segunda-feira, 11 de abril de 2016

5 DICAS PARA GERENCIAR O SEU DIABETES

Diabetes pode ser comum, mas isto não faz a vida de ninguém mais fácil. Embora não exista uma cura para o diabetes, as pessoas que o têm devem aprender a controlá-lo, a fim de se manter saudável. A endocrinologista Dra. Laticia Valle oferece estas cinco dicas para o gerenciamento de diabetes. Conheça a sua diabetes. Eduque-se. Descubra se você tem diabetes tipo 1 ou tipo 2, e em seguida, participe de um programa de educação em diabetes . Quanto mais você conhecer e entender sobre o diabetes melhor equipado você estará para cuidar bem de si mesmo. Siga as orientações médicas. Se o seu médico receitar determinada medicação, tome exatamente como estiver prescrito. Isto é essencial para estabilizar a sua doença. Se você se equivocou e não tomou corretamente, ou você não entendeu as instruções, fale honestamente com o seu médico sobre isso. Não tenha medo de pedir ajuda. Faça a sua parte. Fazer atividade física faz com que o corpo fique mais sensível à insulina, portanto adicione algum exercício em sua rotina diária. Uma simples caminhada de 10 minutos depois de cada refeição pode melhorar o seu nível de açúcar no sangue e também é ótimo para o seu coração e pressão arterial. Emagreça. A perda de peso, mesmo que modesta, 10% sobre seu peso total – pode ter um impacto positivo sobre o açúcar no sangue. Fazer pequenas mudanças, como alguns passeios curtos a cada dia ou escolher beber água em vez de refrigerantes açucarados pode levar a grandes mudanças ao longo do tempo. Faça seus exames. Tente atingir as metas de A1c como estabelecidas pelo seu médico. Este simples exame de sangue fornece um quadro preciso dos seus níveis de açúcar no sangue durante um período de três meses. É uma das melhores maneiras de controlar o açúcar no sangue e saber se este controle está funcionando corretamente. Laticia A. Valle, MD , especializada na gestão e no diagnóstico de endocrinologia geral da UR Medicina Highland Hospital. Ela cuida de pessoas com distúrbios do diabetes, tireoide, supra-renais, ósseos e pituitária.

PESQUISA REVELA QUE PESSOAS COM DIABETES TIPO 1 VIVEM 12 ANOS A MENOS QUE A POPULAÇÃO EM GERAL

A diabetes tipo 1 diminui em 12 anos a expectativa de vida de uma pessoa, de acordo com novo estudo. O número chocante para esta condição, em que 78.000 crianças em todo o mundo são diagnosticados a cada ano, não melhorou desde a década de 1990. Os pesquisadores examinaram a expectativa de vida de pacientes com diabetes tipo 1 na Austrália entre os anos de 1997 a 2010. Embora a expectativa de vida tenha melhorado marginalmente ao longo do período, ela aumentou não mais do que a esperança de vida para o resto da população, o que significa que a diferença permaneceu a mesma. A equipe, do Instituto de Diabetes, em Melbourne, descobriu que as pessoas com diabetes tipo 1 tinham uma expectativa de vida de 68,6 anos, o que era 12,2 anos a menos do que a população em geral. Diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune e irreversível que que costuma ser diagnosticada na infância, que faz parar a produção de insulina pelo corpo. A sua causa é desconhecida, mas acredita-se ser genética. Ao contrário da diabetes tipo dois, a do tipo um não tem nada a ver com o estilo de vida. Os autores, que publicaram o estudo na revista Diabetologia, disseram: “O início precoce da diabetes tende a ser um preditor de mortalidade prematura”. “As mortes por doenças circulatórias, endócrinas e doenças metabólicas são as que mais contribuíram para a mortalidade precoce em pessoas com diabetes tipo 1”. “Para melhorar a expectativa de vida, uma maior atenção deve ser dada tanto às complicações metabólicas quanto às complicações cardiovasculares crônicas provenientes do diabetes tipo um”. “A incapacidade de enfrentar qualquer um dos dois problemas vai continuar a deixar os pacientes diabéticos do tipo 1 em risco de mortalidade prematura”. Eles acrescentaram: “Como este é um estudo baseado em uma amostra dos registros de âmbito nacional contemporâneo de pessoas com diabetes tipo um, os resultados são susceptíveis de serem aplicáveis a outros países ocidentais semelhantes”. Em um artigo de comentário relacionado, o Dr. Lars Stene, do Instituto Norueguês de Saúde Pública, em Oslo, disse: “Parece que a diferença na expectativa de vida se manteve praticamente inalterada desde a virada do milênio”. “Houve um aumento considerável na expectativa de vida da população em geral da Suécia, Austrália e outros países, em parte devido a uma redução na mortalidade cardiovascular”. “Gestão de risco cardiovascular é uma parte integrante dos cuidados da diabetes, e é provável que os pacientes com diabetes tipo 1 tenham desfrutado de alguns dos desenvolvimentos benéficos que não envolvem apenas o controle de açúcar no sangue”. Karen Addington, chefe executivo para a diabetes tipo 1 da entidade britânica JDRF, disse: “A expectativa de vida para as pessoas com o tipo 1 da diabetes tem melhorado nos últimos anos, graças às pesquisas médicas de novos tratamentos como a produção de novas insulinas, bombas e monitores contínuos de glicose”. “Mas o impacto destes novos elementos não serão vistos em números de expectativa de vida por alguns anos ainda”. “No entanto, estes números mostram que o fosso entre as pessoas com diabetes do tipo 1 e o resto da população em geral não está se fechando tão rapidamente como nós, e todos com diabetes do tipo 1 desejamos”.

NOVA TÉCNICA DE REPRODUÇÃO DE CÉLULAS BETA TRAZ ESPERANÇA PARA QUEM TEM DIABETES TIPO 1

Martin Fussenegger em seu laboratório na ETH Zurich, é pioneiro no campo da biologia sintética Se um doente recebe o diagnóstico diabetes tipo 1, logo em seguida a sua capacidade de produzir insulina é inibida, geralmente por uma perda de células beta no pâncreas. Os pesquisadores vêm procurando novas formas de repor a população de células perdida, mas o processo é difícil, exigindo frequentemente que o sistema imunológico do paciente venha a ser suprimido, para ser eficaz. Pesquisadores liderados por Martin Fussenegger, professor de Biotecnologia e Bioengenharia do Departamento de Bio-sistemas Ciência e Engenharia em Basel da ETH Zurich, realizaram um feito que muitos especialistas tinham até agora considerado impossível: extraíram células-tronco a partir do tecido adiposo de um sujeito de 50 anos e aplicaram a reprogramação genética para torná-las maduras como células beta funcionais. Os pesquisadores começaram por extrair células-tronco endógenas de depósitos de gordura do paciente. Em seguida, num ambiente de laboratório, uma rede sintética complexa de genes, o que os pesquisadores se referem como software genético, foi aplicado às células, recriando o padrão de fatores de crescimento envolvidos no processo de maturação. O software genético funciona aumentando e diminuindo as concentrações de três fatores de crescimento essenciais chamados Ngn3, Pdx1 e AFP. controlando cuidadosamente as concentrações e, de acordo com os pesquisadores, sendo a chave para induzir as células colhidas a se tornarem células beta. Por exemplo, o AFP não está presente no início do processo, mas após cerca de quatro dias, aumenta dramaticamente, com as concentrações, permanecendo, em seguida, em nível elevado para o resto do desenvolvimento. O software genético representa um grande passo à frente, com tais processos sendo previamente tratados através da adição manual das quantidades certas de componentes ao longo do crescimento. Tal prática era difícil de acertar, e não é adequado para uso generalizado. As células beta produzidas pelos pesquisadores da ETH Zurique se mostraram ser semelhantes aos seus homólogos de ocorrência natural em aparência e função. Elas contêm manchas escuras – conhecido como grânulos – onde a insulina é armazenada, e a função geral das células é a mesma, embora elas não secretem insulina em tão grande quantidade quanto as células naturais. Talvez a vantagem mais significativa deste novo tratamento será a não supressão do sistema imunológico do paciente, como seria o caso se algum tecido estranho estivesse sendo usado. As células podem ser colhidas à partir do paciente, por engenharia em células beta, e inseridas de volta para eles sem o risco de rejeição associados com algum material estranho. Ainda assim, embora esses resultados sejam extremamente positivos, há muito mais trabalho a ser feito. Até agora, as células beta modificadas foram produzidas apenas numa placa de Petri. Agora que o método do software genético se mostrou eficaz em tal ambiente, mais estudos clínicos podem ser considerados. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Nature Communications .

quinta-feira, 3 de março de 2016

Nova tecnologia cria biscoitos que poderiam substituir as injeções diárias de insulina

Uma espécie de biscoito wafer que adere ao interior da bochecha poderia banir a necessidade de injeções diárias de insulina em pessoas com diabetes. O método contém aproximadamente a mesma dose de insulina normalmente administrada através de uma agulha, e os estudos iniciais sugerem que o hormônio funcionaria de forma muito mais efetiva. A bolacha, conhecida como MSL-001, fornece insulina rapidamente através dos milhares de pequenos vasos sanguíneos capilares, que revestem a superfície interior da bochecha e a parte inferior da língua. As finas paredes capilares podem absorver rapidamente o medicamento. Os diabéticos precisam que a insulina seja absorvida rapidamente para evitar picos de açúcar no sangue depois de refeições. Espera-se que essa nova tecnologia possa ajudar milhares de pacientes que não gostam de usar agulhas para administrar a insulina várias vezes ao dia. A insulina, que é produzida pelo pâncreas, ajuda as células a absorver o açúcar do sangue para queimar como uma fonte de combustível. Em pessoas com diabetes tipo 1, o pâncreas não produz insulina suficiente. Nos pacientes com diabetes tipo 2, a pouca quantidade produzida ou as células tornam-se resistentes aos seus efeitos. Sem os níveis adequados de insulina, altos níveis de açúcar no sangue danificam os vasos capilares que alimentam os principais órgãos e obstruem o fluxo de sangue, causando danos irreversíveis. A diabetes tipo 1 tende a afetar os jovens, podendo ser acionada pelo ataque do sistema imunológico às células produtoras de insulina. O tratamento envolve a reposição da insulina. A diabetes tipo 2 é mais comum e associada à obesidade e falta de atividade física. Embora possa ser controlada através de mudanças na dieta, tais como a redução de alimentos gordurosos, e medicamentos como a metformina – que baixa os níveis de açúcar no sangue – quanto maior a idade de alguém, maior é a necessidade de insulina. Há anos os cientistas tentam encontrar formas alternativas de fornecer insulina. Pílulas se mostraram complicadas, pois a insulina é uma proteína que seria dissipada no estômago e no intestino delgado antes de ser liberada no sangue. O novo wafer – pequeno tablete que se dissolve na boca – foi desenvolvido pela empresa Midatech, com sede em Oxford, na Inglaterra. Ele é absorvido dentro de 30 segundos, liberando milhares de minúsculas partículas de ouro que ajudam o transporte de insulina através das aberturas nas paredes dos vasos sanguíneos. Uma vez absorvidas, as partículas separam o ouro nos rins, onde serão liberados pela urina, enquanto a insulina é liberada para reduzir o açúcar no sangue. Um estudo inicial, feito no ano passado, em 27 pacientes com diabetes tipo 1, mostrou que a insulina do wafer foi absorvida mais rapidamente do que quando injetada, sem efeitos colaterais, de acordo com uma apresentação na conferência American Diabetes Association. Um estudo está em andamento em 12 pacientes de diabetes tipo 1, na Austrália, que serão monitorados usando o biscoito, e depois, usando insulina injetada, para verificar se há uma diferença na forma como os níveis de açúcar no sangue são controlados e o risco de complicações. Philip Home, um professor de medicina diabetes da Universidade de Newcastle, disse que o biscoito poderia controlar picos de açúcar no sangue após as refeições porque a insulina é absorvida mais rapidamente do que através de injeções. Mas ele alertou que, em algumas pessoas, a dose consumida via oral poderia não atingir a corrente sanguínea – onde ela é necessária. O que talvez signifique que diabéticos poderiam necessitar de doses muito maiores do que as presentes nos wafers para garantir a entrada de quantidades adequadas na corrente sanguínea. [ Daily Mail ] [ Foto: Meramente Ilustrativa / health-friends ]

Identificado fator que pode desencadear diabetes tipo 1

Investigadores americanos identificaram uma nova classe de antigénios que pode contribuir para o desenvolvimento da diabetes tipo 1, refere um estudo publicado na revista “Science”. A diabetes tipo 1 é uma doença autoimune na qual as células beta produtoras de insulina do pâncreas são destruídas pelas células do sistema imunológico, especialmente os linfócitos T. A insulina é a hormona que regula os níveis de glucose no sangue e sem ela desenvolve-se a doença que pode colocar a vida em perigo. Atualmente não existe cura para a diabetes tipo 1. Os antigénios para os linfócitos T são fragmentos proteicos, peptídeos, que têm de ser reconhecidos e apresentados aos linfócitos pelas células apresentadoras de antigénios. Habitualmente, os linfócitos TCD4 respondem a antigénios estranhos, como os peptídeos virais. Contudo, no âmbito das doenças autoimunes os linfócitos T respondem a antigénios produzidos pelo próprio organismo. Estas proteínas e peptídeos são conhecidos por autoantigénios. Quando os linfócitos T autoreativos encontram o seu antigénio são ativados e podem iniciar a doença. Ao identificar esses antigénios, os investigadores poderão ser capazes de utilizar essa informação para detetar precocemente linfócitos T autoreativos ou os indivíduos que têm risco elevado de doença. Deste modo, se forem capazes de utilizar os antigénios para inativar os linfócitos T destruidores, poderá ser possível prevenir a doença. Neste estudo, os investigadores da Escola de Medicina da Universidade do Colorado, nos EUA, analisaram frações de células beta que continham antigénios para os linfócitos TCD4 autoreativos de forma a identificar autoantigénios na diabetes tipo 1. Os investigadores identificaram uma nova classe de antigénios que consistem em fragmentos de insulina fundidos com peptídeos e outras proteínas presentes nas células beta. Esta fusão conduz à produção de peptídeos de insulina híbridos que não são codificados pelo genoma de um indivíduo. No caso de os peptídeos no organismo serem modificados, estes tornam-se estranhos para o sistema imunológico, o que pode explicar por que motivo se tornam alvos dos linfócitos T autoreativos. A descoberta dos peptídeos híbridos como alvos do sistema imunológico explica como o sistema imunológico é enganado e acaba por destruir as suas próprias células beta. Na opinião dos autores do estudo esta descoberta pode conduzir ao um melhor conhecimento de outras doenças autoimunes.

INOVADORA DESCOBERTA PODE LEVAR A NOVOS TRATAMENTOS PARA A DIABETES

Por que uma proteína de matar bactérias estaria presente numa área do corpo que normalmente não está exposta a bactérias, como o pâncreas? Pesquisadores do Hospital de Ottawa e da Universidade de Ottawa ficaram intrigados com esta pergunta por algum tempo, até que finalmente descobriram que a proteína em questão estava fazendo algo totalmente inesperado – ela estava realmente ajudando o pâncreas a regenerar e produzir insulina. Esta descoberta revolucionária, recentemente publicada na revista Diabetes, pode levar a novos tratamentos para esta doença devastadora. Mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo têm diabetes, que ocorre quando o corpo não pode controlar adequadamente o nível de açúcar no sangue. Normalmente, a insulina produzida pelo pâncreas controla os níveis de açúcar no sangue, mas as pessoas com diabetes ou não conseguem produzir insulina suficiente ou não conseguem responder adequadamente a ele. Mesmo que os pacientes tomem injeções de insulina, eles ainda enfrentam muitos desafios de saúde, incluindo danos a órgãos. O Dr. Fraser Scott e sua equipe estudaram o diabetes tipo 1, que ocorre quando o sistema imunológico – que supostamente protege o corpo contra os invasores microbianos perigosos – acaba atacando por engano e destruindo as células produtoras de insulina no pâncreas. Ninguém sabe exatamente o que causa isso, mas acredita-se que a genética, a dieta, bactérias e vírus podem desempenhar algum papel. Pesquisa anterior do Dr. Scott sugeriu que uma proteína de matar bactérias chamada cathelicidin peptídeo antimicrobiano (CAMP) pode também desempenhar um papel na diabetes tipo 1, mas não está claro de que forma. “Nós estávamos procurando esta proteína que mata bactérias em várias partes do corpo, e como esperado, encontramos níveis elevados nos tecidos do intestino que são expostos a bactérias”, explicou Dr. Scott, um cientista sênior do Hospital de Ottawa e professor na Universidade de Ottawa. “No entanto, também a encontramos no pâncreas, o que foi um choque completo porque o pâncreas não é normalmente um local exposto a bactérias.” Dr. Scott e sua equipe fizeram mais experiências para tentar determinar o que CAMP estava fazendo no pâncreas e como poderia estar ligada ao diabetes. Eles descobriram que CAMP é produzido pelas mesmas células pancreáticas que produzem insulina em ratos, camundongos e seres humanos. Eles também trataram células pancreáticas no laboratório com CAMP, e descobriram que elas duplicaram a secreção de insulina. Quando eles injetaram essas CAMP em ratos de laboratório propensos à diabetes, eles também encontraram sinais de aumento da regeneração do pâncreas e uma mudança para o surgimento de mais bactérias benéficas no intestino. Eles também descobriram que a expressão genética do CAMP foi menor nos ratos pré-diabéticos do que em ratos normais, com destacando assim seu potencial para o tratamento da doença. “Nosso estudo revela um novo e intrigante papel para esta proteína na função e regeneração do pâncreas, com possíveis ligações com as bactérias do intestino associadas ao diabetes”, disse o Dr. Scott. “Nós certamente ainda não temos todas as respostas, mas nossas descobertas levantam a emocionante possibilidade de novos tratamentos para a diabetes de tipo 1 e tipo 2”.

terça-feira, 1 de março de 2016

Escola particular expulsa crianças com diabetes tipo 1

Recentemente, uma revolta dos pais em uma escola particular filiada-igreja em Charlotte, Carolina do Norte se transformou em um processo sob a lei discriminação da deficiência desse estado. É alegado que duas crianças, uma diagnosticado com uma doença enxaqueca abdominal crônica e um com diabetes tipo 1, tinha sido expulso da escola particular Calvary Church em Charlotte por causa de suas condições. funcionários Calvary Church não se pronunciaram sobre o processo, mas com base em informações fornecidas pelos pais parece que a posição da escola é que o cuidado diário para dois alunos coloca um encargo excessivo para os recursos da escola. A escola não emprega uma enfermeira a tempo inteiro, e é alegado que um professor ameaçou renunciar se o pai da criança com diabetes iria entrar em sala de aula para ajudar com cuidado. Manual de pais da escola, disponível on-line, disse que a escola iria administrar todos os medicamentos de prescrição, se sob as ordens dos médicos e com autorização dos pais. Carolina do Norte lei estatuto reconhece uma obrigação, pelo menos por parte das escolas públicas, para oferecer cuidados para crianças com diabetes, que prevê que "[i] t está dentro do alcance do dever de professores, incluindo professores substitutos, assistentes de professor, professores de estudante , ou qualquer outro funcionário da escola pública, quando autorizado pelo conselho de educação ou de um seu representante, (i) para administrar quaisquer drogas ou medicamentos prescritos por um médico mediante pedido por escrito dos pais ... "o estatuto também fornece um requisito de formação e um" bom Samaritan "escudo de responsabilidade na administração de cuidados. Carolina do Norte está listado no resumo de leis diabetes escola de cuidados estado do Diabetes Associação Americana como um tipo que permita não licenciado, mas treinado e autorizado, pessoal ou voluntários para administrar insulina e executam tarefas de cuidado relacionadas, mesmo que a lei não trata especificamente de cuidados com diabetes. A ação movida pelos pais cita pessoas da Carolina do Norte with Disabilities Act, que espelha o Americans with Disabilities Act no fornecimento de proteção aos indivíduos com algumas condições médicas no emprego, no acesso a acomodações públicas, e no acesso aos serviços e benefícios patrocinados pelo governo. A lei federal chega às escolas, mas inclui certas isenções para as organizações privadas e religiosas. A ação Carolina do Norte destaca a parte da lei estadual que proíbe a discriminação por locais de acomodação pública, que é definido para incluir qualquer instalação ou outro estabelecimento ", que solicita ou aceita o patrocínio ou o comércio de qualquer pessoa." Então, uma pergunta a ser decidiu nesta denúncia será se uma escola privada para 800 crianças e kindergartners é um negócio que oferece os seus serviços e benefícios para o público. Em entrevista por telefone, Josh Van Kampen, um advogado que representa os pais das duas crianças que foram expulsos da escola, disse que a lei estadual "preenche uma lacuna deixada pelos federais [Americans with Disabilities] lei". A denúncia alega que a escola, que reivindica imunidade ao abrigo da lei federal, realiza um serviço que "a esmagadora maioria das escolas comparáveis" na cidade, e sujeita aos requisitos de anti-discriminação federais, executar. Além disso, os estados de reclamação, a escola "poderia cumprir voluntariamente por essas leis que protegem as crianças com deficiência ... [i] t poderia adicionar deficiência à sua política de não-discriminação; ele não tem. Dessa forma, essas famílias se voltam para a lei da Carolina do Norte e este Tribunal de recurso. " O advogado para a escola se recusou a comentar a nação de insulina e outras organizações de notícias sobre o processo, citando a sua preferência não para discutir uma questão em litígio. No tempo de publicação, o prazo para a escola para responder a queixa não tinha chegado. O terno Carolina do Norte irá testar o alcance do direito a educação e anti-discriminação que o estado no ambiente escolar privado.

5 exames importantes para monitorar a diabetes

  Quem precisa realizar um exame para  diabete s conta com uma série de testes que ajudam a monitorar os níveis de glicemia no sangue. Atrav...