Há um novo grande nome das piscinas brasileiras: Matheus Santana. Seguindo os passos (e braçadas!) de campeões mundiais como Gustavo Borges e César Cielo, Matheus vem quebrando recordes e vencendo competições de altíssimo nível nos últimos anos. O que torna a história de Matheus ainda mais incrível são dois fatores: o primeiro é a idade (Matheus tem hoje apenas 18 anos) e o segundo é o diabetes tipo 1, que acompanha o jovem nadador há 10 anos.
O Diabeticool publicou em março uma reportagem especial sobre Matheus, contando como é o dia-a-dia de treinamentos do rapaz, como o diabetes influencia sua forma física e listando alguns dos recordes do campeão. Clique aqui para reler o texto!
Na época, Matheus ainda era considerado “uma promessa”. Hoje, porém, ele já é um grande nome do esporte aquático. Na última semana, disputou o Troféu Maria Lenk, em São Paulo, participando das provas de 100m livres. Neste quesito, o recorde mundial júnior era de 48 segundos e 97 décimos. Era. Matheus quebrou o recorde duas vezes, a primeira durante as eliminatórias (fez 48s85) e, depois, na final, com 48s61.
Ganhou, por estes feitos, o respeito do público e dos colegas, além da medalha de prata da competição (o ouro ficou com Cielo, que completou a prova em 48s13, mas é da categoria adulto).
Mais do que respeito, Matheus já tem garantidos os tratamentos para o diabetes tipo 1, muito importantes porque, certa vez, ele já deixou de participar de eventos internacionais por estar com a glicemia descontrolada. As informações a seguir são da Folha de São Paulo.
“Para não correr mais risco de perder o jovem talento nas próximas competições rumo à Rio-2016, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos e o Comitê Olímpico Brasileiro vão investir no tratamento médico dele.
Médicos das duas entidades vão se reunir e traçar um modelo de acompanhamento especial para que ele não tenha problemas com a diabetes, hoje sob controle.
“Pelo que soube, eles vão me oferecer tudo o que eu precisar na parte médica de saúde. Essa questão de tratamento requer dinheiro, e muito”, afirmou Matheus.
Segundo o nadador, o gasto com compra de insulina nunca é menor do que R$ 300 ou R$ 400 por mês, ou em até menos. “Esse custo é meu ou do meu clube [Unisanta], então se conseguir uma ajuda é bom.”
Outra novidade deve ser a compra de um equipamento para regular exatamente os índices (de hemoglobina, glicose e afins) de Matheus.”
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Matheus Santana, nadador com diabetes, quebra recorde mundial!
Jovem diabético supera as variações da glicemia e os adversários no Troféu Maria Lenk, em São Paulo, e quebra recorde mundial.
Há um novo grande nome das piscinas brasileiras: Matheus Santana. Seguindo os passos (e braçadas!) de campeões mundiais como Gustavo Borges e César Cielo, Matheus vem quebrando recordes e vencendo competições de altíssimo nível nos últimos anos. O que torna a história de Matheus ainda mais incrível são dois fatores: o primeiro é a idade (Matheus tem hoje apenas 18 anos) e o segundo é o diabetes tipo 1, que acompanha o jovem nadador há 10 anos.
O Diabeticool publicou em março uma reportagem especial sobre Matheus, contando como é o dia-a-dia de treinamentos do rapaz, como o diabetes influencia sua forma física e listando alguns dos recordes do campeão. Clique aqui para reler o texto!
Na época, Matheus ainda era considerado “uma promessa”. Hoje, porém, ele já é um grande nome do esporte aquático. Na última semana, disputou o Troféu Maria Lenk, em São Paulo, participando das provas de 100m livres. Neste quesito, o recorde mundial júnior era de 48 segundos e 97 décimos. Era. Matheus quebrou o recorde duas vezes, a primeira durante as eliminatórias (fez 48s85) e, depois, na final, com 48s61.
Ganhou, por estes feitos, o respeito do público e dos colegas, além da medalha de prata da competição (o ouro ficou com Cielo, que completou a prova em 48s13, mas é da categoria adulto).
Mais do que respeito, Matheus já tem garantidos os tratamentos para o diabetes tipo 1, muito importantes porque, certa vez, ele já deixou de participar de eventos internacionais por estar com a glicemia descontrolada. As informações a seguir são da Folha de São Paulo.
“Para não correr mais risco de perder o jovem talento nas próximas competições rumo à Rio-2016, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos e o Comitê Olímpico Brasileiro vão investir no tratamento médico dele.
Médicos das duas entidades vão se reunir e traçar um modelo de acompanhamento especial para que ele não tenha problemas com a diabetes, hoje sob controle.
“Pelo que soube, eles vão me oferecer tudo o que eu precisar na parte médica de saúde. Essa questão de tratamento requer dinheiro, e muito”, afirmou Matheus.
Segundo o nadador, o gasto com compra de insulina nunca é menor do que R$ 300 ou R$ 400 por mês, ou em até menos. “Esse custo é meu ou do meu clube [Unisanta], então se conseguir uma ajuda é bom.”
Outra novidade deve ser a compra de um equipamento para regular exatamente os índices (de hemoglobina, glicose e afins) de Matheus.”
Há um novo grande nome das piscinas brasileiras: Matheus Santana. Seguindo os passos (e braçadas!) de campeões mundiais como Gustavo Borges e César Cielo, Matheus vem quebrando recordes e vencendo competições de altíssimo nível nos últimos anos. O que torna a história de Matheus ainda mais incrível são dois fatores: o primeiro é a idade (Matheus tem hoje apenas 18 anos) e o segundo é o diabetes tipo 1, que acompanha o jovem nadador há 10 anos.
O Diabeticool publicou em março uma reportagem especial sobre Matheus, contando como é o dia-a-dia de treinamentos do rapaz, como o diabetes influencia sua forma física e listando alguns dos recordes do campeão. Clique aqui para reler o texto!
Na época, Matheus ainda era considerado “uma promessa”. Hoje, porém, ele já é um grande nome do esporte aquático. Na última semana, disputou o Troféu Maria Lenk, em São Paulo, participando das provas de 100m livres. Neste quesito, o recorde mundial júnior era de 48 segundos e 97 décimos. Era. Matheus quebrou o recorde duas vezes, a primeira durante as eliminatórias (fez 48s85) e, depois, na final, com 48s61.
Ganhou, por estes feitos, o respeito do público e dos colegas, além da medalha de prata da competição (o ouro ficou com Cielo, que completou a prova em 48s13, mas é da categoria adulto).
Mais do que respeito, Matheus já tem garantidos os tratamentos para o diabetes tipo 1, muito importantes porque, certa vez, ele já deixou de participar de eventos internacionais por estar com a glicemia descontrolada. As informações a seguir são da Folha de São Paulo.
“Para não correr mais risco de perder o jovem talento nas próximas competições rumo à Rio-2016, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos e o Comitê Olímpico Brasileiro vão investir no tratamento médico dele.
Médicos das duas entidades vão se reunir e traçar um modelo de acompanhamento especial para que ele não tenha problemas com a diabetes, hoje sob controle.
“Pelo que soube, eles vão me oferecer tudo o que eu precisar na parte médica de saúde. Essa questão de tratamento requer dinheiro, e muito”, afirmou Matheus.
Segundo o nadador, o gasto com compra de insulina nunca é menor do que R$ 300 ou R$ 400 por mês, ou em até menos. “Esse custo é meu ou do meu clube [Unisanta], então se conseguir uma ajuda é bom.”
Outra novidade deve ser a compra de um equipamento para regular exatamente os índices (de hemoglobina, glicose e afins) de Matheus.”
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