fase de testes clínicos ou esperam o aval da Food and Drug Administration (correspondente norte-americana à nossa ANVISA) para comercialização.
Vale lembrar que apenas uma parcela destes 180 medicamentos deve chegar, de fato, às prateleiras das farmácias. Historicamente, a taxa de eficiência de remédios antidiabéticos em testes clínicos não é das mais altas, e boa parte deles são reprovados.
SAÚDE CUSTA CARO, ATÉ NOS EUA
De acordo com o documento da PhRMA, de 2007 a 2012 os custos de tratar o diabetes nos EUA subiram 41%, passando de R$415 milhões para quase R$585 milhões anuais. Desta cifra, R$165 milhões são perdidos a cada ano pela queda de produtividade de pacientes diabéticos.
+ VEJA TAMBÉM: “Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly“
De acordo com um representante da PhRMA, “Muitos dos custos associados ao tratamento do diabetes podem ser evitados. Uma melhor aderência aos medicamentos é uma grande oportunidade para alcançar melhores resultados para os pacientes e maior valor para o sistema de saúde”, afirmou o diretor executivo John Castellani.
Se depender das grandes farmacêuticas, opção de tratamento é que não vai faltar…
Um relatório divulgado esta semana pelas empresas farmacêuticas dos Estados Unidos afirma que, no momento, 180 novos medicamentos para o combate ao diabetes estão em estágios avançados de desenvolvimento.
O documento, assinado pela Pharmaceutical Research and Manufacturers of America (PhRMA), revela que, destes 180, 100 deles (55.5%) são voltados ao tratamento do diabetes tipo 2 e 30 (16.6%) para o diabetes tipo 1. Os outros 52 medicamentos servem para cuidar de complicações do diabetes.
Entre as novidades divulgadas pelo relatório estão um tratamento que estimula e melhora a regeneração das células-beta – que são as células do pâncreas que produzem insulina -, o que pode vir a se tornar uma opção substancial para cuidar do diabetes tipo 1. Outro destaque é um medicamento para diabéticos tipo 2 que melhora a secreção natural de insulina pelo organismo.
+ SAIBA MAIS: “Metformina “aditivada” em breve nas farmácias“
A PhRMA afirma que todos estes 180 novos medicamentos estão ou em fase de testes clínicos ou esperam o aval da Food and Drug Administration (correspondente norte-americana à nossa ANVISA) para comercialização.
Vale lembrar que apenas uma parcela destes 180 medicamentos deve chegar, de fato, às prateleiras das farmácias. Historicamente, a taxa de eficiência de remédios antidiabéticos em testes clínicos não é das mais altas, e boa parte deles são reprovados.
SAÚDE CUSTA CARO, ATÉ NOS EUA
De acordo com o documento da PhRMA, de 2007 a 2012 os custos de tratar o diabetes nos EUA subiram 41%, passando de R$415 milhões para quase R$585 milhões anuais. Desta cifra, R$165 milhões são perdidos a cada ano pela queda de produtividade de pacientes diabéticos.
+ VEJA TAMBÉM: “Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly“
De acordo com um representante da PhRMA, “Muitos dos custos associados ao tratamento do diabetes podem ser evitados. Uma melhor aderência aos medicamentos é uma grande oportunidade para alcançar melhores resultados para os pacientes e maior valor para o sistema de saúde”, afirmou o diretor executivo John Castellani.
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