domingo, 31 de julho de 2016

ESTUDO CONSTATA QUE ‘POKÉMON GO’ PODERIA AJUDAR A PREVENIR O DIABETES TIPO 2

A caça aos monstrinhos faz o autor caminhar por quilômetros, podendo assim prevenir a obesidade e diabetes tipo 2 ‘Pokémon Go’ pode ajudar a prevenir os riscos de diabetes tipo 2, disse o líder de um estudo sobre diabetes. Pesquisadores da Universidade de Leicester, Reino Unido, disseram que a nova mania do smartphone ‘Pokémon Go’ poderia ser uma “solução inovadora” para o aumento dos casos de obesidade, que é uma das principais causas de diabetes do tipo 2 e doenças cardiovasculares. “Se Pokémon Go é algo que pode tirar as pessoas do sofá para caminhar nas ruas, então este jogo poderia ser uma solução inovadora para o aumento dos níveis de obesidade”, disse o Dr. Tom Yates, especialista em atividade física, comportamento sedentário e Saúde da Universidade de Leicester, em um comunicado de imprensa . “Andar a pé é extremamente subestimado, mas no entanto, é a melhor e mais barata forma de se fazer exercício. É uma maneira fácil e acessível para manter-se ativo e ajudar a manter um corpo saudável”, acrescentou Yates. A obesidade é considerada o “mais potente fator de risco” para a diabetes tipo 2, sendo responsável por 80 a 85 por cento do risco global de desenvolver a doença, disseram os pesquisadores. De acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), mais de um terço dos adultos americanos são obesos e, além de diabetes tipo 2, a obesidade também pode causar doença cardíaca, derrame e alguns tipos de cânceres. Os dados do National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI) também apontam para a inatividade física como um dos principais contribuintes para o aumento dos índices de obesidade nos EUA , de acordo com StateOfObesity.org, sendo que um estilo de vida sedentário é o responsável por uma em cada 10 mortes entre os adultos norte-americanos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva o hábito de manter um estilo de vida saudável, incluindo atividade física moderada por até 30 minutos diários. ‘Pokémon Go’, que é um jogo de caça com realidade aumentada,exigindo que os jogadores caminhem para pegar monstros Pokémon que aparecem em suas telas de celulares. De acordo com o estudo, os usuários do ‘Pokémon Go”estão deixando suas casas para caminhar por quilômetros apenas para brincar com o jogo, estimulando a prática de atividade física intensa sem que eles percebam. Em um estudo realizado pela Universidade de Leicester no ano passado, os pesquisadores mostraram a importância de um movimento leve de cinco minutos após longos períodos de inatividade. A pesquisa mostrou que as mulheres poderiam evitar o desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao ficar regularmente em pé ou caminhar.   http://www.natureworldnews.com/

CIENTISTAS AVANÇAM NA BUSCA DA PÍLULA DE INSULINA

Especialistas de Israel e dos EUA estão encontrando uma maneira de fornecer insulina para o corpo através do intestino Uma pílula de insulina, que acaba com a necessidade de injeções diárias para diabéticos poderia estar no mercado em cinco anos. O segredo para a entrega de insulina em forma de pílula é considerado “o Santo Graal da pesquisa do diabetes”, porque centenas de milhares de doentes são atualmente obrigados a injetar-se para manter a condição sob controle. Mas agora especialistas de Israel e dos EUA estão encontrando uma maneira de fornecer insulina para o corpo através do intestino. As tentativas anteriores haviam sido infrutíferas porque as pílulas foram facilmente destruídas por vários sucos digestivos na boca, estômago e intestinos. Agora, a equipe desenvolveu um revestimento especial para proteger o comprimido do estômago e da boca, juntamente com um produto químico “de neutralização dos ácidos” que é liberado quando o comprimido atinge o intestino. A insulina é então absorvida diretamente pela corrente sanguínea sendo levada ao fígado, que é um dos principais órgãos cuja avaria contribui para a diabetes. Com injeções de insulina leva-se a uma rota mais indireta através da corrente sanguínea. As injeções são um impedimento para o tratamento, porque as pessoas não gostam delas Os cientistas, em colaboração com uma empresa de Jerusalém, a farmacêutica Oramed, esperam que, ao intervir mais cedo em algumas das muitas – e às vezes mortais – complicações da diabetes poderiam ser evitadas. Estas incluem danos aos nervos levando a amputações, insuficiência renal e lesões oculares que podem provocar cegueira. Os resultados preliminares dos estudos demonstram que a nova pílula foi eficaz na redução dos níveis de glicose no sangue em diabéticos. Dr. Roy Eldor, chefe do diabetes em Tel Aviv Medical Center e diretor médico da Oramed, disse: “É o Santo Graal da pesquisa do diabetes. Estou muito animado que temos alcançado resultados positivos”. “A diabetes é uma pandemia, uma enorme carga de doenças que nós ainda não conseguimos superar. As injeções são um impedimento para o tratamento, porque as pessoas não gostam delas, embora as agulhas estejam bem mais finas e bem menos doloridas do que eram antes”. A equipe pretende lançar novos testes que, se bem sucedidos, poderá fazer com que o novo medicamento seja lançado no mercado em até cinco anos. O químico ganhador do Prêmio Nobel Professor Avram Hershko foi trazido para encontrar uma maneira de colocar à insulina em um comprimido e mantê-lo intacto no intestino. Ele ajudou a desenvolver um revestimento para pílula de Oramed com uma substância encontrada na soja. Pessoas com diabetes não produzem insulina suficiente para proteger o corpo contra os efeitos nocivos da alta de glicose. A pílula está sendo desenvolvido para pacientes com diabetes tipo 2, que muitas vezes vêem o seu progresso da doença até o ponto onde eles precisam de injeções de insulina. Os diabéticos tipo 1, cujo próprio corpo destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, pode também se beneficiarem desta pílula no futuro. A diabetes do tipo 2 responde por mais de 90 por cento dos 400 milhões de casos de diabetes em todo o mundo. Há mais de quatro milhões de diabéticos no Reino Unido, e cerca de 550.000 com diabetes ainda não diagnosticada do tipo 2.   http://www.express.co.uk/

Injecções diárias dos diabéticos à beira do fim?

Experiências da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra estão, para já, a ser realizadas apenas em ratos, mas com resultados muito positivos. Pode ser o fim das injecções diárias para os diabéticos. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra conseguiu encapsular células produtoras de insulina, que funcionam como um pâncreas bioartificial passível de ser implantado nos doentes. “No fundo, é desenvolver uma forma de ter células que produzem insulina para substituir aquela que eles produzem de forma deficitária”, sintetiza Raquel Seiça, líder da equipa de investigação. Nestas declarações à Renascença, Raquel Seiça garante que isto significaria o fim das várias injecções de insulina por dia, nos diabéticos de tipo 1. As vantagens não se ficam, no entanto, por aqui. “O facto de serem células encapsuladas (dentro de uma cápsula de polímeros especiais) vai permitir uma outra coisa, que é o seguinte: no caso de um transplante de pâncreas os doentes têm de fazer, até ao fim da sua vida, imunossupressores. Sendo essas células encapsuladas evita, a necessidade da administração imunossupressores e isso é o ideal porque os imunossupressores também trazem problemas aos doentes”, explica. A microcápsula pode vir a ser instalada debaixo da pele ou no músculo, o local ainda não está definido. A investigação tem tido resultados muito positivos mas para já apenas em ratos.

sábado, 9 de julho de 2016

O VERDADEIRO IMPACTO DA EPIDEMIA GLOBAL DE DIABETES ESTÁ SUBESTIMADO

A prevalência de diabetes global tem sido seriamente subestimada em pelo menos 25 por cento, de acordo com o artigo publicado neste sábado 09 de julho de 2016 na Nature Reviews. Em 2015, a Federação Internacional de Diabetes (IDF) estimou o número de pessoas com diabetes em cerca de 415 milhões, no entanto, o número real pode ser mais elevado como algo em torno de 520 milhões, de acordo com o novo artigo da Universidade de Monash elaborado pelo Professor de Diabetes, Paul Zimmet, e co -autores do Reino Unido e dos EUA; todos eles líderes globais de pesquisas em epidemiologia e diabetes. A equipe de pesquisa argumenta que as organizações as quais os formuladores de políticas de saúde pública dependem (incluindo a Organização Mundial de Saúde, o IDF e a Global Burden of Disease and Noncommunicable Disease Risk Factor Collaborations) utilizaram diferentes e, por vezes, inapropriados métodos e testes para determinar a mortalidade e prevalência da diabetes. O Professor Zimmet disse: “A forma como os dados globais sobre o diabetes tem sido coligidos são inconsistentes, não sendo usada a norma necessária para o planeamento da saúde pública para lidar com o que é agora uma das maiores epidemias de doenças crônicas na história humana. Mais de 12 por cento da despesa global de saúde é direcionada para o tratamento do diabetes. “Existem grandes e graves lacunas no nosso conhecimento sobre o ônus da diabetes, particularmente nos países em desenvolvimento que terão impactos imprevistos significativos nos sistemas nacionais de saúde”, disse ele. “No entanto, também na Austrália, o número de pessoas com diabetes e pré-diabetes, especialmente nas comunidades indígenas, também tem sido subestimado”. “Como o açúcar no sangue em jejum tem sido usado como principal teste de diagnóstico para essas condições na Austrália, é quase certo que o verdadeiro peso da doença tenha sido subestimado. Os recursos necessários ,conforme identificado na Estratégia Nacional de Diabetes para a Austrália 2015, serão, portanto, inadequados”, disse ele. Professor Zimmet disse que a causa da subestimativa grave da carga de diabetes é devida a vários fatores, incluindo a falta real de dados nacionais sobre a diabetes em muitos países – e os métodos de teste para diabetes usados em muitos países – particularmente nos países em desenvolvimento. O documento recomenda um teste alternativo de glicose no sangue em jejum e um teste duas horas após a bebida de glicose para fornecer um conjunto mais preciso de dados. “Enquanto a OMS recomenda um teste de glicemia em jejum e, duas horas depois de uma bebida de glicose, somente o teste de glicemia de jejum é utilizado em muitos casos resultando em uma subestimação de pelo menos 25 por cento no número de novos casos de diabetes”, disse o Professor Zimmet. Os autores recomendaram um segundo teste, um desafio da glicose, a ser realizado após duas horas de jejum, como uma maneira de confirmar a probabilidade efetiva de um paciente desenvolver ou não diabetes. Um teste alternativo, HbA1c (hemoglobina glicada) está agora sendo recomendado pela OMS e pela American Diabetes Association para contornar a falta do teste de duas horas. Pesquisas ainda estão em andamento para garantir que este teste faz o mesmo trabalho. De acordo com o co-autor Professor Sir George Alberti, ex-Presidente da IDF e do Royal College of Physicians (Londres), a obtenção de dados precisos é crucial. “Dados precisos sobre o ônus da diabetes são necessários para que os países possam identificar as prioridades de saúde atuais e futuras para estimar os custos econômicos e sociais diretos e indiretos da doença e para alocar recursos de saúde adequados e despesas do sistema de saúde”, disse o professor Alberti. Fonte: Universidade Monsash  

TRANSPLANTE DE PÂNCREAS ACABA COM 41 ANOS DE DIABETES

Para Patrick Nolan, receber um transplante de pâncreas significa acabar com uma rotina de 41 anos de verificações de seu açúcar no sangue e injetar insulina de quatro a seis vezes por dia para controlar sua diabetes tipo 1. Nolan, 52 anos, de Siracusa (NY), recebeu um transplante de pâncreas dia 30 de junho no Hospital Universitário Upstate. “Sinto-me como um cão velho aprendendo truques novos”, disse Nolan. “Agora eu posso ir a uma loja de conveniência, comer uma barra de chocolate e não precisar me preocupar com isso”. A operação de Nolan de sete horas foi o primeiro transplante de pâncreas realizado em Upstate desde 2005. O hospital está voltando a realizar transplantes de pâncreas como parte de um esforço para construir um centro de transplantes para os diabéticos. O pâncreas é um longa glândula na barriga que libera insulina e controla os níveis de açúcar no sangue. O pâncreas de pessoas com diabetes tipo 1 não produz insulina. O pâncreas em pessoas com diabetes tipo 2 produz insulina, mas seus corpos não respondem bem a ela. É por isso que muitos diabéticos têm de tomar insulina. Diabetes ao longo do tempo, quando não cuidada, pode causar insuficiência renal, doença cardíaca, amputações, acidente vascular cerebral, cegueira e outras complicações. Um transplante de pâncreas cura diabetes e libera pacientes de um “rígido estilo de vida”, disse o Dr. Mark Laftavi, cirurgião de Nolan. “De repente, você se vê fora dessa prisão que está mantido por anos e anos”, disse ele. Um novo pâncreas também interrompe e, em alguns casos, reverte as complicações causadas pela diabetes, disse ele. O novo pâncreas de Nolan veio de um doador falecido aos 20 anos de Tennessee. Laftavi realizou um segundo transplante de pâncreas no dia 04 de julho em um outro paciente diabético local. Nos últimos anos, Upstate tem feito apenas transplantes de rim. Upstate realizou 36 transplantes de pâncreas entre 1994 e 2005, quando então deixou o programa de transplantes de pâncreas adormecido. Dr. Rainer Gruessner, um cirurgião de transplante de renome nacional que se tornou chefe de transplantes do Upstate outono passado, está expandindo o programa de transplantes. Upstate também tem planos de fazer transplantes de fígado e ilhotas do pâncreas. Uma ilhota é um aglomerado de células pancreáticas que produzem insulina. O programa concentra-se em pacientes que recebem transplantes de rins, depois de sofrer insuficiência renal causada pelo diabetes. Além disso a cura do diabetes, por um transplante de pâncreas, pode prolongar a vida de um rim transplantado. O programa também tem como alvo uma pequena percentagem de diabéticos com “diabetes frágil”, um tipo de diabetes que é muito difícil de controlar. Nolan foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 11 anos Ele sofreu várias complicações da diabetes incluindo catarata, pressão arterial alta, colesterol alto e insuficiência renal. Ele entrou na diálise 4 anos atrás, quando seus rins pararam de funcionar. Nolan, que trabalha como voluntário em Upstate, recebeu um transplante de rim no hospital em dezembro. O hospital acrescentou ele à lista de espera para o pâncreas depois de obter a aprovação no início deste ano de retomar os transplantes de pâncreas. Nolan ficou com muitas dores nos dois primeiros dias após a cirurgia. “Eu senti como se tivesse sido atingido por um caminhão, que, em seguida, passou por cima de mim”, disse ele. Nolan deve tomar medicamentos para o resto de sua vida para evitar que seu corpo rejeite o pâncreas. Além da rejeição, a cirurgia de transplante do pâncreas acarreta um risco de outras complicações, como coágulos sanguíneos, hemorragia e infecção. Nolan não tem arrependimentos sobre a realização do transplante. “Foi a melhor decisão que já tomei”, disse ele. Gruessner disse que Nolan irá cair na realidade de ter um pâncreas funcionando corretamente quando “comer um brownie, cookie ou sorvete de casquinha e não ter que verificar o seu nível de açúcar no sangue nem ter de injetar insulina”.   http://www.syracuse.com/

5 exames importantes para monitorar a diabetes

  Quem precisa realizar um exame para  diabete s conta com uma série de testes que ajudam a monitorar os níveis de glicemia no sangue. Atrav...