No blogger diabete tipo 1, voce encontra receitas de alimentação saudavel e sobre os avanços na medicina para uma qualidade de vida com diabetes
domingo, 27 de março de 2022
O Programa Exclusivo "Dominado Diabetes" se Trata de um Plano de Ação Inédito e Imediato Para Dominar o Diabetes em Definitivo Em Apenas 3 Semanas ou Menos de Forma 100% Natural e Livre de Uma Vez dos Remédios Caros e Perigosos.
Ao Adquirir o Programa "Controle Diabetes" Você Leva + 4 Bônus Impensáveis a custo ZERO:
1 - Dietas Low Carb (Dieta de Baixas Calorias) - Para Prevenir e Controlar o Diabetes;
2 - Plano Perda de Peso - Emagreça Sem Uso de Equipamentos Caros e Sem Passar Fome;
3 - Os Super-Alimentos Que Turbinam o Seu Desempenho Sexual: Separamos os Alimentos Poucos Conhecidos e Super Poderosos Para Reacender o Seu Apetite Sexual Independente da Sua Idade ou Gênero;
4 - O Fantástico Áudio-Book "Controle Diabetes" Para Ouvir Onde e Quando Quiser;
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Novo aparelho usa algoritmos para evitar hipoglicemia e hiperglicemia; aparelho deve custar R$ 30 mil
Em 2022, chega ao País um novo tipo de bomba, que combinada a um sensor para medir a glicose, pode evitar hipoglicemia e hiperglicema de modo automatizado.
A ciência corre para chegar mais perto de um pâncreas totalmente artificial, que dependa menos de ações humanas.
Acoplados na cintura ou até introjetados no corpo, os dispositivos miram uma injeção autônoma de insulina e controle mais preciso do açúcar no sangue. O custo elevado, porém, é um dos principais entraves.
Desenvolvida pela multinacional Medtronic, a bomba de insulina do Sistema Minimed 780G foi aprovada em março pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e deve chegar aqui em 2022.
O preço ainda não foi divulgado, mas deve ser maior que outros no mercado, como o Minimed 640G.
Também da Medtronic, ele custa cerca de R$ 30 mil e manutenção de R$ 3 mil e R$ 4 mil por mês, diz o médico Marcio Krakauer, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Com falta de opção no SUS, muitos pacientes têm preferido buscar aparelhos e pagar manutenção por meio de ações judiciais.
Segundo ele, um dos diferenciais do 780G é que, além de corrigir a hipoglicemia, o algoritmo conectado ao dispositivo recebe uma meta de glicose para controlar a hiperglicemia, quando há nível alto de glicose no sangue.
O dispositivo fica acoplado na cintura e conectado à região abdominal por uma cânula, que entrega insulina ao longo do dia.
Segundo a Medtronic, o novo sensor e o transmissor enviam os dados via Bluetooth para a bomba e para o celular, permitindo acompanhar a glicemia e liberar a insulina. O modelo já é vendido na Europa.
O sistema ainda requer ao menos duas medições manuais diárias para calibragem de glicose, praticamente o mesmo tanto do 640G – um híbrido automático.
Krakauer prevê mais avanços nos próximos anos. “É tudo uma questão de acertar o algoritmo”, diz ele, que reforça a necessidade de orientação médica.
Além da Medtronic, a suíça Roche vende bombas no Brasil. O Accu-Chek Combo – que depende de mais ações manuais – custa cerca de R$ 4,5 mil e requer manutenção de cerca de R$ 1,8 mil por mês.
Em 2019, a FDA (agência americana), aprovou, segundo o órgão, a “primeira bomba de insulina interoperável”.
Da empresa Tandem Diabetes Care, a Slim X2 é acoplada ao sensor de monitorar glicose, sem calibragem diária. Não há previsão de chegada ao Brasil.Sem cobertura no SUS, muitos recorrem à Justiça para ter o aparelho.
É o caso da influenciadora digital e estudante Beatriz Scher, de 28 anos, diagnosticada com diabetes tipo 1 em 2.000.
“A gente consegue entrar com ação judicial contra o Estado ou município e solicitar terapia de alto custo, se tiver indicação médica para isso”.
O Ministério da Saúde afirma que “não há evidências científicas suficientes” de que esse sistema seja superior “à terapia de múltiplas doses”, já incorporada ao SUS.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Descubra como pessoas comuns estão controlando a diabetes em 4 semanas e como você pode ter os mesmos resultados com uma alimentação sem restrição.A maior de todas as dúvidas de quem tem diabetes é “O Que Posso Comer?”. Pensando nisso, eu elaborei o Livro Digital “Diabetes & Você - Alimentação sem Restrição”, onde você vai Descobrir como se Alimentar de Forma Consciente sem Levar a Descontroles dos seus Níveis de Glicose. Viver com Diabetes Não Significa ter uma Vida cheia de Restrições Alimentares e Privações aos Prazeres de uma Boa Alimentação
Adicione o leite de coco, o adoçante, o sal e o óleo de coco em uma panela em fogo alto e mexa até começar a ferver. Reduza o fogo e deixe o leite cozinhar mexendo de vez em quando. Cozinhe o leite por 30 minutos até reduzir pela metade. Continue mexendo por aproximadamente 10 minutos e desligue. Deixe esfriar e leve para gelar. Pronto!
Trata de um Plano de Ação Inédito e Imediato Para Controlar o Diabetes em Em
Apenas 3 Semanas ou Menos de Forma 100% Natural. Ao Adquirir o Programa "Chave
do Diabetes" Você Leva + 4 Bônus Impensáveis a custo ZERO:
1 - Dietas Low Carb
(Dieta de Baixas Calorias) - Para Prevenir e Controlar o Diabetes;
2 - Plano
Perda de Peso - Emagreça Sem Uso de Equipamentos Caros e Sem Passar Fome;
3 - Os
Super-Alimentos Que Turbinam o Seu Desempenho Sexual: Separamos os Alimentos
Poucos Conhecidos e Super Poderosos Para Reacender o Seu Apetite Sexual
Independente da Sua Idade ou Gênero;
4 - O Fantástico Áudio-Book "Controle
Diabetes" Para Ouvir Onde e Quando Quiser;
Cientistas conseguiram otimizar o sistema imunológico de camundongos, com uso de células-tronco
A vida ganha novos detalhes e preocupações quando se tem diabetes tipo 1. É necessário ter a insulina e os medicamentos sempre por perto e prestar atenção ao tipo de alimento que consome. Mas um grupo de cientistas do Boston Children´s Hospital conseguiu reverter com sucesso a diabetes tipo 1 em testes realizados com camundongos.
Para a realização do estudo, os cientistas injetaram células-tronco estaminais, - que têm capacidade de se auto renovar e se dividir - , pré-tratadas nos camundongos para produzir mais de uma proteína chamada PD-L1, deficiente em camundongos e pessoas com diabetes tipo 1.
Os cientistas observaram que o contato com as células estaminais possibilitou uma remodelação do sistema imunológico. Com isso, quase todos os camundongos que foram testados foram curados contra o diabetes tipo 1, e um terço manteve níveis normais de açúcar no sangue durante a vida.
Sobre o diabetes tipo 1
O diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento da glicose (açúcar) no sangue. O diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina).
A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.
Novos testes
Apesar dos resultados positivos, ainda são necessários novos testes para determinar quanto tempo os efeitos da terapia durariam e com que frequência o antídoto deveria ser reaplicado.
Os pesquisadores estão trabalhando para otimizar coquetel de pequenas moléculas utilizando as células-tronco do sangue.
Pessoas com diabetes devem valorizar especialmente a vacinação
Pesquisa mostra desconhecimento da população com diabetes sobre seu calendário de imunização. Saiba quais as vacinas essenciais e os riscos de não tomá-las
Apesar de cerca de 13 milhões de pessoas conviverem com o diabetes no Brasil, a maior parte não sabe que há um calendário de vacinação específico para elas. Foi o que constatou uma pesquisa realizada ONG ADJ Diabetes Brasil com 2 027 participantes, incluindo pais e mães de pacientes crianças e cuidadores. Apenas 14,26% tinham conhecimento dessa informação.
O levantamento foi realizado pela internet entre 6 de novembro e 11 de dezembro de 2020, em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
O estudo também mostrou uma diferença entre portadores dos tipos 1 e 2 da doença. Veja: 47% dos respondentes com diabetes tipo 2 relataram que não lembravam se o seu médico já tinha comentado sobre a a importância da vacinação durante as consultas. Além disso, 9% afirmaram que, de fato, o especialista nunca havia tocado no assunto.
A situação com o tipo 1 é mais positiva: 38% dos entrevistados disseram que o profissional já havia feito essa orientação.
“Essa diferença pode ser explicada pelo fato de que a maior parte dos pacientes com diabetes do tipo 1 são crianças e adolescentes, que são acompanhados por pediatras ou endopediatras”, aponta a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, da SBD. E, normalmente, se dá mais atenção ao tema da vacinação com o público infantil.
Tem outro dado que confirma esse raciocínio. Quando olhamos apenas para as respostas de pais e mães com filhos portadores dessa versão de diabetes, 73,8% contaram que o médico das crianças já recomendou imunizantes durante a consulta.
O dilema entre os adultos
Segundo Hermelinda, existem dois principais motivos por trás desses resultados. Primeiramente, há a negligência de profissionais da saúde que lidam com pacientes adultos. “Quando nos unimos à Sbim há alguns anos para criar um guia de imunização dos portadores de diabetes, um dos objetivos era conscientizar os médicos a respeito da vacinação, principalmente cardiologistas, endocrinologistas e clínico geral”, conta a especialista.
Leia mais em: https://saude.abril.com.br/medicina/o-calendario-de-vacinacao-exclusivo-para-quem-tem-diabetes/