Ainda em fase muito precoce de estudos, a SmartInsulin, é a junção das insulinas de ação lenta ou Ultra-rápidas com polímeros desenvolvidos especialmente para essa finalidade. Engenheiros da empresa SmartCells de Massachusetts (MIT) desenvolveram um polímero biodegradável com moléculas de ligação que se ligam à insulina e a prendem até o nível da glicose elevar-se até um certo patamar. Quando atinge este patamar o polímero libera insulina para corrente sanguínea. Este processo ocorre por causa de algo chamado de "ligação competitiva". Quando a glicose está baixa a insulina se liga ao polímero. Quando a glicose fica mais alta, a insulina liga-se então às moleculas de glicose.
As pesquisas encontram-se em fase pré-clínica, e estudos em animais mostraram-se promissores. Injetaram SmartInsulin em Animais, injetaram glicose para simular uma refeição. Acompanharam as glicemias com sensors de glicose, e os resultados foram extremamente animadores, mostrando que este tipo de insulina pode "sentir" as flutuações da glicemia e corrigí-las.
As aplicações serão feitas 1 vez ao dia via subcutânea com as mesmas agulhas usadas atualmente, e esta tecnologia está sendo testada também para tratamentos de Tireóide, Hormônio de Crescimento e Infertilidade.
Toda esta pesquisa tem um fundo de patrocínio vindo da JDRF – Juvenile Diabetes Research Foundation Internacional, Entidade seríssima de apoio a pesquisa e educação em diabetes tipo 1.
Ainda não temos a cura, mas certamente este tipo de desenvolvimento tecnológico vem ajudar e muito os diabéticos, principalmente tipo 1 que tanto necessitam de novidades para melhorarem seu controle glicêmico sem correr riscos de hipoglicemia, sem dúvida o maior desafio do tratamento.
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sábado, 15 de fevereiro de 2014
“SmartInsulins”, ou insulina inteligente
Imagine uma insulina aplicada no subcutâneo como as atuais, porém que só funcione quando a glicemia estiver elevada, e pare de funcionar em caso de glicemias mais baixas.
Ainda em fase muito precoce de estudos, a SmartInsulin, é a junção das insulinas de ação lenta ou Ultra-rápidas com polímeros desenvolvidos especialmente para essa finalidade. Engenheiros da empresa SmartCells de Massachusetts (MIT) desenvolveram um polímero biodegradável com moléculas de ligação que se ligam à insulina e a prendem até o nível da glicose elevar-se até um certo patamar. Quando atinge este patamar o polímero libera insulina para corrente sanguínea. Este processo ocorre por causa de algo chamado de "ligação competitiva". Quando a glicose está baixa a insulina se liga ao polímero. Quando a glicose fica mais alta, a insulina liga-se então às moleculas de glicose.
As pesquisas encontram-se em fase pré-clínica, e estudos em animais mostraram-se promissores. Injetaram SmartInsulin em Animais, injetaram glicose para simular uma refeição. Acompanharam as glicemias com sensors de glicose, e os resultados foram extremamente animadores, mostrando que este tipo de insulina pode "sentir" as flutuações da glicemia e corrigí-las.
As aplicações serão feitas 1 vez ao dia via subcutânea com as mesmas agulhas usadas atualmente, e esta tecnologia está sendo testada também para tratamentos de Tireóide, Hormônio de Crescimento e Infertilidade.
Toda esta pesquisa tem um fundo de patrocínio vindo da JDRF – Juvenile Diabetes Research Foundation Internacional, Entidade seríssima de apoio a pesquisa e educação em diabetes tipo 1.
Ainda não temos a cura, mas certamente este tipo de desenvolvimento tecnológico vem ajudar e muito os diabéticos, principalmente tipo 1 que tanto necessitam de novidades para melhorarem seu controle glicêmico sem correr riscos de hipoglicemia, sem dúvida o maior desafio do tratamento.
Ainda em fase muito precoce de estudos, a SmartInsulin, é a junção das insulinas de ação lenta ou Ultra-rápidas com polímeros desenvolvidos especialmente para essa finalidade. Engenheiros da empresa SmartCells de Massachusetts (MIT) desenvolveram um polímero biodegradável com moléculas de ligação que se ligam à insulina e a prendem até o nível da glicose elevar-se até um certo patamar. Quando atinge este patamar o polímero libera insulina para corrente sanguínea. Este processo ocorre por causa de algo chamado de "ligação competitiva". Quando a glicose está baixa a insulina se liga ao polímero. Quando a glicose fica mais alta, a insulina liga-se então às moleculas de glicose.
As pesquisas encontram-se em fase pré-clínica, e estudos em animais mostraram-se promissores. Injetaram SmartInsulin em Animais, injetaram glicose para simular uma refeição. Acompanharam as glicemias com sensors de glicose, e os resultados foram extremamente animadores, mostrando que este tipo de insulina pode "sentir" as flutuações da glicemia e corrigí-las.
As aplicações serão feitas 1 vez ao dia via subcutânea com as mesmas agulhas usadas atualmente, e esta tecnologia está sendo testada também para tratamentos de Tireóide, Hormônio de Crescimento e Infertilidade.
Toda esta pesquisa tem um fundo de patrocínio vindo da JDRF – Juvenile Diabetes Research Foundation Internacional, Entidade seríssima de apoio a pesquisa e educação em diabetes tipo 1.
Ainda não temos a cura, mas certamente este tipo de desenvolvimento tecnológico vem ajudar e muito os diabéticos, principalmente tipo 1 que tanto necessitam de novidades para melhorarem seu controle glicêmico sem correr riscos de hipoglicemia, sem dúvida o maior desafio do tratamento.
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