No blogger diabete tipo 1, voce encontra receitas de alimentação saudavel e sobre os avanços na medicina para uma qualidade de vida com diabetes
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
DEPOIMENTO!
Me chamo Andrielly Scavello tenho 27 anos, me formei em enfermagem e meu primeiro contato sobre a DM1 foi exatamente na faculdade,estudando através de livros e pesquisas fui adquirindo conhecimentos com a profissão para ajudar meus pacientes.
Por alguns anos sempre sentia alguns sintomas que por muitas vezes passaram-se despercebidos por mim,pelo fato de viver uma rotina de estudos e muito trabalho,que faziam com que eu não me cuidasse,não praticasse exercícios e até mesmo não fizesse um check-up ,que era o mais importante.Irônico isso, por que estudava enfermagem na época e trabalhava numa clinica médica e não me cuidava em nada,só nos últimos casos... Como dizia minha avó"Casa de ferreiro,espeto de pau”.
Então aqueles sintomas que eram despercebidos começaram a ter uma grande intensidade no ponto máximo, fui sozinha ao medico e fiz uma bateria de exames.
No primeiro momento diagnóstico inicial de “pré diabetes” (me encontrava em plena lua de mel) ,tomava alguns comprimidos durante o dia e comecei a reeducar minha alimentação. Confesso que foi a pior parte.Reeducação parecia um obstáculo tão grande que sentia até crises de desconforto por não comer tantos doces como antes,comecei a cortar tudo isso optando por atividade física e alimentação orgânica e saudável. Fiquei por muito tempo assim,aprendendo algumas receitas e fazendo algumas substituições.
Depois que acabou a doce lua de mel,comecei a passar bem mal de verdade,não conseguia segurar um copo,não tinha forças só chorava...Meu médico havia viajado para o exterior e eu não sabia o que fazer, não tinha insulina para tomar por que ele só me deu comprimidos, fiquei com as glicemias por dias e dias na faixa de 400/500 mg/dl, neste meio tempo minha avó estava debilitada á beira da morte, foi tudo ao mesmo tempo, entrei em cetoacidose diabética e parei na emergência. Não conseguia andar,muito tonta e super desidratada,senti aquela sensação de morte vindo em minha direção...
Não conseguia me mexer por que não tinha forças,chegando na emergência acabei desmaiando e perdendo meus sentidos. Fiquei por 2 dias me recuperando em um leito que era vizinho ao da minha avó que estava entre a vida e a morte. Quando acordei senti um novo ânimo pois havia tomado insulina e soro.
O medico chegou de viagem e me receitou a lantus e apidra comecei a usar e fazer contagem de carboidrato,fator de correção e etc...Comecei a fazer terapia para a aceitação da nova vida,confesso que isso me ajudou muito.
Entrei na academia e conversando com o nutricionista resolvemos manter uma dieta protéica que pra nós DM1 é muito boa (caso não haja problemas renais).Fui praticando minha academia e cuidando da alimentação. Apesar de ter insulina e saber contar carboidratos evito comer besteiras, como eventualmente pois ninguém é de ferro , mas de forma moderada e aos fins de semana.
Não sou perfeita em meus controles, tenho altos e baixos, porém me esforço para ter boas glicemias. Acho que o tratamento DM é basicamente 50% do paciente e 50% do medico. Se dedicando, dialogando com o médico e fazendo sua parte conseguimos bons resultados. Sou prova disso!
Falando de tratamento, vou ressaltar minha mais nova experiência com o DM, quem sabe pode ajudá-los...
Sempre mantive minha glicada em 6,6% e em pouco tempo ela foi pra 7,8%, aquilo me assustou, nos últimos meses me sentia cansada, fraca e sem ânimo para treinar. Eu e meu endocrino conversamos muito, precisávamos descobrir o por que do aumento da glicada já que tenho uma alimentação regrada, me exercito, tomo as insulinas e conto CHO assiduamente.
Acompanhem os tópicos:
- Uso caneta de insulina, aliás estava com a mesma há 8 meses, não sabia que precisava trocá-la a cada 4 meses, descobri que com o tempo de uso, a mesma vai perdendo a exatidão nas dosagens e isso me aconteceu, não recebia a dosagem adequada de insulina. Porém, até entendermos que o problema estava na caneta, fomos revendo todo o meu tratamento. Parece bobeira, mas isso resultou numa bela subida na glicada. Neste período pensamos entrar com a bomba de insulina para me ajudar no controle, porém achei melhor esgotar todas as possibilidades antes de entrar com a bomba, queria entender o que estava havendo com o meu corpo.
- Ajustamos a basal, percebemos que no período da tarde eu não tinha um bom controle glicêmico, já que neste período tinha uma resistência grande á a insulina. Foi ai que ele resolveu fracioná-la o que resultou em boas glicemia e um controle ótimo. Para descobrirmos isso com exatidão, apelei para um novo tratamento utilizado para medir glicemias a cada minuto o “guardian” se trata de um sensor que é colocado sobre a pele através de uma pequena agulha que estipula com gráficos as glicemias ,através dele podemos ver qual o horário que a glicose precisa de ajustes.Foi ai que meu medico conseguiu melhorar meu tratamento fracionando a lantus no horário da tarde, já que o "guardian" apontou que era neste período que eu tinha maior número de hiper.
-Continuei me exercitando, contando CHO assiduamente e ingerindo muito liquido.
Me considero uma pessoa feliz,aprendi muito,superei meus limites e vou cencendo o preconceito que a sociedade impõe. Sou muito agradecida a Deus e a minha família pelo apoio recebido, isso tem sido muito importante.
Agora quero deixar um recado para você que está lendo meu depoimento:
Não desanime se sua glicada está alta ou se hoje você não teve um controle no padrão,saiba que não somos de ferro...Mas faça vale a pena cada minuto da sua vida,se cuide,faça as coisas certinhas,procure fazer o bem sempre e leve com vc essa experiência de ser diabético como algo positivo, tente tirar algo bom... Apesar de as vezes ter vontade jogar tudo para o alto,pense nas pessoas que te amam e te admiram por vc ser guerreiro e vitorioso.
sábado, 2 de agosto de 2014
Viver com diabetes pode ser emocionalmente e desafiador para o seu filho.
Jennifer Douglass, M.Ed, especialista da vida de criança em Joslin Diabetes Center, discute alguns sentimentos comuns de seu filho com diabetes pode ter e como você pode ajudá-la a lidar com a situação.Compreender os sentimentos do seu filho sobre diabetes
Sentindo-se “diferente” com Diabetes
Uma das preocupações mais comuns que as crianças com diabetes têm é que eles não querem parecer “diferente” de colegas, amigos e irmãos, de acordo com Douglass. Isso é muitas vezes difícil quando uma criança é diagnosticada pela primeira vez com diabetes, mas pode continuar a preocupar o seu filho como ele ou ela cresce.
O que você pode fazer: Tente fazer o tratamento da diabetes apenas outra parte do dia. Na escola, o trabalho com a orientadora e professora do seu filho para tornar a gestão de diabetes menos de uma distração para o seu filho.
Por exemplo: Veja se o seu filho pode manter o material de diabetes e lanches na sala de aula. Se ele ou ela tem que ir para a enfermeira, para tentar evitar interromper o momento mais social do dia, como a hora do lanche. Em casa, estabelecer uma rotina consistente. Fazer gestão da diabetes uma parte do dia, como escovar os dentes, é um desafio, mas necessário para o seu filho.
Frustração /Depressão da Diabetes
“Seu filho provavelmente vai se sentir muito frustrado por ter diabetes em algum momento”, disse Douglass. É comum que as crianças a ficar chateado de ter diabetes, o que por vezes pode levar a depressão de diabetes.
O que você pode fazer: Douglass enfatiza a importância também que é importante usar o apoio a sua equipe de cuidados de saúde da diabetes poderem fornecer e se comunicar sempre, e ser aberto como uma família e sempre se comunicando e discutindo o bom, o mau e tudo mais, tendo uma equipe de apoio à família e orientadores, assistência social e especialistas na vida da criança que se especializam em trabalhar com as crianças que têm diabetes.
Como reverter o mau controle da glicemia na adolescência
Chegar à adolescência é uma fase difícil para muitos garotos e garotas, pois muitos deles costumam questionar comportamentos das pessoas e padrões da sociedade, e muitas vezes, revoltam-se por não serem respeitados pelos seus pontos de vista divergentes.
Segundo a psicóloga Fani Malerbi, “a adolescência é, por definição, uma fase de mudanças corporais e de comportamento. Quando a criança é pequena, ela depende totalmente dos seus Como reverter o mau controle da glicemia na adolescênciapais. Conforme vai crescendo, a pessoa vai ganhando autonomia. O adolescente tem condições biológicas e cognitivas de se comportar de forma diferente de uma criança e seu meio social o incentiva a fazê-lo”.
Para o adolescente com diabetes, há momentos que parecem ser desconfortáveis, como ter de fazer uso diário de aplicações de insulinas e controle de glicemias, manter hábitos alimentares e praticar atividades físicas. “Não é possível descrever um único comportamento para todos os adolescentes. Quando ele não aceita a sua condição de portador de diabetes, tem vergonha dos seus pares e não adere ao tratamento, o controle do diabetes fica muito prejudicado”.
A Dra. Roberta Kelly Menezes Maciel Falleiros, endocrinologista pediátrica, ressalta ainda que há mais uma variante que pode prejudicar o controle da glicemia, “muitos adolescentes têm alteração hormonal, que ocasiona uma resistência à insulina aumentada, necessitando uma dose maior do hormônio. No decorrer do tratamento, devem-se ajustar as doses de insulina em cada hora, de acordo com as necessidades de cada período”.
Muitas vezes, para ajudar neste tratamento, e atingir melhor controle glicêmico, é indicada a bomba de insulina. Dra. Roberta comenta “há menor frequência de hipoglicemias assintomáticas e melhor qualidade de vida. Além disso, os riscos e efeitos adversos da terapêutica insulínica em pacientes com diabetes tipo 1 com insulinização intensiva são menores em pacientes usando esta terapia, quando comparados a pacientes sem este esquema. Mas para tal, a segurança e a eficácia do uso da bomba de insulina são altamente dependentes da seleção adequada do paciente, de seu nível de educação em diabetes, de sua adesão às recomendações terapêuticas e do nível técnico e da competência da equipe multidisciplinar responsável”.
Independentemente da terapêutica prescrita pelo médico, a psicóloga Fani ressalta o papel dos pais neste momento: “entender os sentimentos do seu filho, ajudando-o a se adaptar ao tratamento, supervisionando o autocuidado, sem pressioná-lo demais, estabelecendo com ele objetivos realistas que podem ser alcançados e valorizando os comportamentos apropriados são bons caminhos para todos”.
“Quando o médico procura entender o porquê do paciente apresentar uma adesão insuficiente, esforça-se para garantir que as instruções dadas sejam claras e precisas e estabelece uma empatia com o paciente, o tratamento do diabetes terá mais chance de ser bem sucedido” segundo a psicóloga. Se o endocrinologista perceber que o paciente está tendo dificuldade em apresentar os comportamentos de autocuidado necessários para o tratamento, ele pode indicar a visita a um psicólogo. Segundo Fani Malerbi, “este profissional é parte da equipe multidisciplinar que cuida do portador de diabetes e deve estar presente na equipe multidisciplinar desde o momento do diagnóstico”.
Outra dica que Fani deixa é “as associações costumam oferecer Educação em Diabetes e um espaço de trocas de experiências entre pacientes e familiares. Nesse sentido, podem ajudar muito na adaptação de toda a família ao diabetes. Todo o portador de diabetes deveria entender que ao invés de ser controlado pela doença, ele tem a capacidade de controlá-la. Ele é capaz de ser dono de sua própria vida”.
Segundo a psicóloga Fani Malerbi, “a adolescência é, por definição, uma fase de mudanças corporais e de comportamento. Quando a criança é pequena, ela depende totalmente dos seus Como reverter o mau controle da glicemia na adolescênciapais. Conforme vai crescendo, a pessoa vai ganhando autonomia. O adolescente tem condições biológicas e cognitivas de se comportar de forma diferente de uma criança e seu meio social o incentiva a fazê-lo”.
Para o adolescente com diabetes, há momentos que parecem ser desconfortáveis, como ter de fazer uso diário de aplicações de insulinas e controle de glicemias, manter hábitos alimentares e praticar atividades físicas. “Não é possível descrever um único comportamento para todos os adolescentes. Quando ele não aceita a sua condição de portador de diabetes, tem vergonha dos seus pares e não adere ao tratamento, o controle do diabetes fica muito prejudicado”.
A Dra. Roberta Kelly Menezes Maciel Falleiros, endocrinologista pediátrica, ressalta ainda que há mais uma variante que pode prejudicar o controle da glicemia, “muitos adolescentes têm alteração hormonal, que ocasiona uma resistência à insulina aumentada, necessitando uma dose maior do hormônio. No decorrer do tratamento, devem-se ajustar as doses de insulina em cada hora, de acordo com as necessidades de cada período”.
Muitas vezes, para ajudar neste tratamento, e atingir melhor controle glicêmico, é indicada a bomba de insulina. Dra. Roberta comenta “há menor frequência de hipoglicemias assintomáticas e melhor qualidade de vida. Além disso, os riscos e efeitos adversos da terapêutica insulínica em pacientes com diabetes tipo 1 com insulinização intensiva são menores em pacientes usando esta terapia, quando comparados a pacientes sem este esquema. Mas para tal, a segurança e a eficácia do uso da bomba de insulina são altamente dependentes da seleção adequada do paciente, de seu nível de educação em diabetes, de sua adesão às recomendações terapêuticas e do nível técnico e da competência da equipe multidisciplinar responsável”.
Independentemente da terapêutica prescrita pelo médico, a psicóloga Fani ressalta o papel dos pais neste momento: “entender os sentimentos do seu filho, ajudando-o a se adaptar ao tratamento, supervisionando o autocuidado, sem pressioná-lo demais, estabelecendo com ele objetivos realistas que podem ser alcançados e valorizando os comportamentos apropriados são bons caminhos para todos”.
“Quando o médico procura entender o porquê do paciente apresentar uma adesão insuficiente, esforça-se para garantir que as instruções dadas sejam claras e precisas e estabelece uma empatia com o paciente, o tratamento do diabetes terá mais chance de ser bem sucedido” segundo a psicóloga. Se o endocrinologista perceber que o paciente está tendo dificuldade em apresentar os comportamentos de autocuidado necessários para o tratamento, ele pode indicar a visita a um psicólogo. Segundo Fani Malerbi, “este profissional é parte da equipe multidisciplinar que cuida do portador de diabetes e deve estar presente na equipe multidisciplinar desde o momento do diagnóstico”.
Outra dica que Fani deixa é “as associações costumam oferecer Educação em Diabetes e um espaço de trocas de experiências entre pacientes e familiares. Nesse sentido, podem ajudar muito na adaptação de toda a família ao diabetes. Todo o portador de diabetes deveria entender que ao invés de ser controlado pela doença, ele tem a capacidade de controlá-la. Ele é capaz de ser dono de sua própria vida”.
Como ajudar um adolescente com Diabetes Burnout
Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso.
Crescer com diabetes tipo 1 adiciona uma carga extra de responsabilidade de uma adolescente já sobrecarregado.Em muitos casos, esses adolescentes tiveram que lidar com as injeções de insulina, contagem de carboidratos, e o medo de baixas durante a noite por anos. É muito provável que em algum momento, eles só querem sair.
Mas diabetes tipo 1 não é como escoteiras ou futebol ou qualquer interesse de um adolescente pode superar.Jogue a mistura mudando números de glicose no sangue e questões sociais relacionadas a ser diferente de seus pares, e frustração com a situação pode levar a uma coisa chamada diabetes burnout.
Qualquer pessoa com diabetes está sujeito ao burnout, este não é um fenômeno exclusivo para ser um adolescente. Mas, nesses casos, os pais podem ler erroneamente a situação como uma forma de rebelião.
“Eu acho que os adolescentes são particularmente propensos a isso”, disse Jessica Markowitz, Ph.D, Psicóloga Clínica no Pediátrica, do Adolescente e Programas para Adultos Jovens e Pesquisador Associado no Joslin Diabetes Center. ”Eles têm tanta coisa acontecendo em suas vidas e que seria muito melhor pensar sobre a escola e os amigos e relacionamentos e esportes do que diabetes, assim diabetes pode cair para o fundo da sua lista de prioridades.”
Alguns sinais de diabetes incluem o burnout mais elevados do que as leituras de glicose no sangue habitual e A1Cs mais elevados, resultado de não tomar insulina suficiente e não verificação de glicose no sangue com freqüência suficiente. Estes podem ser acompanhados pelos pais que precisam dar a seus filhos mais lembretes para tomar insulina, e as emoções mais negativas que cercam o cuidado do diabetes em geral.
Markowitz sugere que uma das causas da diabetes é o adolescentes burnout ter muita responsabilidade em cuidar de sua própria diabetes.
“Os adolescentes têm muita autonomia em outras áreas de suas vidas, e eles assumem um monte de autonomia nos seus cuidados diabetes bem”, disse Markowitz.”Então, muitas vezes os pais vêem seus filhos adolescentes serem responsáveis e eles confiam em que eles estão cuidando de seu diabetes também.” Mas Markowitz e do departamento de Pediatria da Joslin enfatizar a importância da família estar envolvida no tratamento do diabetes para o maior tempo possível para fazer certeza de que o adolescente com diabetes não se sente oprimido pelo seu cuidado.
Então, como pode uma ajuda dos pais sem sentir intrusivo? Markowitz sugere, no mínimo, “tomar uma posição de gerenciamento de nível superior”, no tratamento do diabetes.
“Queremos que os pais a fiquem envolvidos, mas nós não queremos aumentar o conflito familiar. Eu não quero que os pais a ser subserviente “, disse Markowitz. ”Eu não quero que eles olhem muito para o garoto, sem a criança saber. Se o pai pode abrir uma conversa sobre, ‘como eu posso ajudar, mesmo que seja uma coisa pequena, por favor me avise “, e, em seguida, dizer:” Eu realmente gostaria de ser capaz de olhar para o sua longa noite. Eu quero que você saiba que eu estou fazendo isso, mas que nem sempre tem que falar sobre isso. Eu quero ter certeza de que está saudável e quero apoiá-lo em sua gestão de diabetes. ”
E se isso não funcionar, tente tomar de volta um pouco da responsabilidade pelo cuidado do diabetes, especialmente para as crianças mais jovens. Markowitz diz uma idade comum em que as famílias deixarem as crianças assumir mais responsabilidades da diabetes é de cerca de 10 anos de idade, um momento em que as crianças começam a fazer mais coisas por conta própria em outras áreas de suas vidas. Mas muito cuidado de dar sobre toda a responsabilidade pelos cuidados de diabetes imediatamente.
Doando um pouco de cada vez pode ser a melhor maneira de prevenir diabetes burnout em adolescentes.
Se uma família está percebendo o aumento de conflitos em torno de cuidados com diabetes, Markowitz sugere ir ver um psicólogo, alguém que seja especializado em diabetes especificamente, ou em geral na gestão da doença crónica, de preferência um com foco em crianças e adolescentes.
Pais com crianças que têm diabetes vivem na área da Nova Inglaterra estão em estreita proximidade com Joslin, que abriga dois profissionais Pediátrica comportamentais e de saúde mental, Markowitz e Kara Harrington, Ph.D. O Joslin Clinic Adulto é o lar de três psicólogos, um assistente social e um psiquiatra. Há também recursos online como Glu e crianças com diabetes para pessoas maiores de Boston, onde as famílias podem se conectar e encontrar mais informações.
Claro, pode haver outros que o burnout alimentando as leituras de glicose no sangue e aumento de A1C razões. Adolescência vem com mudanças físicas significativas, o que poderia levar a uma necessidade de mais insulina. Neste caso, um provedor de diabetes pode ajustar o carburador para insulina e / ou a sua insulina basal para melhorar a gestão da diabetes.
E às vezes o que parece ser o diabetes burnout, pode estar mascarando um problema muito mais grave, muitas vezes referida como. Diabulimia que refere-se a comer os sintomas do transtorno e muitas vezes envolve as pessoas com diabetes tipo 1 propositadamente ignorar ou reduzir as doses de insulina para perder peso. Se esse comportamento persistir, a pessoa com diabetes corre o risco de hospitalização por causa de cetoacidose diabética, um resultado da quebra de músculo e gordura lojas. A cetoacidose diabética é uma crise médica e pode ser fatal.
Alguns dos sintomas de um transtorno alimentar em diabetes incluem A1C elevada, nenhuma verificação de glicose no sangue, alterações no peso, as mudanças na alimentação, ou cetoacidose diabética que é inexplicável, diz Ann Goebel-Fabbri, Ph.D., um dos psicólogos clínicos em Clínica de Adultos. ”Se você perceber esses sintomas, então a situação é algo para tentar obter um maior entendimento sobre. Contacte o seu fornecedor de cuidados de saúde e tratadores de saúde mental que entendem diabetes. ”
Crescer com diabetes tipo 1 adiciona uma carga extra de responsabilidade de uma adolescente já sobrecarregado.Em muitos casos, esses adolescentes tiveram que lidar com as injeções de insulina, contagem de carboidratos, e o medo de baixas durante a noite por anos. É muito provável que em algum momento, eles só querem sair.
Mas diabetes tipo 1 não é como escoteiras ou futebol ou qualquer interesse de um adolescente pode superar.Jogue a mistura mudando números de glicose no sangue e questões sociais relacionadas a ser diferente de seus pares, e frustração com a situação pode levar a uma coisa chamada diabetes burnout.
Qualquer pessoa com diabetes está sujeito ao burnout, este não é um fenômeno exclusivo para ser um adolescente. Mas, nesses casos, os pais podem ler erroneamente a situação como uma forma de rebelião.
“Eu acho que os adolescentes são particularmente propensos a isso”, disse Jessica Markowitz, Ph.D, Psicóloga Clínica no Pediátrica, do Adolescente e Programas para Adultos Jovens e Pesquisador Associado no Joslin Diabetes Center. ”Eles têm tanta coisa acontecendo em suas vidas e que seria muito melhor pensar sobre a escola e os amigos e relacionamentos e esportes do que diabetes, assim diabetes pode cair para o fundo da sua lista de prioridades.”
Alguns sinais de diabetes incluem o burnout mais elevados do que as leituras de glicose no sangue habitual e A1Cs mais elevados, resultado de não tomar insulina suficiente e não verificação de glicose no sangue com freqüência suficiente. Estes podem ser acompanhados pelos pais que precisam dar a seus filhos mais lembretes para tomar insulina, e as emoções mais negativas que cercam o cuidado do diabetes em geral.
Markowitz sugere que uma das causas da diabetes é o adolescentes burnout ter muita responsabilidade em cuidar de sua própria diabetes.
“Os adolescentes têm muita autonomia em outras áreas de suas vidas, e eles assumem um monte de autonomia nos seus cuidados diabetes bem”, disse Markowitz.”Então, muitas vezes os pais vêem seus filhos adolescentes serem responsáveis e eles confiam em que eles estão cuidando de seu diabetes também.” Mas Markowitz e do departamento de Pediatria da Joslin enfatizar a importância da família estar envolvida no tratamento do diabetes para o maior tempo possível para fazer certeza de que o adolescente com diabetes não se sente oprimido pelo seu cuidado.
Então, como pode uma ajuda dos pais sem sentir intrusivo? Markowitz sugere, no mínimo, “tomar uma posição de gerenciamento de nível superior”, no tratamento do diabetes.
“Queremos que os pais a fiquem envolvidos, mas nós não queremos aumentar o conflito familiar. Eu não quero que os pais a ser subserviente “, disse Markowitz. ”Eu não quero que eles olhem muito para o garoto, sem a criança saber. Se o pai pode abrir uma conversa sobre, ‘como eu posso ajudar, mesmo que seja uma coisa pequena, por favor me avise “, e, em seguida, dizer:” Eu realmente gostaria de ser capaz de olhar para o sua longa noite. Eu quero que você saiba que eu estou fazendo isso, mas que nem sempre tem que falar sobre isso. Eu quero ter certeza de que está saudável e quero apoiá-lo em sua gestão de diabetes. ”
E se isso não funcionar, tente tomar de volta um pouco da responsabilidade pelo cuidado do diabetes, especialmente para as crianças mais jovens. Markowitz diz uma idade comum em que as famílias deixarem as crianças assumir mais responsabilidades da diabetes é de cerca de 10 anos de idade, um momento em que as crianças começam a fazer mais coisas por conta própria em outras áreas de suas vidas. Mas muito cuidado de dar sobre toda a responsabilidade pelos cuidados de diabetes imediatamente.
Doando um pouco de cada vez pode ser a melhor maneira de prevenir diabetes burnout em adolescentes.
Se uma família está percebendo o aumento de conflitos em torno de cuidados com diabetes, Markowitz sugere ir ver um psicólogo, alguém que seja especializado em diabetes especificamente, ou em geral na gestão da doença crónica, de preferência um com foco em crianças e adolescentes.
Pais com crianças que têm diabetes vivem na área da Nova Inglaterra estão em estreita proximidade com Joslin, que abriga dois profissionais Pediátrica comportamentais e de saúde mental, Markowitz e Kara Harrington, Ph.D. O Joslin Clinic Adulto é o lar de três psicólogos, um assistente social e um psiquiatra. Há também recursos online como Glu e crianças com diabetes para pessoas maiores de Boston, onde as famílias podem se conectar e encontrar mais informações.
Claro, pode haver outros que o burnout alimentando as leituras de glicose no sangue e aumento de A1C razões. Adolescência vem com mudanças físicas significativas, o que poderia levar a uma necessidade de mais insulina. Neste caso, um provedor de diabetes pode ajustar o carburador para insulina e / ou a sua insulina basal para melhorar a gestão da diabetes.
E às vezes o que parece ser o diabetes burnout, pode estar mascarando um problema muito mais grave, muitas vezes referida como. Diabulimia que refere-se a comer os sintomas do transtorno e muitas vezes envolve as pessoas com diabetes tipo 1 propositadamente ignorar ou reduzir as doses de insulina para perder peso. Se esse comportamento persistir, a pessoa com diabetes corre o risco de hospitalização por causa de cetoacidose diabética, um resultado da quebra de músculo e gordura lojas. A cetoacidose diabética é uma crise médica e pode ser fatal.
Alguns dos sintomas de um transtorno alimentar em diabetes incluem A1C elevada, nenhuma verificação de glicose no sangue, alterações no peso, as mudanças na alimentação, ou cetoacidose diabética que é inexplicável, diz Ann Goebel-Fabbri, Ph.D., um dos psicólogos clínicos em Clínica de Adultos. ”Se você perceber esses sintomas, então a situação é algo para tentar obter um maior entendimento sobre. Contacte o seu fornecedor de cuidados de saúde e tratadores de saúde mental que entendem diabetes. ”
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Cientistas defendem o fim do termo “pré-diabetes”
“Pré-diabetes é uma categoria artificial com relevância clínica praticamente zero”, afirmam renomados cientistas em texto polêmico.
Você conhece alguém que se intitula “pré-diabético”? Este termo é muito conhecido atualmente e é amplamente difundido. Talvez o seu próprio médico já tenha dito que você estava com pré-diabetes antes do diabetes tipo 2 se desenvolver de vez.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, ter a glicemia de jejum entre 110 – 125 mg/dL indica pré-diabetes.
A Associação Americana de Diabetes coloca estes valores em 100 – 125.
Fora a glicemia elevada um pouco acima do normal, o pré-diabetes não costuma resultar em nenhum sintoma no corpo.
Para algumas pessoas, saber que a glicemia está acima da faixa normal, mas ainda abaixo dos valores considerados diabéticos (ou seja, caracterizando o pré-diabetes) é um sinal de alerta importante. É o primeiro passo para a conscientização de que ela precisa se alimentar melhor, se exercitar mais e controlar com cuidado as quantidades de açúcares ingeridos.
Mas nem todo mundo pensa assim. Em um polêmico artigo publicado no respeitadíssimo periódico científico British Journal of Medicine, dois famosos pesquisadores argumentam que o termo “pré-diabetes” é, de certa forma, absurdo, e que diagnosticar alguém como “pré-diabético” é algo que todo médico deveria deixar de fazer.
“PRÉ-DIABÉTICO” – UM TERMO QUE DEVE SER ABOLIDO?
A dupla de cientistas começa o artigo citando uma frase cômica do escritor Aldous Huxley: “A ciência médica atingiu um nível de progresso tão elevado que quase não há mais humanos saudáveis”. A idéia dos pesquisadores é que “pré-diabetes” é um termo tão abrangente que, se levado ao pé da letra, abarcaria a maior parte da população mundial. Talvez o conhecimento médico devesse ser utilizado na prevenção efetiva de doenças ao invés de taxar quase todo mundo de “doentes”, como sugere a frase acima, argumentam os autores.
Os pesquisadores afirmam que diversas pesquisas mostram que, de cada 100 pessoas diagnosticadas com pré-diabetes, menos de 50 desenvolverão, de fato, o diabetes tipo 2. Além disso, ainda não há evidência fortes o suficiente demonstrando que começar a tratar o pré-diabetes com medicação ajuda, de fato, a diminuir as chances do diabetes tipo 2 surgir.
Exercitar-se sempre foi visto como uma das maneiras mais eficientes de curar o pré-diabetes – e continua sendo!
Neste cenário, tratar um pré-diabético com medicamentos seria uma ação perigosa (devido aos efeitos colaterais dos remédios), dispendiosa aos sistemas de saúde e que não traria grandes benefícios. Mais do que isto: já que a taxa de conversão do pré-diabetes para diabetes tipo 2 não é muito alta, não vale a pena gastar dinheiro tentando curá-lo, muito menos “estigmatizar” a pessoa com o termo, argumentam os cientistas.
“Nós precisamos parar de ver [o pré-diabetes] como um problema clínico de soluções farmacêuticas e focar em melhorar a saúde pública. A população como um todo seria beneficiada se se alimentasse de maneira mais saudável e praticasse mais exercícios, então não faz sentido apontar o dedo para tantas pessoas e dizer que elas estão doentes”, afirmou em entrevista John Yudikin, professor emérito de Medicina no University College London e um dos autores do artigo.
POR QUE, ENTÃO, EXISTE O TERMO ‘PRÉ-DIABETES’?
Considerar alguém como “pré-diabético” é uma “invenção” recente e que, mais do que qualquer coisa, serve para ajudar a conscientizar o paciente de que medidas drásticas devem ser tomadas a fim de melhorar a saúde.
“Ser identificado como tendo pré-diabetes (…) dá a oportunidade às pessoas que correm altos riscos de desenvolver diabetes tipo 2 – uma condição que dura toda a vida e que é associada a complicações extremamente sérias como cegueira e derrames – de saírem desta situação”, explicou Barbara Young, presidente da ONG Diabetes UK, em entrevista ao Yahoo.
Exercitar-se sempre foi visto como uma das maneiras mais eficientes de curar o pré-diabetes – e continua sendo!
Neste cenário, tratar um pré-diabético com medicamentos seria uma ação perigosa (devido aos efeitos colaterais dos remédios), dispendiosa aos sistemas de saúde e que não traria grandes benefícios. Mais do que isto: já que a taxa de conversão do pré-diabetes para diabetes tipo 2 não é muito alta, não vale a pena gastar dinheiro tentando curá-lo, muito menos “estigmatizar” a pessoa com o termo, argumentam os cientistas.
“Nós precisamos parar de ver [o pré-diabetes] como um problema clínico de soluções farmacêuticas e focar em melhorar a saúde pública. A população como um todo seria beneficiada se se alimentasse de maneira mais saudável e praticasse mais exercícios, então não faz sentido apontar o dedo para tantas pessoas e dizer que elas estão doentes”, afirmou em entrevista John Yudikin, professor emérito de Medicina no University College London e um dos autores do artigo.
POR QUE, ENTÃO, EXISTE O TERMO ‘PRÉ-DIABETES’?
Considerar alguém como “pré-diabético” é uma “invenção” recente e que, mais do que qualquer coisa, serve para ajudar a conscientizar o paciente de que medidas drásticas devem ser tomadas a fim de melhorar a saúde.
“Ser identificado como tendo pré-diabetes (…) dá a oportunidade às pessoas que correm altos riscos de desenvolver diabetes tipo 2 – uma condição que dura toda a vida e que é associada a complicações extremamente sérias como cegueira e derrames – de saírem desta situação”, explicou Barbara Young, presidente da ONG Diabetes UK, em entrevista ao Yahoo.
Modelo desfila com bomba de insulina e ganha prêmio de Miss
Durante desfile de biquínis, jovem diabética inova ao utilizar bomba de insulina e acaba levando o prêmio de Miss!
Sierra Sandison é uma bela jovem norte-americana de 20 anos que ganhou, no último final de semana, o título de Miss Idaho 2014.
Ser considerada a mulher mais bela do seu estado já é um feito difícil de ser alcançado. Mas, no caso de Sierra, a façanha foi ainda maior. Pela primeira vez na história do concurso de Miss, uma modelo desfilou na passarela utilizando uma bomba de insulina. E fez isto durante a apresentação de biquínis, deixando bem aparente o fato de ser diabética.
A DECISÃO DE DESFILAR COM A BOMBA
Sierra conta que, nos bastidores no concurso, um dos diretores a viu injetando insulina. Neste momento, disse: “Oh, meu Deus, você é diabética!”. E então contou a ela a história de uma famosa modelo, também diabética tipo 1, que nunca se importou em utilizar a bomba de insulina durante os desfiles, escondendo-a dentro das roupas. Isto deu confiança para Sierra também manter a bomba de insulina acoplada ao seu corpo durante o desfile. Ela, porém, decidiu inovar. Para quê esconder a bomba de insulina se o equipamento é tão discreto e faz parte da manutenção de sua saúde?
“Eu sabia que os juízes tinham noção do que era, então eu esperava que a bomba de insulina não influenciaria meu placar de maneira negativa. Mas amigos meus que estavam na plateia me disseram que havia gente comentando: ‘Ela levou o celular dela ao palco?’”, contou Sierra em entrevista a jornais dos EUA.
Apesar de receber algumas críticas negativas por ter desfilado com uma bomba de insulina, Sierra disse que a enorme maioria dos comentário foi positiva. Sua foto de biquíni com a bomba, que ilustra esta matéria, foi compartilhada tantas vezes no Twitter e ganhou tantos likes no Facebook que a modelo lançou a campanha #showmeyourpump (“mostre-me sua bomba”) nas redes sociais. Vários diabéticos de todo o mundo têm participado ativamente, enviando fotos suas utilizando as bombas de insulina.
NEM TUDO SÃO FLORES NO TRATO COM O DIABETES
Se hoje Sierra está de bem com o diabetes e orgulha-se de exibir sua bomba, nem sempre a história foi assim. O começo foi difícil para ela. Receber o diagnóstico, em 2012, foi um momento de reviravoltas em sua vida.
“Eu fingi que não estava com diabetes por um tempo, esperando que fosse sumir. Isso levou a taxas de glicemia malucas, é claro, e gerou uma versão bem doente, mal humorada e apática de mim mesmo”.
Felizmente, o período depressivo passou rápido. Hoje, a modelo campeã sabe que, uma vez que se cuide com atenção e carinho, todos os dias, do diabetes, é possível levar uma vida completamente normal. É possível, até mesmo, vencer um concurso de miss – e porque não seria assim, não é mesmo?
“Minha mensagem para todo mundo, seja diabético ou não, é que todos nós temos alguma coisa que “não se encaixa” aos padrões de beleza definidos pela mídia e que não há problema nenhum nisto! Isto não lhe torna menos bonito/a. Todos nós temos, também, obstáculos, desafios e provas”, escreveu Sierra nas redes sociais.
“Não permita que seus desafios te restrinjam nem te desencorajem. Use-os para crescer com eles e tornar-se um indivíduo melhor, além de ajudar e influenciar a vida de outras pessoas também”.
Sierra deixou ainda um último recado importante: “Eu acho que nós não podemos escapar do que a mídia define como ‘beleza’, mas eu gostaria de contribuir para a diversidade da beleza na mídia”.
Sierra Sandison é uma bela jovem norte-americana de 20 anos que ganhou, no último final de semana, o título de Miss Idaho 2014.
Ser considerada a mulher mais bela do seu estado já é um feito difícil de ser alcançado. Mas, no caso de Sierra, a façanha foi ainda maior. Pela primeira vez na história do concurso de Miss, uma modelo desfilou na passarela utilizando uma bomba de insulina. E fez isto durante a apresentação de biquínis, deixando bem aparente o fato de ser diabética.
A DECISÃO DE DESFILAR COM A BOMBA
Sierra conta que, nos bastidores no concurso, um dos diretores a viu injetando insulina. Neste momento, disse: “Oh, meu Deus, você é diabética!”. E então contou a ela a história de uma famosa modelo, também diabética tipo 1, que nunca se importou em utilizar a bomba de insulina durante os desfiles, escondendo-a dentro das roupas. Isto deu confiança para Sierra também manter a bomba de insulina acoplada ao seu corpo durante o desfile. Ela, porém, decidiu inovar. Para quê esconder a bomba de insulina se o equipamento é tão discreto e faz parte da manutenção de sua saúde?
“Eu sabia que os juízes tinham noção do que era, então eu esperava que a bomba de insulina não influenciaria meu placar de maneira negativa. Mas amigos meus que estavam na plateia me disseram que havia gente comentando: ‘Ela levou o celular dela ao palco?’”, contou Sierra em entrevista a jornais dos EUA.
Apesar de receber algumas críticas negativas por ter desfilado com uma bomba de insulina, Sierra disse que a enorme maioria dos comentário foi positiva. Sua foto de biquíni com a bomba, que ilustra esta matéria, foi compartilhada tantas vezes no Twitter e ganhou tantos likes no Facebook que a modelo lançou a campanha #showmeyourpump (“mostre-me sua bomba”) nas redes sociais. Vários diabéticos de todo o mundo têm participado ativamente, enviando fotos suas utilizando as bombas de insulina.
NEM TUDO SÃO FLORES NO TRATO COM O DIABETES
Se hoje Sierra está de bem com o diabetes e orgulha-se de exibir sua bomba, nem sempre a história foi assim. O começo foi difícil para ela. Receber o diagnóstico, em 2012, foi um momento de reviravoltas em sua vida.
“Eu fingi que não estava com diabetes por um tempo, esperando que fosse sumir. Isso levou a taxas de glicemia malucas, é claro, e gerou uma versão bem doente, mal humorada e apática de mim mesmo”.
Felizmente, o período depressivo passou rápido. Hoje, a modelo campeã sabe que, uma vez que se cuide com atenção e carinho, todos os dias, do diabetes, é possível levar uma vida completamente normal. É possível, até mesmo, vencer um concurso de miss – e porque não seria assim, não é mesmo?
“Minha mensagem para todo mundo, seja diabético ou não, é que todos nós temos alguma coisa que “não se encaixa” aos padrões de beleza definidos pela mídia e que não há problema nenhum nisto! Isto não lhe torna menos bonito/a. Todos nós temos, também, obstáculos, desafios e provas”, escreveu Sierra nas redes sociais.
“Não permita que seus desafios te restrinjam nem te desencorajem. Use-os para crescer com eles e tornar-se um indivíduo melhor, além de ajudar e influenciar a vida de outras pessoas também”.
Sierra deixou ainda um último recado importante: “Eu acho que nós não podemos escapar do que a mídia define como ‘beleza’, mas eu gostaria de contribuir para a diversidade da beleza na mídia”.
Nova estratégia terapêutica: impedir que a insulina “morra”
Cientistas de Harvard descobrem molécula que impede a degradação da insulina no corpo e abrem novo caminho para tratamentos do diabetes.
Descoberta possibilita à insulina (no esquema, representada no formato floral) sobreviver por mais tempo dentro do nosso corpo.
Já faz um bom tempo – desde o comecinho do século passado, para ser mais específico – que os cientistas sabem que o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes é decorrente ou da falta de insulina no organismo ou então de um uso não eficiente do hormônio pelo corpo. Sendo assim, até hoje três abordagens distintas são utilizadas na hora de tratar o diabético: administra-se insulina através de injeções, toma-se medicamentos que estimulam a produção natural de insulina pelo corpo ou que aumentam a sensibilidade ao hormônio.
Todas estas estratégias têm o mesmo fim: manter um nível mínimo de insulina correndo em nossas veias para que a quantidade de açúcar no sangue seja controlada. Mas existe uma outra maneira de atingir este objetivo. Que tal impedir que a insulina que já existe no nosso corpo seja degradada? Isto é, o que aconteceria se os cientistas conseguissem fazer com que a insulina produzida pelo pâncreas (mesmo em pequenas quantidades) durasse por mais tempo?
Esta é a novidade que um novo e importantíssimo trabalho, publicado na famosa revista científica Nature, traz. Os pesquisadores David Liu e Alan Saghatelian, da Universidade de Harvard, nos EUA, contam como conseguiram identificar uma molécula que impede que a insulina seja degradada no organismo, fazendo com que o controle da glicemia fique ativo por mais tempo.
IDE – A MOLÉCULA QUE “MATA” A INSULINA
Para quem está achando esta história um pouco confusa, aqui vai uma explicação. A insulina é o hormônio que ajuda a tirar o açúcar do sangue e passá-lo às nossas células, para que se transforme em energia (leia mais sobre a insulina aqui). Como toda coisa viva, uma hora a insulina “morre”. Ela é degradada por uma enzima chamada IDE.
Os cientistas de Harvard conseguiram encontrar – depois de procurar em mais de 14 mil candidatos, vale a pena dizer – uma molécula que impede a ação da IDE. Com isto, a degradação da insulina diminui e ela fica ativa por mais tempo em nosso corpo.
Testes em camundongos mostraram que a molécula que inibe a IDE mantém-se ativa no corpo e ajuda, realmente, a controlar a glicemia – um passo importante para que, no futuro, a descoberta possa se transformar em um novo medicamento antidiabético.
NOVO TRATAMENTO À CAMINHO?
Em entrevista à Harvard Gazette, Saghatelian contou: “O que nosso trabalho fez foi validar do conceito de que focar nesta proteína é o caminho a ser seguido”.
“Para passar desta molécula a um medicamento, existem outros fatores que precisam ser otimizados. Mas nós já cantamos a bola para que a indústria farmacêutica e outros laboratórios comecem a olhar a IDE como um alvo potencial para o tratamento do diabetes e superem os desafios que ainda existem. Nós mostramos que vale a pena olhar para isso com maior profundidade, e, com sorte, abrimos os olhos das pessoas para a IDE como sendo um alvo terapêutico válido”, completou o pesquisador.
Descoberta possibilita à insulina (no esquema, representada no formato floral) sobreviver por mais tempo dentro do nosso corpo.
Já faz um bom tempo – desde o comecinho do século passado, para ser mais específico – que os cientistas sabem que o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes é decorrente ou da falta de insulina no organismo ou então de um uso não eficiente do hormônio pelo corpo. Sendo assim, até hoje três abordagens distintas são utilizadas na hora de tratar o diabético: administra-se insulina através de injeções, toma-se medicamentos que estimulam a produção natural de insulina pelo corpo ou que aumentam a sensibilidade ao hormônio.
Todas estas estratégias têm o mesmo fim: manter um nível mínimo de insulina correndo em nossas veias para que a quantidade de açúcar no sangue seja controlada. Mas existe uma outra maneira de atingir este objetivo. Que tal impedir que a insulina que já existe no nosso corpo seja degradada? Isto é, o que aconteceria se os cientistas conseguissem fazer com que a insulina produzida pelo pâncreas (mesmo em pequenas quantidades) durasse por mais tempo?
Esta é a novidade que um novo e importantíssimo trabalho, publicado na famosa revista científica Nature, traz. Os pesquisadores David Liu e Alan Saghatelian, da Universidade de Harvard, nos EUA, contam como conseguiram identificar uma molécula que impede que a insulina seja degradada no organismo, fazendo com que o controle da glicemia fique ativo por mais tempo.
IDE – A MOLÉCULA QUE “MATA” A INSULINA
Para quem está achando esta história um pouco confusa, aqui vai uma explicação. A insulina é o hormônio que ajuda a tirar o açúcar do sangue e passá-lo às nossas células, para que se transforme em energia (leia mais sobre a insulina aqui). Como toda coisa viva, uma hora a insulina “morre”. Ela é degradada por uma enzima chamada IDE.
Os cientistas de Harvard conseguiram encontrar – depois de procurar em mais de 14 mil candidatos, vale a pena dizer – uma molécula que impede a ação da IDE. Com isto, a degradação da insulina diminui e ela fica ativa por mais tempo em nosso corpo.
Testes em camundongos mostraram que a molécula que inibe a IDE mantém-se ativa no corpo e ajuda, realmente, a controlar a glicemia – um passo importante para que, no futuro, a descoberta possa se transformar em um novo medicamento antidiabético.
NOVO TRATAMENTO À CAMINHO?
Em entrevista à Harvard Gazette, Saghatelian contou: “O que nosso trabalho fez foi validar do conceito de que focar nesta proteína é o caminho a ser seguido”.
“Para passar desta molécula a um medicamento, existem outros fatores que precisam ser otimizados. Mas nós já cantamos a bola para que a indústria farmacêutica e outros laboratórios comecem a olhar a IDE como um alvo potencial para o tratamento do diabetes e superem os desafios que ainda existem. Nós mostramos que vale a pena olhar para isso com maior profundidade, e, com sorte, abrimos os olhos das pessoas para a IDE como sendo um alvo terapêutico válido”, completou o pesquisador.
Diabetes tipo 1: hipoglicemias afetam diretamente o coração
Recente pesquisa mostra que as variações na glicemia provocam stress nos músculos do coração, o que pode levar a doenças sérias no futuro.
Se você está com diabetes tipo 1 e precisa diminuir os valores de hemoglobina glicada – que nada mais é do que uma medida a longo prazo dos valores de glicemia – ou simplesmente controlar melhor as suas taxas de açúcar, aqui vai um aviso: na hora de diminuir a quantidade de açúcares na corrente sangüínea, tome muito cuidado para evitar hipoglicemias.
Cientistas da Universidade de Michigan, nos EUA, descobriram que episódios de hipoglicemia em diabéticos tipo 1 aumentam os riscos de problemas no coração.
A conclusão vem de um estudo com 44 diabéticos tipo 1, todos com valores de hemoglobina glicada muito acima do esperado (8%, quando o máximo indicado é de aproximadamente 7%). Os voluntários utilizaram durante cinco dias um monitor contínuo de glicemia. Ao mesmo tempo, um outro aparelho media as funções vitais do coração.
Os cientistas perceberam que os voluntários que tiveram mais episódios de hipoglicemias também tinham o coração ‘menos saudável’, isto é, com variações menores no ritmo das batidas. Estas variações menores são relacionadas a altas taxas de mortalidade, de acordo com a a literatura científica médica.
O estudo sugere que as mudanças para baixo na quantidade de açúcar no sangue – as hipoglicemias – geram stress nos músculos do coração, o que pode causar danos que se transformarão em doenças cardíacas no futuro.
A dica, portanto, é lutar para manter sempre a glicemia em valores adequados, todos os dias. A tarefa é bastante complicada e exige uma série de esforços, porém vale muito a pena. Toda a saúde – especialmente a do coração! – agradecerá mais para frente.
Se você está com diabetes tipo 1 e precisa diminuir os valores de hemoglobina glicada – que nada mais é do que uma medida a longo prazo dos valores de glicemia – ou simplesmente controlar melhor as suas taxas de açúcar, aqui vai um aviso: na hora de diminuir a quantidade de açúcares na corrente sangüínea, tome muito cuidado para evitar hipoglicemias.
Cientistas da Universidade de Michigan, nos EUA, descobriram que episódios de hipoglicemia em diabéticos tipo 1 aumentam os riscos de problemas no coração.
A conclusão vem de um estudo com 44 diabéticos tipo 1, todos com valores de hemoglobina glicada muito acima do esperado (8%, quando o máximo indicado é de aproximadamente 7%). Os voluntários utilizaram durante cinco dias um monitor contínuo de glicemia. Ao mesmo tempo, um outro aparelho media as funções vitais do coração.
Os cientistas perceberam que os voluntários que tiveram mais episódios de hipoglicemias também tinham o coração ‘menos saudável’, isto é, com variações menores no ritmo das batidas. Estas variações menores são relacionadas a altas taxas de mortalidade, de acordo com a a literatura científica médica.
O estudo sugere que as mudanças para baixo na quantidade de açúcar no sangue – as hipoglicemias – geram stress nos músculos do coração, o que pode causar danos que se transformarão em doenças cardíacas no futuro.
A dica, portanto, é lutar para manter sempre a glicemia em valores adequados, todos os dias. A tarefa é bastante complicada e exige uma série de esforços, porém vale muito a pena. Toda a saúde – especialmente a do coração! – agradecerá mais para frente.
Os riscos da tatuagem em pessoas com diabetes
Antes de entrarmos no detalhamento dos riscos da tatuagem em pessoas com diabetes, um típico caso clínico pode evidenciar o potencial de danos representado por esse procedimento:
“Um mulher de 29 anos, portadora de diabetes tipo 1, notou uma erupção dolorosa no local de uma tatuagem que ela tinha feito 7 dias antes. A cultura do material proveniente dessa lesão mostrou a presença de Staphylococcus aureus, confirmando que essa bactéria era o agente causador da lesão. Este diagnóstico não foi totalmente inesperado, uma vez que pacientes com diabetes são predispostos a infecções por esse agente. Um tratamento com cefalosporina oral aliviou a celulite e deixou a tatuagem um pouco distorcida. O artista responsável pela realização da tatuagem defendeu-se dizendo que essa complicação teria resultado de cuidados inadequados no local da ferida. Entretanto, a falta de infecções recorrentes na história clínica da paciente indica que ela provavelmente não era portadora de Staphylococcus aureus e que, portanto, o processo infeccioso local tenha se instalado a partir da lesão provocada pela tatuagem.”
As tatuagens são muito populares, especialmente entre os adolescentes. Mas, o processo de aplicação da tatuagem e os cuidados exigidos após o procedimento, podem constituir-se em um processo de longa duração, além de suas características dolorosas e estressantes, podendo criar alguns problemas para as pessoas com diabetes. A pressão sanguínea e os níveis de glicemia podem aumentar no momento do procedimento de aplicação da tatuagem e, também, se a glicemia não estiver controlada, o excesso de glicose pode complicar o processo de cicatrização, aumentando o risco de infecções.
Algumas recomendações importantes antes de se decidir por uma tatuagem:
Qualificação do profissional responsável pela tatuagem: verificar sua reputação e as práticas de higiene e segurança do local do procedimento.
Não se esqueça de informar a presença de diabetes para que o profissional seja ainda mais cuidadoso ao aplicar a tatuagem.
Evitar certas áreas de baixa circulação, tais como: nádegas, região frontal da perna, tornozelo, pés e áreas comumente utilizadas para injeções de insulina, tais como braços, abdômen e coxas. As tatuagens aplicadas nesses locais geralmente levam um tempo maior para cicatrizar, o que pode levar a complicações e infecções.
É importante lembrar que, além do risco de infecções, outras situações de risco também estão mais relacionadas com a presença de tatuagem. São elas:
Reações alérgicas às substâncias utilizadas no processo de aplicação da tatuagem, como as tintas e os equipamentos.
Formação de uma cicatriz de dimensões mais expressivas, conhecidas como “queloides”, que podem se tornar irritáveis e ligeiramente dolorosas.
Doenças transmitidas pelo sangue: se as agulhas ou as tintas utilizadas na tatuagem não forem esterilizadas, há o risco de infecções transmitidas pelo sangue, tais como HIV e hepatites B e C.
Problemas na cicatrização da ferida: a manutenção de níveis elevados de glicose sanguínea pode retardar a cicatrização no local da tatuagem e aumentar o risco de infecção.
CASO O PACIENTE NÃO SE SINTA BEM OU OBSERVE ALGUM SINAL DE INFECÇÃO APÓS A APLICAÇÃO DA TATUAGEM, ELES DEVEM PROCURAR AVALIAÇÃO MÉDICA IMEDIATA E A DEVIDA ORIENTAÇÃO POR PROFISSIONAIS DE SAÚDE COM EXPERIÊNCIA NA ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DIABETES.
E, para finalizar esses comentários, finalmente uma boa notícia: num futuro próximo, as tatuagens poderão proporcionar uma opção mais fácil, mais rápida e mais precisa para as pessoas com diabetes acompanharem e controlarem os seus níveis de glicose no sangue. Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e do Laboratório Draper, dos Estados Unidos, estão desenvolvendo um monitor contínuo de glicemia que atua através de uma “tatuagem” de pequenas partículas de tinta de nanotecnologia que são sensíveis às concentrações de glicose sanguínea. Essa tinta é injetada na pele e reage à presença de glicose com uma iluminação fluorescente. Um dispositivo semelhante a um relógio é usado pelo paciente no pulso onde a tatuagem é aplicada, com o objetivo de detectar e monitorar os níveis de glicemia. Esta tecnologia, caso seja bem sucedida nos ensaios clínicos, pode revolucionar a monitorização de glicose sanguínea em pessoas com diabetes.
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Carboidratos: O grande combustível do nosso organismo
Os carboidratos são substâncias encontradas principalmente em alimentos de origem vegetal. Eles fornecem a maior parte da energia necessária para manutenção das atividades das pessoas e, principalmente, prover o cérebro de energia suficiente para seu funcionamento. Após serem ingeridos são rapidamente convertidos em glicose, exceto as fibras.
Os carboidratos podem ser divididos em três tipos: açúcares, amidos e fibras. Estes são os nomes mais adequados ao invés das denominações: carboidratos simples e complexo.
Açúcares: Os principais são a Sacarose, Frutose e Lactose.
O mais conhecido é a sacarose (açúcar branco ou o mascavo) proveniente da cana-de-açúcar. A frutose está naturalmente presente nas frutas e no mel.
A lactose, diferente de outras fontes, está presente no leite de vaca e de outros mamíferos. O queijo, apesar de ser um derivado do leite, contém pouca ou nenhuma quantidade de lactose.
Nos alimentos industrializados, você pode encontrar açúcares que se apresentam com os seguintes nomes: açúcar invertido, frutose (também utilizada como adoçante) e xarope de glicose ou de milho. Estes xaropes podem ser até mais prejudiciais à saúde devido a concentrações maiores de glicose e frutose do que nos açúcares tradicionais, como o açúcar da cana e o mel.
Recentemente passamos a encontrar no comércio o xarope de Agave, utilizado como substituto do açúcar. É proveniente de uma planta encontrada principalmente no México e também tem a frutose como componente principal.
Amidos: É composto por Amilose e Amilopectina que são degradados em glicose por enzimas do aparelho digestório. Está presente nos seguintes alimentos:
- Cereais e Seus Derivados: arroz, milho, trigo, aveia, centeio, cevada e farinhas (de trigo, de mandioca, de milho, etc);
- Tubérculos e Raízes: batata-doce, batata, inhame, cará, mandioca, mandioquinha ou batata-baroa;
- Leguminosas: feijões, ervilha, lentilha, grão-de-bico e soja.
Às vezes ouvimos falar sobre um tipo de amido que é menos digerível pelas nossas enzimas. Eles são menos absorvidos e após o seu consumo tendem a elevar menos a glicemia. Trata-se do Amido Resistente, que é um pouco parecido com a fibra dietética. Ele está presente principalmente nas leguminosas e na banana verde.
Fibras: As fibras são um tipo de carboidrato que não é digerido pelo nosso organismo, sendo eliminadas nas fezes. E justamente por essa razão são importantes para a digestão e o funcionamento intestinal. As fibras também trazem efeitos benéficos quanto ao controle da glicemia e dos lipídeos sanguíneos (colesterol e triglicerídeos).
São encontradas apenas em alimentos de origem vegetal, tais como: frutas, vegetais (também chamados de hortaliças, legumes e verduras), cereais integrais (exemplos: arroz integral, pão integral, aveia, milho em grão), feijões, sementes, castanhas, etc. Estes alimentos, além de fibras, também são ricos em vitaminas, minerais e muitas outras substâncias importantes para a manutenção da saúde.
A recomendação da ingestão de fibras é de 20-50g ao dia, valores iguais ao da população em geral. É importante lembrar que o consumo rotineiro de fibras da população brasileira não atinge esta quantidade. Portanto, o consumo diário de fontes alimentares de fibras é prioritário para todos.
Outros Aspectos Importantes Sobre os Carboidratos
Os alimentos fontes de carboidratos são recomendados para as pessoas que tem diabetes?
Sim. A maioria dos alimentos que devemos consumir ao longo do dia são os que contêm carboidratos. Quanto mais inteiro ou integral, quanto menos processado ou refinado, mais nutritivos e mais benéficos para a saúde.
O que acontece quando comemos excesso de carboidrato? Se o consumo for maior de alimentos ricos em açúcares e gorduras e pobres em fibras, tais como, fast food, doces em geral, bebidas com açúcar, etc, poderá ocorrer piora da glicemia, aumento dos lipídios sanguíneos (triglicerídeo principalmente) e aumento do peso corporal.
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