Se você tem diabetes, você pode estar curioso sobre bombas de insulina, que entregam insulina de ação rápida tanto como um pequeno fluxo e constante 24 horas por dia (basal) quanto em dose maior para refeições, lanches e níveis de açúcar no sangue elevados (bolus).
A boa notícia é que há uma grande quantidade de informações disponíveis sobre bombas de insulina. Além disso, muitos hospitais, incluindo o Cleveland Clinic, têm aulas para pessoas que estão pensando em usar uma delas.
Aqui está como uma bomba de insulina funciona: O dispositivo, que é aproximadamente do tamanho de um telefone celular pequeno, fornece insulina através de um pequeno tubo flexível chamado cânula. A cânula é parte de um conjunto de tubos chamado de conjunto de infusão. Ela é inserida sob a pele, utilizando uma agulha, a qual é, em seguida, removida – deixando apenas a cânula.
Faça alguma pesquisa e fale com o seu médico se você estiver considerando uma bomba, porque existem os prós e contras de se usar uma. Aqui está um resumo sobre as vantagens e desvantagens:
QUAIS SÃO AS VANTAGENS DA BOMBA DE INSULINA?
Você não tem que tomar um maior número de injeções. Para as pessoas que necessitam de três ou mais injeções de insulina por dia, utilizar uma bomba pode ser um grande benefício. Com a bomba de insulina, você só vai precisar da “picada” uma vez a cada dois ou três dias para alterações no local de perfusão
A bomba fornece uma entrega muito precisa de insulina. Isso ajuda a melhorar o controle do açúcar no sangue para as pessoas que têm dificuldade em mantê-lo regular. Algumas bombas têm a capacidade de ajustar a dosagem em até 0,001 de uma unidade!
Aqueles que usam bomba de insulina, muitas vezes têm melhorado os níveis de A1C. (O teste de A1C ajuda a medir o quão bem você está gerenciando seu diabetes.) Este é geralmente resultado de uma entrega mais precisa e consistente de insulina.
Você pode ter mais flexibilidade com sua dieta se você usar uma bomba de insulina. Por exemplo, comer cinco ou seis pequenas refeições por dia pode ser inconveniente para as pessoas que tomam injeções. Alguns usuários de insulina evitam este plano de refeição porque isso exigiria uma injeção para cada refeição que inclui carboidratos. Mas com uma bomba, a dosagem para refeições é feito pressionando botões na bomba, tornando muito mais fácil de adaptar a dosagem de insulina necessária a um plano de refeições que se adéqua ao seu estilo de vida.
O exercício pode ser mais fácil de gerir com uma bomba. Alguma vez você já teve que comer direito antes do exercício para evitar uma baixa de açúcar no sangue? Na maioria dos casos, isso é porque a insulina de ação prolongada continua a trabalhar durante o exercício. Com uma bomba, você pode desligar a insulina basal antes, durante e / ou após o exercício para ajudar a prevenir uma hipoglicemia.
Ela pode ajudar se a sua programação faz das injeções regulares mais difíceis de serem tomadas, tais como um dia de trabalho especialmente ocupado, trabalhando-terceiro turno, ou estar em um evento especial.
QUAIS SÃO AS DESVANTAGENS DAS BOMBAS DE INSULINA?
Embora as bombas tenham muitos benefícios, elas não são para todos. Você também deve considerar o seguinte:
A bomba não é um dispositivo “configure e esqueça”. Bombas exigem um monte de ações do usuário para regulá-la. Usuários de bomba inserem informações na bomba durante todo o dia, incluindo números do açúcar no sangue e gramas de carboidratos ingeridos. E a cada três dias, cabe ao usuário da bomba mudar seu / sua tubulação e inserir um novo conjunto de infusão.
Bombas de insulina requerem pelo menos quatro verificações de açúcar no sangue por dia. Esse monitoramento de açúcar no sangue frequente (na forma de picada nos dedos) é necessário para verificar se a bomba está entregando a insulina como esperado.
Usar uma bomba não significa que você não irá deixar de carregar o material de diabetes ao redor com você. Não só os usuários de bomba tem que trazer o seu monitor de açúcar no sangue com eles, como também devem carregar um kit de bomba de emergência em todos os momentos para o caso de mau funcionamento da bomba ou problemas com a tubulação.
Ao fazer a transição à partir das injeções para uma bomba, geralmente há necessidade de múltiplas visitas à sua equipe de saúde, mesmo antes de iniciar o uso da bomba. Estas visitas ajudam a prepará-lo e são cruciais para o seu sucesso na bomba, e pode demorar várias semanas ou meses para ser concluído.
Embora a maioria das companhias de seguros incluam as bombas, o seu co-pagamento poderá ser mais caro do que injeções. Verifique com a sua seguradora para ver se ela cobre a terapia com bomba e qual seria seu gasto.
Algumas pessoas ganham peso após o início do uso da bomba. Lembre-se que a vantagem da bomba é a maior flexibilidade na dieta. Claro, pressionar um botão em uma bomba faz com que seja mais fácil tomar insulina para um lanche, mas se os lanches são calorias extras em sua dieta, eles podem levar ao ganho de peso.
Com bombas de insulina há um maior risco de cetoacidose diabética, ou CAD, uma condição potencialmente perigosa onde a falta de insulina faz o corpo metabolizar a gordura para obter energia. Isto pode acontecer em qualquer altura, se houver um bloqueio no fluxo de insulina partindo da bomba. Felizmente, fazer as verificações de açúcar no sangue com frequência e carregar um kit bomba de emergência pode diminuir consideravelmente o risco de cetoacidose diabética.
Embora as bombas sejam convenientes, algumas pessoas não gostam de estar ligadas a uma delas; outras pessoas também não gostam da ideia de ter um dispositivo que permanece com eles 24 horas por dia.
Quanto mais você pesquisar, mais fácil será decidir se uma bomba de insulina é ideal para você. Agende uma visita com seu médico ou educador em diabetes para saber mais.
https://health.clevelandclinic.org/
No blogger diabete tipo 1, voce encontra receitas de alimentação saudavel e sobre os avanços na medicina para uma qualidade de vida com diabetes
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
UMA BOMBA DE INSULINA SERIA MELHOR PARA O SEU DIABETES?
Se você tem diabetes, você pode estar curioso sobre bombas de insulina, que entregam insulina de ação rápida tanto como um pequeno fluxo e constante 24 horas por dia (basal) quanto em dose maior para refeições, lanches e níveis de açúcar no sangue elevados (bolus).
A boa notícia é que há uma grande quantidade de informações disponíveis sobre bombas de insulina. Além disso, muitos hospitais, incluindo o Cleveland Clinic, têm aulas para pessoas que estão pensando em usar uma delas.
Aqui está como uma bomba de insulina funciona: O dispositivo, que é aproximadamente do tamanho de um telefone celular pequeno, fornece insulina através de um pequeno tubo flexível chamado cânula. A cânula é parte de um conjunto de tubos chamado de conjunto de infusão. Ela é inserida sob a pele, utilizando uma agulha, a qual é, em seguida, removida – deixando apenas a cânula.
Faça alguma pesquisa e fale com o seu médico se você estiver considerando uma bomba, porque existem os prós e contras de se usar uma. Aqui está um resumo sobre as vantagens e desvantagens:
QUAIS SÃO AS VANTAGENS DA BOMBA DE INSULINA?
Você não tem que tomar um maior número de injeções. Para as pessoas que necessitam de três ou mais injeções de insulina por dia, utilizar uma bomba pode ser um grande benefício. Com a bomba de insulina, você só vai precisar da “picada” uma vez a cada dois ou três dias para alterações no local de perfusão
A bomba fornece uma entrega muito precisa de insulina. Isso ajuda a melhorar o controle do açúcar no sangue para as pessoas que têm dificuldade em mantê-lo regular. Algumas bombas têm a capacidade de ajustar a dosagem em até 0,001 de uma unidade!
Aqueles que usam bomba de insulina, muitas vezes têm melhorado os níveis de A1C. (O teste de A1C ajuda a medir o quão bem você está gerenciando seu diabetes.) Este é geralmente resultado de uma entrega mais precisa e consistente de insulina.
Você pode ter mais flexibilidade com sua dieta se você usar uma bomba de insulina. Por exemplo, comer cinco ou seis pequenas refeições por dia pode ser inconveniente para as pessoas que tomam injeções. Alguns usuários de insulina evitam este plano de refeição porque isso exigiria uma injeção para cada refeição que inclui carboidratos. Mas com uma bomba, a dosagem para refeições é feito pressionando botões na bomba, tornando muito mais fácil de adaptar a dosagem de insulina necessária a um plano de refeições que se adéqua ao seu estilo de vida.
O exercício pode ser mais fácil de gerir com uma bomba. Alguma vez você já teve que comer direito antes do exercício para evitar uma baixa de açúcar no sangue? Na maioria dos casos, isso é porque a insulina de ação prolongada continua a trabalhar durante o exercício. Com uma bomba, você pode desligar a insulina basal antes, durante e / ou após o exercício para ajudar a prevenir uma hipoglicemia.
Ela pode ajudar se a sua programação faz das injeções regulares mais difíceis de serem tomadas, tais como um dia de trabalho especialmente ocupado, trabalhando-terceiro turno, ou estar em um evento especial.
QUAIS SÃO AS DESVANTAGENS DAS BOMBAS DE INSULINA?
Embora as bombas tenham muitos benefícios, elas não são para todos. Você também deve considerar o seguinte:
A bomba não é um dispositivo “configure e esqueça”. Bombas exigem um monte de ações do usuário para regulá-la. Usuários de bomba inserem informações na bomba durante todo o dia, incluindo números do açúcar no sangue e gramas de carboidratos ingeridos. E a cada três dias, cabe ao usuário da bomba mudar seu / sua tubulação e inserir um novo conjunto de infusão.
Bombas de insulina requerem pelo menos quatro verificações de açúcar no sangue por dia. Esse monitoramento de açúcar no sangue frequente (na forma de picada nos dedos) é necessário para verificar se a bomba está entregando a insulina como esperado.
Usar uma bomba não significa que você não irá deixar de carregar o material de diabetes ao redor com você. Não só os usuários de bomba tem que trazer o seu monitor de açúcar no sangue com eles, como também devem carregar um kit de bomba de emergência em todos os momentos para o caso de mau funcionamento da bomba ou problemas com a tubulação.
Ao fazer a transição à partir das injeções para uma bomba, geralmente há necessidade de múltiplas visitas à sua equipe de saúde, mesmo antes de iniciar o uso da bomba. Estas visitas ajudam a prepará-lo e são cruciais para o seu sucesso na bomba, e pode demorar várias semanas ou meses para ser concluído.
Embora a maioria das companhias de seguros incluam as bombas, o seu co-pagamento poderá ser mais caro do que injeções. Verifique com a sua seguradora para ver se ela cobre a terapia com bomba e qual seria seu gasto.
Algumas pessoas ganham peso após o início do uso da bomba. Lembre-se que a vantagem da bomba é a maior flexibilidade na dieta. Claro, pressionar um botão em uma bomba faz com que seja mais fácil tomar insulina para um lanche, mas se os lanches são calorias extras em sua dieta, eles podem levar ao ganho de peso.
Com bombas de insulina há um maior risco de cetoacidose diabética, ou CAD, uma condição potencialmente perigosa onde a falta de insulina faz o corpo metabolizar a gordura para obter energia. Isto pode acontecer em qualquer altura, se houver um bloqueio no fluxo de insulina partindo da bomba. Felizmente, fazer as verificações de açúcar no sangue com frequência e carregar um kit bomba de emergência pode diminuir consideravelmente o risco de cetoacidose diabética.
Embora as bombas sejam convenientes, algumas pessoas não gostam de estar ligadas a uma delas; outras pessoas também não gostam da ideia de ter um dispositivo que permanece com eles 24 horas por dia.
Quanto mais você pesquisar, mais fácil será decidir se uma bomba de insulina é ideal para você. Agende uma visita com seu médico ou educador em diabetes para saber mais.
https://health.clevelandclinic.org/
PÂNCREAS ARTIFICIAL JÁ PODE ESTAR DISPONÍVEL À PARTIR DO ANO QUE VEM
Um pâncreas artificial que permite a quem sofre de diabetes levar uma ‘vida normal’ poder estar disponível dentro de dois anos.
Cientistas desenvolveram um dispositivo do tamanho de um smartphone que monitora os níveis de açúcar no sangue dos pacientes e automaticamente injeta quantidades adequadas de insulina.
O produto revolucionário fica preso às roupas do usuário, à partir do qual ele monitora os níveis de glicose e fornece insulina quando necessário através de uma cânula sob um adesivo grudado na pele.
Poder ser uma tábua de salvação para cerca de 350.000 britânicos que sofrem de diabetes tipo 1 – uma condição ao longo da vida, onde o pâncreas pára de produzir insulina.
Atualmente, os doentes devem injetar-se com insulina até cinco vezes por dia para evitar problemas de saúde graves.
O smartphone monitora os níveis de açúcar no sangue de um paciente (1) com leituras transmitidas ao centro de controle (2) antes da bomba de insulina entregar a dose correta (3) para o usuário.
Mas a quantidade necessária se altera todos os dias dependendo de seus níveis de dieta e atividade, o que significa que a pessoa com diabetes deve monitorar o açúcar no sangue com testes de picada no dedo a cada poucas horas.
O dispositivo também poderia beneficiar dezenas de milhares de pessoas que sofrem de diabetes tipo 2 não controlada.
Cerca de 3,1 milhões de pacientes estão diagnosticados com diabetes tipo 2, que está ligada à obesidade, dentre os quais 14 por cento têm uma forma grave que necessita de injeções de insulina.
Por causa do aumento dos níveis de obesidade, estima-se que um total de cinco milhões de britânicos terão diabetes em 2025 – a maioria com tipo 2.
Cientistas da Universidade de Cambridge que trabalham no pâncreas artificial tentam encontrar uma maneira de combinar dois dispositivos existentes – bombas que entregam insulina e monitores contínuos de glicose (CGM)- em um “pâncreas artificial” automático num sistema de circuito fechado.
Em pesquisa publicada na revista Diabetologia, o Dr. Roman Hovorka e Dr Hood Thabit disse: “O diabetes tipo 1 carrega um fardo significativo psicossocial e impacta negativamente a qualidade de vida”.
“Durante o período de estudos, os usuários se sentiram otimistas em relação ao uso do pâncreas artificial, pois tiveram mais ‘tempo livre’ ou um ‘feriado’ de suas gestões da diabetes, uma vez que o sistema gerenciou eficazmente os seus níveis de açúcar no sangue sem a necessidade de monitoramento constante”.
Os pesquisadores compararam os resultados de vários estudos que analisavam como os adultos e as crianças se sentiram ao utilizar os dispositivos, tanto em ‘campos de testes’, nos quais eles eram cuidadosamente monitorados, quanto nos ambientes normais de suas casas.
Eles descobriram que os dispositivos não eram apenas bem sucedidos na gestão do diabetes, mas também reduziu a quantidade de tempo gasto para corrigir níveis muito altos ou muito baixos de açúcar no sangue, em comparação com a técnica habitual de auto-gestão.
Neste estudo que foi o mais longo realizado até hoje, os pacientes usaram o dispositivo de circuito fechado dia e noite em casa por três meses. Ao utilizá-lo, houve uma melhora de 11% na quantidade de tempo que os seus níveis sanguíneos estiveram na meta estipulada.
Dr. Hovorka disse que os dispositivos estarão prontos para serem colocados à disposição do público, tão logo sejam aprovados pelos órgãos reguladores, oque deve acontecer em 2017 nos EUA e ao final de 2018 no Reino Unido e na Europa.
O pâncreas artificial que pode revolucionar o tratamento para as pessoas com diabetes pode estar disponível na Grã-Bretanha já nos próximos dois anos
Ele disse: ‘Algumas empresas (fabricantes da tecnologia) estão apenas iniciando os testes para passar pelas aprovações regulatórias.
Os cientistas também continuam a desenvolver o produto – incluindo os aspectos de cibersegurança para impedir a ação de hackers.
Dr. Hovorka acrescentou: “Isto é uma evolução de tecnologias, havendo pesquisas contínuas em ambas as partes, como no monitoramento da glicose, na entrega da insulina, bem como na produção uma nova insulina (sintético), que pode atuar mais rápido ainda.
“Cada um desses componentes em desenvolvimento paralelo irá ajudar este sistema a ficar mais fácil e confiável de usar”.
O dispositivo poderia, eventualmente, substituir a necessidade em alguns pacientes diabéticos de fazer transplantes de pâncreas, o que significa que pode evitar operações de grande porte e drogas para suprimir a ação de seu sistema imunológico para o resto de suas vidas.
Dr Elizabeth Robertson, diretora de pesquisas da Diabetes UK, disse que este desenvolvimento pode representar uma mudança de vida para as pessoas que sofrem de diabetes.
Ela acrescentou: “O pâncreas artificial tem o potencial de transformar vidas, especialmente daquelas pessoas que têm dificuldade em manter um bom controle de seus níveis de glicose no sangue”.
“Estamos muito satisfeitos por ver esta área de pesquisas se movendo em um ritmo bem rápido, mas ainda há obstáculos a serem superados para tornar esta tecnologia mais eficaz e o mais confiável possível”.
“Diabetes UK tem oferecido apoio de longa data nesta pesquisa do professor Hovorka para o desenvolvimento da tecnologia do pâncreas artificial, e é emocionante ver que esses investimentos vão fazer uma diferença real para a vida das pessoas com diabetes tipo 1”.
http://www.dailymail.co.uk/
domingo, 31 de julho de 2016
ESTUDO CONSTATA QUE ‘POKÉMON GO’ PODERIA AJUDAR A PREVENIR O DIABETES TIPO 2
A caça aos monstrinhos faz o autor caminhar por quilômetros, podendo assim prevenir a obesidade e diabetes tipo 2
‘Pokémon Go’ pode ajudar a prevenir os riscos de diabetes tipo 2, disse o líder de um estudo sobre diabetes.
Pesquisadores da Universidade de Leicester, Reino Unido, disseram que a nova mania do smartphone ‘Pokémon Go’ poderia ser uma “solução inovadora” para o aumento dos casos de obesidade, que é uma das principais causas de diabetes do tipo 2 e doenças cardiovasculares.
“Se Pokémon Go é algo que pode tirar as pessoas do sofá para caminhar nas ruas, então este jogo poderia ser uma solução inovadora para o aumento dos níveis de obesidade”, disse o Dr. Tom Yates, especialista em atividade física, comportamento sedentário e Saúde da Universidade de Leicester, em um comunicado de imprensa .
“Andar a pé é extremamente subestimado, mas no entanto, é a melhor e mais barata forma de se fazer exercício. É uma maneira fácil e acessível para manter-se ativo e ajudar a manter um corpo saudável”, acrescentou Yates.
A obesidade é considerada o “mais potente fator de risco” para a diabetes tipo 2, sendo responsável por 80 a 85 por cento do risco global de desenvolver a doença, disseram os pesquisadores. De acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), mais de um terço dos adultos americanos são obesos e, além de diabetes tipo 2, a obesidade também pode causar doença cardíaca, derrame e alguns tipos de cânceres.
Os dados do National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI) também apontam para a inatividade física como um dos principais contribuintes para o aumento dos índices de obesidade nos EUA , de acordo com StateOfObesity.org, sendo que um estilo de vida sedentário é o responsável por uma em cada 10 mortes entre os adultos norte-americanos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva o hábito de manter um estilo de vida saudável, incluindo atividade física moderada por até 30 minutos diários.
‘Pokémon Go’, que é um jogo de caça com realidade aumentada,exigindo que os jogadores caminhem para pegar monstros Pokémon que aparecem em suas telas de celulares.
De acordo com o estudo, os usuários do ‘Pokémon Go”estão deixando suas casas para caminhar por quilômetros apenas para brincar com o jogo, estimulando a prática de atividade física intensa sem que eles percebam.
Em um estudo realizado pela Universidade de Leicester no ano passado, os pesquisadores mostraram a importância de um movimento leve de cinco minutos após longos períodos de inatividade. A pesquisa mostrou que as mulheres poderiam evitar o desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao ficar regularmente em pé ou caminhar.
http://www.natureworldnews.com/
CIENTISTAS AVANÇAM NA BUSCA DA PÍLULA DE INSULINA
Especialistas de Israel e dos EUA estão encontrando uma maneira de fornecer insulina para o corpo através do intestino
Uma pílula de insulina, que acaba com a necessidade de injeções diárias para diabéticos poderia estar no mercado em cinco anos.
O segredo para a entrega de insulina em forma de pílula é considerado “o Santo Graal da pesquisa do diabetes”, porque centenas de milhares de doentes são atualmente obrigados a injetar-se para manter a condição sob controle.
Mas agora especialistas de Israel e dos EUA estão encontrando uma maneira de fornecer insulina para o corpo através do intestino.
As tentativas anteriores haviam sido infrutíferas porque as pílulas foram facilmente destruídas por vários sucos digestivos na boca, estômago e intestinos.
Agora, a equipe desenvolveu um revestimento especial para proteger o comprimido do estômago e da boca, juntamente com um produto químico “de neutralização dos ácidos” que é liberado quando o comprimido atinge o intestino.
A insulina é então absorvida diretamente pela corrente sanguínea sendo levada ao fígado, que é um dos principais órgãos cuja avaria contribui para a diabetes.
Com injeções de insulina leva-se a uma rota mais indireta através da corrente sanguínea.
As injeções são um impedimento para o tratamento, porque as pessoas não gostam delas
Os cientistas, em colaboração com uma empresa de Jerusalém, a farmacêutica Oramed, esperam que, ao intervir mais cedo em algumas das muitas – e às vezes mortais – complicações da diabetes poderiam ser evitadas.
Estas incluem danos aos nervos levando a amputações, insuficiência renal e lesões oculares que podem provocar cegueira.
Os resultados preliminares dos estudos demonstram que a nova pílula foi eficaz na redução dos níveis de glicose no sangue em diabéticos.
Dr. Roy Eldor, chefe do diabetes em Tel Aviv Medical Center e diretor médico da Oramed, disse: “É o Santo Graal da pesquisa do diabetes. Estou muito animado que temos alcançado resultados positivos”.
“A diabetes é uma pandemia, uma enorme carga de doenças que nós ainda não conseguimos superar. As injeções são um impedimento para o tratamento, porque as pessoas não gostam delas, embora as agulhas estejam bem mais finas e bem menos doloridas do que eram antes”.
A equipe pretende lançar novos testes que, se bem sucedidos, poderá fazer com que o novo medicamento seja lançado no mercado em até cinco anos.
O químico ganhador do Prêmio Nobel Professor Avram Hershko foi trazido para encontrar uma maneira de colocar à insulina em um comprimido e mantê-lo intacto no intestino. Ele ajudou a desenvolver um revestimento para pílula de Oramed com uma substância encontrada na soja.
Pessoas com diabetes não produzem insulina suficiente para proteger o corpo contra os efeitos nocivos da alta de glicose.
A pílula está sendo desenvolvido para pacientes com diabetes tipo 2, que muitas vezes vêem o seu progresso da doença até o ponto onde eles precisam de injeções de insulina.
Os diabéticos tipo 1, cujo próprio corpo destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, pode também se beneficiarem desta pílula no futuro.
A diabetes do tipo 2 responde por mais de 90 por cento dos 400 milhões de casos de diabetes em todo o mundo. Há mais de quatro milhões de diabéticos no Reino Unido, e cerca de 550.000 com diabetes ainda não diagnosticada do tipo 2.
http://www.express.co.uk/
Injecções diárias dos diabéticos à beira do fim?
Experiências da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra estão, para já, a ser realizadas apenas em ratos, mas com resultados muito positivos.
Pode ser o fim das injecções diárias para os diabéticos. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra conseguiu encapsular células produtoras de insulina, que funcionam como um pâncreas bioartificial passível de ser implantado nos doentes.
“No fundo, é desenvolver uma forma de ter células que produzem insulina para substituir aquela que eles produzem de forma deficitária”, sintetiza Raquel Seiça, líder da equipa de investigação.
Nestas declarações à Renascença, Raquel Seiça garante que isto significaria o fim das várias injecções de insulina por dia, nos diabéticos de tipo 1.
As vantagens não se ficam, no entanto, por aqui.
“O facto de serem células encapsuladas (dentro de uma cápsula de polímeros especiais) vai permitir uma outra coisa, que é o seguinte: no caso de um transplante de pâncreas os doentes têm de fazer, até ao fim da sua vida, imunossupressores. Sendo essas células encapsuladas evita, a necessidade da administração imunossupressores e isso é o ideal porque os imunossupressores também trazem problemas aos doentes”, explica.
A microcápsula pode vir a ser instalada debaixo da pele ou no músculo, o local ainda não está definido.
A investigação tem tido resultados muito positivos mas para já apenas em ratos.
Pode ser o fim das injecções diárias para os diabéticos. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra conseguiu encapsular células produtoras de insulina, que funcionam como um pâncreas bioartificial passível de ser implantado nos doentes.
“No fundo, é desenvolver uma forma de ter células que produzem insulina para substituir aquela que eles produzem de forma deficitária”, sintetiza Raquel Seiça, líder da equipa de investigação.
Nestas declarações à Renascença, Raquel Seiça garante que isto significaria o fim das várias injecções de insulina por dia, nos diabéticos de tipo 1.
As vantagens não se ficam, no entanto, por aqui.
“O facto de serem células encapsuladas (dentro de uma cápsula de polímeros especiais) vai permitir uma outra coisa, que é o seguinte: no caso de um transplante de pâncreas os doentes têm de fazer, até ao fim da sua vida, imunossupressores. Sendo essas células encapsuladas evita, a necessidade da administração imunossupressores e isso é o ideal porque os imunossupressores também trazem problemas aos doentes”, explica.
A microcápsula pode vir a ser instalada debaixo da pele ou no músculo, o local ainda não está definido.
A investigação tem tido resultados muito positivos mas para já apenas em ratos.
sábado, 9 de julho de 2016
O VERDADEIRO IMPACTO DA EPIDEMIA GLOBAL DE DIABETES ESTÁ SUBESTIMADO
A prevalência de diabetes global tem sido seriamente subestimada em pelo menos 25 por cento, de acordo com o artigo publicado neste sábado 09 de julho de 2016 na Nature Reviews.
Em 2015, a Federação Internacional de Diabetes (IDF) estimou o número de pessoas com diabetes em cerca de 415 milhões, no entanto, o número real pode ser mais elevado como algo em torno de 520 milhões, de acordo com o novo artigo da Universidade de Monash elaborado pelo Professor de Diabetes, Paul Zimmet, e co -autores do Reino Unido e dos EUA; todos eles líderes globais de pesquisas em epidemiologia e diabetes.
A equipe de pesquisa argumenta que as organizações as quais os formuladores de políticas de saúde pública dependem (incluindo a Organização Mundial de Saúde, o IDF e a Global Burden of Disease and Noncommunicable Disease Risk Factor Collaborations) utilizaram diferentes e, por vezes, inapropriados métodos e testes para determinar a mortalidade e prevalência da diabetes.
O Professor Zimmet disse: “A forma como os dados globais sobre o diabetes tem sido coligidos são inconsistentes, não sendo usada a norma necessária para o planeamento da saúde pública para lidar com o que é agora uma das maiores epidemias de doenças crônicas na história humana. Mais de 12 por cento da despesa global de saúde é direcionada para o tratamento do diabetes.
“Existem grandes e graves lacunas no nosso conhecimento sobre o ônus da diabetes, particularmente nos países em desenvolvimento que terão impactos imprevistos significativos nos sistemas nacionais de saúde”, disse ele.
“No entanto, também na Austrália, o número de pessoas com diabetes e pré-diabetes, especialmente nas comunidades indígenas, também tem sido subestimado”.
“Como o açúcar no sangue em jejum tem sido usado como principal teste de diagnóstico para essas condições na Austrália, é quase certo que o verdadeiro peso da doença tenha sido subestimado. Os recursos necessários ,conforme identificado na Estratégia Nacional de Diabetes para a Austrália 2015, serão, portanto, inadequados”, disse ele.
Professor Zimmet disse que a causa da subestimativa grave da carga de diabetes é devida a vários fatores, incluindo a falta real de dados nacionais sobre a diabetes em muitos países – e os métodos de teste para diabetes usados em muitos países – particularmente nos países em desenvolvimento. O documento recomenda um teste alternativo de glicose no sangue em jejum e um teste duas horas após a bebida de glicose para fornecer um conjunto mais preciso de dados.
“Enquanto a OMS recomenda um teste de glicemia em jejum e, duas horas depois de uma bebida de glicose, somente o teste de glicemia de jejum é utilizado em muitos casos resultando em uma subestimação de pelo menos 25 por cento no número de novos casos de diabetes”, disse o Professor Zimmet.
Os autores recomendaram um segundo teste, um desafio da glicose, a ser realizado após duas horas de jejum, como uma maneira de confirmar a probabilidade efetiva de um paciente desenvolver ou não diabetes. Um teste alternativo, HbA1c (hemoglobina glicada) está agora sendo recomendado pela OMS e pela American Diabetes Association para contornar a falta do teste de duas horas. Pesquisas ainda estão em andamento para garantir que este teste faz o mesmo trabalho.
De acordo com o co-autor Professor Sir George Alberti, ex-Presidente da IDF e do Royal College of Physicians (Londres), a obtenção de dados precisos é crucial.
“Dados precisos sobre o ônus da diabetes são necessários para que os países possam identificar as prioridades de saúde atuais e futuras para estimar os custos econômicos e sociais diretos e indiretos da doença e para alocar recursos de saúde adequados e despesas do sistema de saúde”, disse o professor Alberti.
Fonte: Universidade Monsash
TRANSPLANTE DE PÂNCREAS ACABA COM 41 ANOS DE DIABETES
Para Patrick Nolan, receber um transplante de pâncreas significa acabar com uma rotina de 41 anos de verificações de seu açúcar no sangue e injetar insulina de quatro a seis vezes por dia para controlar sua diabetes tipo 1. Nolan, 52 anos, de Siracusa (NY), recebeu um transplante de pâncreas dia 30 de junho no Hospital Universitário Upstate.
“Sinto-me como um cão velho aprendendo truques novos”, disse Nolan. “Agora eu posso ir a uma loja de conveniência, comer uma barra de chocolate e não precisar me preocupar com isso”.
A operação de Nolan de sete horas foi o primeiro transplante de pâncreas realizado em Upstate desde 2005. O hospital está voltando a realizar transplantes de pâncreas como parte de um esforço para construir um centro de transplantes para os diabéticos.
O pâncreas é um longa glândula na barriga que libera insulina e controla os níveis de açúcar no sangue. O pâncreas de pessoas com diabetes tipo 1 não produz insulina. O pâncreas em pessoas com diabetes tipo 2 produz insulina, mas seus corpos não respondem bem a ela. É por isso que muitos diabéticos têm de tomar insulina. Diabetes ao longo do tempo, quando não cuidada, pode causar insuficiência renal, doença cardíaca, amputações, acidente vascular cerebral, cegueira e outras complicações.
Um transplante de pâncreas cura diabetes e libera pacientes de um “rígido estilo de vida”, disse o Dr. Mark Laftavi, cirurgião de Nolan.
“De repente, você se vê fora dessa prisão que está mantido por anos e anos”, disse ele.
Um novo pâncreas também interrompe e, em alguns casos, reverte as complicações causadas pela diabetes, disse ele.
O novo pâncreas de Nolan veio de um doador falecido aos 20 anos de Tennessee.
Laftavi realizou um segundo transplante de pâncreas no dia 04 de julho em um outro paciente diabético local.
Nos últimos anos, Upstate tem feito apenas transplantes de rim. Upstate realizou 36 transplantes de pâncreas entre 1994 e 2005, quando então deixou o programa de transplantes de pâncreas adormecido. Dr. Rainer Gruessner, um cirurgião de transplante de renome nacional que se tornou chefe de transplantes do Upstate outono passado, está expandindo o programa de transplantes. Upstate também tem planos de fazer transplantes de fígado e ilhotas do pâncreas. Uma ilhota é um aglomerado de células pancreáticas que produzem insulina.
O programa concentra-se em pacientes que recebem transplantes de rins, depois de sofrer insuficiência renal causada pelo diabetes. Além disso a cura do diabetes, por um transplante de pâncreas, pode prolongar a vida de um rim transplantado. O programa também tem como alvo uma pequena percentagem de diabéticos com “diabetes frágil”, um tipo de diabetes que é muito difícil de controlar.
Nolan foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 11 anos Ele sofreu várias complicações da diabetes incluindo catarata, pressão arterial alta, colesterol alto e insuficiência renal. Ele entrou na diálise 4 anos atrás, quando seus rins pararam de funcionar.
Nolan, que trabalha como voluntário em Upstate, recebeu um transplante de rim no hospital em dezembro.
O hospital acrescentou ele à lista de espera para o pâncreas depois de obter a aprovação no início deste ano de retomar os transplantes de pâncreas.
Nolan ficou com muitas dores nos dois primeiros dias após a cirurgia. “Eu senti como se tivesse sido atingido por um caminhão, que, em seguida, passou por cima de mim”, disse ele.
Nolan deve tomar medicamentos para o resto de sua vida para evitar que seu corpo rejeite o pâncreas. Além da rejeição, a cirurgia de transplante do pâncreas acarreta um risco de outras complicações, como coágulos sanguíneos, hemorragia e infecção.
Nolan não tem arrependimentos sobre a realização do transplante. “Foi a melhor decisão que já tomei”, disse ele.
Gruessner disse que Nolan irá cair na realidade de ter um pâncreas funcionando corretamente quando “comer um brownie, cookie ou sorvete de casquinha e não ter que verificar o seu nível de açúcar no sangue nem ter de injetar insulina”.
http://www.syracuse.com/
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Boa notícia para os diabéticos no Brasil: a CNOGA recebeu aprovação da ANVISA para comercialização no BRASIL de seu revolucionário Glicômetr...
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