Nesta segunda feira a emissora de TV dos EUA, CBS2, apresentou uma ótima notícia para as pessoas que sofrem de diabetes tipo 1.
Cientistas estão perto de encontrar um processo para, se não curar, reduzir bastante os transtornos com a doença.
Dr. Max Gomez da CBS2 estava em uma conferência no Vaticano, onde o avanço foi revelado.
A diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune em que o sistema imunológico do corpo ataca as células produtoras de insulina no pâncreas chamadas células beta.
Se você substituir as células beta, o sistema imunológico irá atacá-las também.
Agora, os pesquisadores aprenderam como reprogramar certas partes deste sistema imunológico.
“Eu estava perdendo muito peso”, lembra Spencer Frank.
Frank tinha 23 anos e estava excursionando no sudeste da Ásia, quando sentiu-se muito cansado. Seu nível de açúcar no sangue estava quase o triplo do normal.
Quando ele voltou para a escola, ele ofereceu-se como cobaia em um estudo clínico na Universidade da Califórnia em São Francisco.
“Cerca de metade dos indivíduos deste estudo conseguem viver bem, na verdade, a função de suas células beta parece estável durante esse período de dois anos”, disse o Dr. Steve Gitelman.
A estabilização do açúcar no sangue de Spencer veio do isolamento de um tipo de glóbulos brancos chamado T-regs que são defeituosos em pessoas com diabetes tipo 1. Estes T-regs podem ser multiplicados em um laboratório e colocado de volta no paciente diabético.
“Eles trabalham melhor. Já corrigimos alguns dos defeitos que identificamos no começo com esses pacientes. As células que saem do lado oposto são melhores do que as células que colhemos do braço da pessoa”, explicou o Dr. Jeff Bluestone.
Parece que o processo pode reiniciar o delicado equilíbrio do sistema imunológico para prevenir a auto-imunidade.
Uma abordagem diferente para re-equilibrar o sistema imunológico parece ter ajudado ao jovem Ivan Chudnovskiy, diabético do tipo 1.
“Parecia que tudo estava queimando, é como tivessem batendo nos meus pés e pernas com algum tipo de martelo”, disse ele.
Terapias convencionais não ajudaram Ivan, por isso sua mãe o levou à China para uma reinicialização do sistema imunológico não convencional.
Está sendo feito pelo seu inventor, o Dr. Yong Zhao no Hospital Universitário Hackensack. O procedimento utiliza células estaminais do cordão umbilical.
“As células-tronco podem liberar o sinal para os próprios pacientes educarem suas células do sistema imunológico, assim como um professor ensina aos alunos”, disse o Dr. Zhao.
Ambas as abordagens parecem redefinir o sistema imunológico para o que é chamado de tolerância, ou seja, interromper o ataque às células beta. Os estudos clínicos estão em andamento para provar que as técnicas realmente funcionam.
O próximo passo será substituir as células beta, o que também já está sendo trabalhado.
http://newyork.cbslocal.com/
No blogger diabete tipo 1, voce encontra receitas de alimentação saudavel e sobre os avanços na medicina para uma qualidade de vida com diabetes
quarta-feira, 18 de maio de 2016
NOVA TERAPIA COM CÉLULAS BRANCAS OFERECE ESPERANÇA PARA QUEM TEM DIABETES TIPO 1
Nesta segunda feira a emissora de TV dos EUA, CBS2, apresentou uma ótima notícia para as pessoas que sofrem de diabetes tipo 1.
Cientistas estão perto de encontrar um processo para, se não curar, reduzir bastante os transtornos com a doença.
Dr. Max Gomez da CBS2 estava em uma conferência no Vaticano, onde o avanço foi revelado.
A diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune em que o sistema imunológico do corpo ataca as células produtoras de insulina no pâncreas chamadas células beta.
Se você substituir as células beta, o sistema imunológico irá atacá-las também.
Agora, os pesquisadores aprenderam como reprogramar certas partes deste sistema imunológico.
“Eu estava perdendo muito peso”, lembra Spencer Frank.
Frank tinha 23 anos e estava excursionando no sudeste da Ásia, quando sentiu-se muito cansado. Seu nível de açúcar no sangue estava quase o triplo do normal.
Quando ele voltou para a escola, ele ofereceu-se como cobaia em um estudo clínico na Universidade da Califórnia em São Francisco.
“Cerca de metade dos indivíduos deste estudo conseguem viver bem, na verdade, a função de suas células beta parece estável durante esse período de dois anos”, disse o Dr. Steve Gitelman.
A estabilização do açúcar no sangue de Spencer veio do isolamento de um tipo de glóbulos brancos chamado T-regs que são defeituosos em pessoas com diabetes tipo 1. Estes T-regs podem ser multiplicados em um laboratório e colocado de volta no paciente diabético.
“Eles trabalham melhor. Já corrigimos alguns dos defeitos que identificamos no começo com esses pacientes. As células que saem do lado oposto são melhores do que as células que colhemos do braço da pessoa”, explicou o Dr. Jeff Bluestone.
Parece que o processo pode reiniciar o delicado equilíbrio do sistema imunológico para prevenir a auto-imunidade.
Uma abordagem diferente para re-equilibrar o sistema imunológico parece ter ajudado ao jovem Ivan Chudnovskiy, diabético do tipo 1.
“Parecia que tudo estava queimando, é como tivessem batendo nos meus pés e pernas com algum tipo de martelo”, disse ele.
Terapias convencionais não ajudaram Ivan, por isso sua mãe o levou à China para uma reinicialização do sistema imunológico não convencional.
Está sendo feito pelo seu inventor, o Dr. Yong Zhao no Hospital Universitário Hackensack. O procedimento utiliza células estaminais do cordão umbilical.
“As células-tronco podem liberar o sinal para os próprios pacientes educarem suas células do sistema imunológico, assim como um professor ensina aos alunos”, disse o Dr. Zhao.
Ambas as abordagens parecem redefinir o sistema imunológico para o que é chamado de tolerância, ou seja, interromper o ataque às células beta. Os estudos clínicos estão em andamento para provar que as técnicas realmente funcionam.
O próximo passo será substituir as células beta, o que também já está sendo trabalhado.
http://newyork.cbslocal.com/
domingo, 15 de maio de 2016
IDOSO BRITÂNICO RECEBE MEDALHA POR CONVIVER 80 ANOS COM A DIABETES
Clifford Whittaker, 88 anos de idade, morador de Colchester, no Reino Unido, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 quando tinha oito anos de idade.
Esta semana ele foi condecorado com a medalha oferecida pela entidade Diabetes UK, a qual o descreveu como sendo “uma inspiração”.
“Meu diabetes nunca me impediu de fazer qualquer coisa”, disse Whittaker, acrescentando que ele apenas parou de dirigir há dois anos.
Se mal gerida ou não tratada, a diabetes pode levar à cegueira ou amputações.
‘VIDA LONGA E SAUDÁVEL’
O Sr. Whittaker disse que ele tinha conseguido viver com a condição por tanto tempo graças à sua falecida esposa Doreen, com quem foi casado por 60 anos.
O casal se conheceu enquanto trabalhava em uma loja de doces em Hertfordshire.
Ele disse: “Doreen, que faleceu seis anos atrás, cuidou de mim muito bem. Preocupava-se sempre se comia corretamente e se eu estava cuidando de mim mesmo”, disse Whittaker.
“Nunca deixei de fazer qualquer coisa por causa de meu diabetes, e as pessoas sempre foram muito gentis para mim. Eu trabalhei no departamento financeiro de uma empresa até que me aposentei com meus 60 anos”.
Sharon Robert, da Diabetes UK, disse: “Ele é uma inspiração, e realmente tem nos mostrado que através de uma boa gestão do diabetes você pode viver uma vida longa e saudável”.
Ao Sr. Whittaker foi dada a medalha HG Wells, que é concedida às pessoas que viveram com a condição por 80 anos.
O romancista HG Wells co-fundou a Associação dos Diabéticos – agora chamada de Diabetes UK – com o Dr. Robert Lawrence em 1934. Ambos tinham a doença.
Fontes : http://www.bbc.com
Em defesa dos Programas Nacionais - como parar a diabetes?
Um balanço necessário - A diabetes constitui hoje um dos maiores desafios da saúde pública. Só reconhecida pelas instâncias internacionais da saúde como epidemia nos finais do século XX, combina um conjunto de factores genéticos, comportamentais, sociais e ainda da vida intra-uterina, que apesar de toda a evolução científica dos últimos anos, está ainda muito longe da cura ou mesmo do controlo epidemiológico.
Foi com enorme dedicação que me envolvi nos últimos oito anos na criação de um verdadeiro programa integrado de prevenção e controlo da diabetes. Um programa que saiu da visão normativa e centralista do Ministério da Saúde/ Direção Geral de Saúde e que se associou aos profissionais no terreno, de uma forma estruturada, através de uma rede transdisciplinar de cuidados que ligou os vários níveis de prestação de cuidados às pessoas com diabetes, através das suas associações e das organizações nacionais que mobilizaram milhares de pessoas, e às comunidades, através da participação das autarquias e da sociedade civil no objetivo de lutar contra a progressão da diabetes.
É um programa com ganhos de saúde a curto prazo, mas muito maiores a longo prazo, como comprovam os indicadores nacionais de internamentos, complicações e de mortalidade. O programa soube colocar a diabetes no debate público, na agenda política (declarações no parlamento e quatro resoluções aprovadas por unanimidade) e chamou à responsabilidade vários sectores da sociedade civil (por exemplo, a Associação Nacional de Municípios e a Fundação Calouste Gulbenkian, que aderiram ao primeiro programa de prevenção primária em Portugal).
É da máxima importância que o Programa Nacional para a Diabetes prossiga as estratégias já iniciadas. Reconhecido internacionalmente, nomeadamente no quadro da iniciativa da Joint Action, Chrodis, como um dos programas mais bem estruturados e desenvolvidos da União Europeia, exige-se que continue a pugnar pelos seus compromissos.
É amplamente reconhecido o impacto da diabetes na mortalidade e morbilidade em Portugal e a ameaça que representa para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, facto que exige a continuidade de respostas inovadoras e um processo colectivo de aprendizagem, com todos os profissionais que se dedicaram a este combate nos últimos anos. Agora que o programa do governo reconhece explicitamente a importância da prevenção e gestão da doença crónica, o programa da diabetes pode contribuir como exemplo do que se pode fazer em relação à doença crónica, como beneficiar de uma acção mais concertada neste domínio. Dirigentes e membros da SPD, da APDP, das UCFDs, das Associações, bem como milhares de pessoas com diabetes, foram a alma e o corpo dos sucessos dos últimos anos. O país não pode desistir do combate à diabetes, sob o risco de ficar subjugado por ela.
Director do Programa Nacional para a Diabetes
Fonte : https://www.publico.pt
Partidos de esquerda querem reforço do combate à diabetes e mais bombas de insulina para crianças
A bomba de insulina deve chegar a todas as crianças que sofrem de diabetes, defendem o PCP e o BE
A disponibilização de bombas de insulina a todas as crianças com diabetes e o reforço das medidas de prevenção e combate à doença são duas das medidas defendidas em quatro projetos de resolução que estarão esta quarta-feira em debate no parlamento.
A esquerda uniu-se e PS, PCP, BE e PAN recomendam ao Governo algumas medias relacionadas com a diabetes, depois de a Organização Mundial de Saúde ter decidido que o dia mundial da saúde de 2016 seria dedicado à diabetes e de a prevalência da doença estar a aumentar de ano para ano.
Assim, o PCP e o BE querem ver alargado a mais crianças o sistema de perfusão contínua de insulina (SPCI), vulgarmente designado como bomba de insulina, considerando que este sistema melhora a terapêutica, a qualidade de vida e o controlo da diabetes. Recordando que o SPCI se dirige preferencialmente a crianças com diabetes tipo 1 e que ainda não chegam a metade os que têm acesso a este tratamento, o BE recomenda ao Governo que tome as medidas necessárias para garantir o acesso de todas estas crianças até aos 14 anos às bombas de insulina.
O PCP, além de querer igualmente ver reforçada a cobertura de SPCI, recomenda uma maior aposta na prevenção, nomeadamente o combate aos fatores de risco, no diagnóstico precoce e no tratamento adequado.
No âmbito dos fatores de risco, o PCP sugere a articulação do Ministério da Saúde com as autarquias locais para promover hábitos de vida saudáveis, com especial enfoque na alimentação e na atividade física.
Os comunistas preconizam a correção das insuficiências existentes no rastreio da retinopatia diabética e o tratamento atempado daquelas a quem for diagnosticada.
O PS quer que o Governo assuma as recomendações da Resolução do Parlamento Europeu, no que respeita a aplicar programas nacionais para a diabetes, a prevenir a diabetes tipo 2 e a obesidade (fator de risco para a doença), a garantir acesso permanente dos doentes a equipas interdisciplinares de alta qualidade, bem como um apoio contínuo ao financiamento de ações relativas à doença.
Tal como o PCP, os socialistas querem uma maior aposta em iniciativas públicas de sensibilização da população, como campanhas sobre a importância de estilos de vida saudáveis.
O PS sugere que se promova a identificação sistemática de pessoas potencialmente diabéticas ou pré-diabéticas e que sejam desencadeadas formações específicas na área aos profissionais de saúde nos cuidados de saúde primários.
A prevenção deve ser a prioridade e deve alicerçar-se em programas transversais com outros ministérios, defendem os socialistas, que gostariam de ver as autarquias envolvidas a desenvolver planos municipais de combate à diabetes.
O PS defende que sejam quantificados os custos da diabetes e os ganhos e poupanças associados à sua prevenção e tratamento.
Para o PAN, são também fundamentais as campanhas de sensibilização da população, sendo que este partido defende campanhas em escolas e universidades, e o acompanhamento de crianças e jovens com diabetes de modo a prevenir a evolução da doença.
Fonte : http://observador.pt/
SERIA O ARROZ BRANCO RESPONSÁVEL PELA EPIDEMIA DE DIABETES NA CHINA?
O arroz atualmente alimenta quase metade da população humana, tornando-se o alimento básico mais importante no mundo, mas uma meta-análise de sete estudos com uma amostra de 350.000 pessoas de até 20 anos descobriu que um maior consumo de arroz branco foi associado a um significativo aumento do risco de diabetes tipo 2, especialmente em populações asiáticas. Estima-se que cada dose diária de arroz branco esteja associada com um aumento de 11 por cento no risco de diabetes. Isso poderia explicar por que a China tem quase as mesmas taxas de diabetes que nós ocidentais.
Taxas de diabetes na China estão em cerca de 10 por cento, nos EUA é de cerca de 11 por cento, apesar da China existir sete vezes menos obesidade. O Japão tem oito vezes menos obesidade do que nós, mas eles podem ter uma maior incidência de casos de diabetes recentemente diagnosticados; nove por mil em relação ao nosso oito. Eles são mais magros e ainda podem ter mais diabetes. Talvez seja por causa de todo o arroz branco que comem.
Comer frutas inteiras está associado com menor risco de diabetes, enquanto que comer frutas transformadas em suco pode aumentar o risco de diabetes. Da mesma forma, comer grãos integrais, como pão de trigo integral ou arroz integral está associado com menor risco de diabetes, enquanto que comer arroz branco e grão processado, pode aumentar o risco de diabetes.
O consumo de arroz branco não parece estar associado ao aumento do risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, no entanto, o que é um alívio após estudo anterior na China sugerir uma ligação com acidente vascular cerebral. Mas deveríamos comer um alimento que seja apenas neutro em relação a algumas das nossas principais causas de morte, quando podemos comer algo associado com menor risco de diabetes, ataque cardíaco, derrame e ganho de peso?
Se a moderna epidemia de diabetes na China e no Japão tem sido associada ao consumo de arroz branco, como podemos conciliar isso com as baixas taxas de diabetes de apenas algumas décadas atrás, quando eles comiam mais arroz? Se você olhar para o Projeto China Cornell Oxford, dietas à base de vegetais centradas em torno de arroz foram associadas com relativo baixo risco para as chamadas doenças da fartura, que inclui diabetes. Será então que os asiáticos não tem o mesmo pico de glicemia quando eles comem arroz branco? Este não é o caso; Por qualquer coisa as pessoas de etnia chinesa obtém os maiores picos de açúcar no sangue .
O aumento nessas doenças do progresso na China ao longo do último meio século tem sido responsabilizado em parte pela triplicação do consumo de alimentos de origem animal. O surto de diabetes tem sido mais dramático, e na maior parte apenas aconteceu durante a última década. Este louco número de 9,7 por cento de prevalência de diabetes rivaliza conosco, sendo que eles pareciam ter uma das mais baixas taxas de diabetes em todo o mundo no ano de 2000.
Então, o que aconteceu com suas dietas nos últimos 20 anos ou mais? O consumo de petróleo subiu 20 por cento, o consumo de carne de porco subiu 40 por cento e consumo de arroz caiu cerca de 30 por cento. Como as taxas de diabetes foram subindo rapidamente, e o consumo de arroz estava diminuindo, então talvez os produtos de origem animal e junk food sejam o problema. Sim, arroz integral é melhor do que o arroz branco, mas para reduzir a epidemia asiática, talvez devêssemos focar na remoção da causa, a dieta ocidental tóxica. Isso seria consistente com os dados que mostram que a proteína animal e consumo de gordura estão associados ao aumento do risco de diabetes.
Mas isso não explica por que os maiores estudos recentes no Japão e na China tenham associado a ingestão de arroz branco com diabetes. Uma possibilidade é que a proteína animal está tornando o arroz pior. Se você alimentar as pessoas com purê de batatas, um alimento de alto índice glicêmico como arroz branco, você verá um aumento no nível de insulina que seu pâncreas terá que bombear para manter seu açúcar no sangue sob controle. Mas e se você adicionar alguns peixes tipo atum? Atum não tem qualquer carboidrato, açúcar, amido ou fécula, por isso não deve fazer diferença. Ou talvez ajude até mesmo a diminuir o pico causado pelo puré de batata, diminuindo a carga glicêmica da refeição inteira. Mas em vez disso você terá o dobro do pico de insulina. Isso também acontece com espaguete de farinha branca em comparação com espaguete de farinha branca com carne. A adição de proteína animal faz com que o pâncreas trabalhe em dobro.
Você pode observar isso com água com açúcar também. Se você fizer um teste de desafio da glicose para testar, se você beber uma certa quantidade de água e açúcar e adicionar um pouco de carne, você obtém um aumento muito maior do nível de insulina do que sem a carne. E se mais carne você adicionar, pior fica. Se você adicionar um pouco de carne aos carboidratos não parece grande coisa, mas quando você consome quase um terço de um peito de frango, isso já pode provocar um significativo aumento da produção de insulina. Isto pode ajudar a explicar porque aqueles que comem mais vegetais possuem taxas mais baixas de diabetes, visto que a proteína animal pode, marcadamente, potencializar a secreção de insulina desencadeada pela ingestão de carboidratos.
PT-BR
Fontes :http://www.care2.com
sexta-feira, 13 de maio de 2016
GOOGLE REGISTRA PATENTE DE NOVO RELÓGIO MEDIDOR DE GLICOSE
Quando se fala que as empresas de tecnologia estão cada vez mais engajadas na área médica, não é por algo desse tipo que as pessoas geralmente esperam. Em uma nova patente registrada junto às autoridades competentes nos Estados Unidos, o Google apresenta um dispositivo que seria capaz de extrair o sangue de pacientes sem a utilização de agulhas e que utilizaria tecnologias já existentes para realizar exames à distância.
A partir de um equipamento semelhante a um smartwatch, ou apenas um dispositivo encaixado na ponta dos dedos, a ideia é que a obtenção da amostra aconteça de forma rápida e pouco incômoda. Em vez de agulha, o sistema utiliza um cilindro com gás sob pressão, com uma micropartícula que perfura a pele. Ao detectar a liberação do sangue, tudo isso é sugado de volta para dentro do aparelho para análise.
Tudo parece depender, claro, do foco de cada um dos dispositivos. Enquanto a peça individual poderia estar presente em clínicas ou hospitais, o dispositivo vestível estaria constantemente no pulso de pacientes realizando testes periódicos. Em ambos os casos, os resultados seriam enviados pela internet para médicos, que, como já foi demonstrado inúmeras vezes, poderiam ter acesso mais rápido e remoto a prontuários e diagnósticos.
Uma das possibilidades citadas pela patente é a utilização da tecnologia em exames de diabetes, com a análise dos níveis de glicose acontecendo rapidamente e em tempo real. Isso representaria, inclusive, uma continuidade de projetos já em andamento pelo Google, que como parte de sua divisão de “Ciências da Vida” também trabalha em lentes de contato capazes de detectar os níveis de açúcar e um curativo conectado com esse tipo de capacidade.
Como toda patente, trata-se apenas de uma tecnologia em desenvolvimento, e, no caso dessa, ainda nem foi efetivamente concedida ao Google. O registro de invenções desse tipo nem sempre resulta no lançamento de produtos, mas é bastante possível que o aparelho acabe chegando ao mercado, mesmo que não exatamente da maneira descrita no documento.
PT-BR
Fontes : United States Patent Application
http://canaltech.com.br
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Glicômetro Não Invasivo
Boa notícia para os diabéticos no Brasil: a CNOGA recebeu aprovação da ANVISA para comercialização no BRASIL de seu revolucionário Glicômetro Não Invasivo
A CNOGA Medical Ltd. anunciou hoje que recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para venda no Brasil de seus dispositivos não-invasivos CNOGA Tensortip? Combo de Glicômetro (CoG). Este é o primeiro Glicômetro não-invasivo aprovado pela ANVISA. O dispositivo CoG usa um sensor de imagem de cor em tempo real e algoritmos únicos para medir com precisão os níveis de glicose a partir de capilares sanguíneos na ponta dos dedos dos pacientes sem picada da lanceta, retirada de sangue ou dor. A medição pode ser feita quantas vezes for necessário sem acréscimo de custo.
A CNOGA Medical Ltd. espera lançar os dispositivos TensorTip? durante a exposição Hospitalar, em São Paulo, em maio de 2016.
Dr. Yosef Segman, fundador e CEO da CNOGA, afirma: “a aprovação pela ANVISA no Brasil é um marco significativo no sentido de atingir os nossos objetivos de expansão global a longo prazo.”
Dr. Segman acrescentou: “O Brasil é um mercado dinâmico, de rápido crescimento para dispositivos médicos não-invasivos inovadores na monitorização de saúde online. Este importante marco representa uma oportunidade de crescimento substancial para CNOGA e espera-se acordos comerciais de dezenas de milhões de dólares nos próximos anos no Brasil. Recentemente, a CNOGA estabeleceu uma presença física no Brasil com uma escritório da empresa em São Paulo,” concluiu o Dr. Segman.
O CoG é a mais recente adição ao portfólio de produtos CNOGA aprovados pela ANVISA, criando, assim, a linha de produtos mais abrangente disponível hoje no Brasil, permitindo o oferecimento ao público de serviços de saúde estado-da-arte e significativamente mudando a vida dos diabéticos, bem como de outros pacientes crônicos.
Produtos CNOGA
CNOGA Tensortip? Combo de Glicômetro (CoG): proporciona uma abordagem revolucionária, indolor e não invasiva para a medição da glicose, permitindo que diabéticos monitorem os níveis de glicose em qualquer lugar, sem furos e sem sangue. Este dispositivo é calibrado individualmente para cada paciente e é concebido para uso diário.
Sobre a CNOGA Medical Ltda.:
A CNOGA Medical Ltda., uma empresa privada internacional, com sede em Israel e subsidiárias em Xangai, China e São Paulo, Brasil, foi fundada em 2004 pelo Dr. Yosef Segman, um inovador em tecnologia e empreendedor. O Dr. Segman liderou o desenvolvimento do produto desde as fases iniciais até a comercialização através de uma parceria estratégica com a Texas Instruments Inc. O Conselheiro Médico da empresa é o Prof. Dr. Uriel Trahtemberg, MD / PhD Hadassah Ein Kerem-Hospital.
A CNOGA Medical Ltd. anunciou hoje que recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para venda no Brasil de seus dispositivos não-invasivos CNOGA Tensortip? Combo de Glicômetro (CoG). Este é o primeiro Glicômetro não-invasivo aprovado pela ANVISA. O dispositivo CoG usa um sensor de imagem de cor em tempo real e algoritmos únicos para medir com precisão os níveis de glicose a partir de capilares sanguíneos na ponta dos dedos dos pacientes sem picada da lanceta, retirada de sangue ou dor. A medição pode ser feita quantas vezes for necessário sem acréscimo de custo.
A CNOGA Medical Ltd. espera lançar os dispositivos TensorTip? durante a exposição Hospitalar, em São Paulo, em maio de 2016.
Dr. Yosef Segman, fundador e CEO da CNOGA, afirma: “a aprovação pela ANVISA no Brasil é um marco significativo no sentido de atingir os nossos objetivos de expansão global a longo prazo.”
Dr. Segman acrescentou: “O Brasil é um mercado dinâmico, de rápido crescimento para dispositivos médicos não-invasivos inovadores na monitorização de saúde online. Este importante marco representa uma oportunidade de crescimento substancial para CNOGA e espera-se acordos comerciais de dezenas de milhões de dólares nos próximos anos no Brasil. Recentemente, a CNOGA estabeleceu uma presença física no Brasil com uma escritório da empresa em São Paulo,” concluiu o Dr. Segman.
O CoG é a mais recente adição ao portfólio de produtos CNOGA aprovados pela ANVISA, criando, assim, a linha de produtos mais abrangente disponível hoje no Brasil, permitindo o oferecimento ao público de serviços de saúde estado-da-arte e significativamente mudando a vida dos diabéticos, bem como de outros pacientes crônicos.
Produtos CNOGA
CNOGA Tensortip? Combo de Glicômetro (CoG): proporciona uma abordagem revolucionária, indolor e não invasiva para a medição da glicose, permitindo que diabéticos monitorem os níveis de glicose em qualquer lugar, sem furos e sem sangue. Este dispositivo é calibrado individualmente para cada paciente e é concebido para uso diário.
Sobre a CNOGA Medical Ltda.:
A CNOGA Medical Ltda., uma empresa privada internacional, com sede em Israel e subsidiárias em Xangai, China e São Paulo, Brasil, foi fundada em 2004 pelo Dr. Yosef Segman, um inovador em tecnologia e empreendedor. O Dr. Segman liderou o desenvolvimento do produto desde as fases iniciais até a comercialização através de uma parceria estratégica com a Texas Instruments Inc. O Conselheiro Médico da empresa é o Prof. Dr. Uriel Trahtemberg, MD / PhD Hadassah Ein Kerem-Hospital.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
A COMUNICAÇÃO SOBRE HIPOGLICEMIAS É ESSENCIAL NA EDUCAÇÃO EM DIABETES
Estou aqui hoje para falar sobre hipoglicemia em pacientes com diabetes tipo 1 ou tipo 2. Este é um problema enorme para os nossos pacientes, porque isto realmente limita o quão bem eles podem controlar seu açúcar no sangue. Todos os pacientes com diabetes sabem que precisam manter seu açúcar no sangue em um nível quase normal para assim reduzir o risco de complicações microvasculares, mas isso frequentemente vem com o custo de hipoglicemia, que é realmente um fator que limita o quão bem eles controlam suas glicemias.
As consequências da hipoglicemia variam. Além de ser inconveniente e desconfortável, as pessoas podem perder a consciência, ter convulsões, ou mesmo morrer de hipoglicemia. As pessoas idosas com diabetes tipo 2 que têm um episódio de hipoglicemia grave que requer a ajuda de outra pessoa, têm um risco aumentado de mortalidade no ano seguinte. Isto é realmente algo que cada médico que cuida de pacientes com diabetes precisa pensar.
Quando você vê qualquer paciente que faz uso de insulina ou sulfonilureia, você precisa se perguntar sobre o risco de hipoglicemia. Você precisa perguntar-lhes sobre sua hipoglicemia: quando isso acontece, se está acontecendo. Não presuma que os pacientes com um elevado A1C, que você sabe ter freqüentemente altos níveis de açúcares, estão livres da hipoglicemia. A literatura atual mostra que não existe uma forte relação entre o A1C alto ou baixo e risco de hipoglicemia. Ou seja, as pessoas com índices muito elevados de A1C podem ter o mesmo risco de hipoglicemia que as pessoas com baixos A1C. Nós precisamos estar cientes de que em todos os momentos.
PERSPECTIVAS DOS PACIENTES
O que fazemos quando falamos com os nossos pacientes sobre hipoglicemia? Em primeiro lugar, eu costumo olhar para os seus registros de glicose, medidores, ou CGM (monitor contínuo de glicose) para ver se eles estão tendo hipoglicemia. No entanto, eu também pergunto-lhes sobre episódios de hipoglicemia sem documentação, porque nem sempre eles verificam.
Eu, então, pergunto-lhes o quão baixo o açúcar no sangue estava antes que eles começassem a sentir os sintomas de hipoglicemia. Essa é uma pergunta muito importante, porque se as pessoas precisam estar entre 50 ou 40 antes de sentir quaisquer sintomas, isto me diz que eles experimentam episódios frequentes de hipoglicemia. Isso também me diz que eles frequentemente usam mais insulina do que o necessário para as suas necessidades metabólicas, e precisamos fazer uma mudança.
Pessoas que sofrem de hipoglicemia recorrente em um curto período de tempo, desenvolvem o “desconhecimento de hipoglicemia”. Se você perguntar a seus pacientes em que nível de glicose eles experimentam sintomas de hipoglicemia, pessoas que nunca viram isso antes começam geralmente a sentir os sintomas com o nível 60. Se eles só estão experimentando sintomas abaixo disso, com 50, 40, ou inferior, há um problema real que você precisa resolver.
Se o problema surge porque as pessoas fazem uso de muita insulina para as necessidades metabólicas do momento, como os médicos que somos vamos lidar com isso? É preciso muito tempo de conversa com seu paciente. Você realmente precisa entender como eles tomam decisões sobre o quanto tomar de insulina. Como é que eles tomam essas decisões antes das refeições? Eles fazem contagem de carboidratos? Será que eles usam uma escala de correção? Eles estão verificando o açúcar no sangue? Eles estão tomando a insulina no início da refeição ou depois da refeição?
Você precisa entender todas essas variáveis, e, em seguida, compreender que o que eles dizem pode não ser sempre o que eles realmente fazem. Você tem que perguntar-lhes sobre certas mudanças na situação. Por exemplo, “Isto é o que você normalmente faria, mas o que você faria se estivesse indo para uma caminhada após o almoço? Você mudaria a sua insulina-sim ou não?”, o que ajuda a compreender o pensamento do paciente.
É também muito importante perguntar-lhes porque eles pensam que tem hipoglicemia. Eles podem ter uma ideia muito clara, e pode ter surgido por causa de preocupações sobre ter um alto nível de açúcar no sangue. Eles podem dizer: “Eu fui a Starbucks e tomei uma bebida de realmente alto teor calórico, por isso eu imaginei precisar de 20 unidades de insulina, porque eu não quero ficar com alto nível de glicose no sangue”. Este é um paciente que talvez tenha mais medo de hiperglicemia do que hipoglicemia.
Você provavelmente precisará passar algum tempo lembrando-lhes que a hipoglicemia é perigosa, que os parâmetros de controle de glicose ligados à redução do risco microvascular são os níveis de A1C em vez de um único número de açúcar no sangue que esteja acima da meta. É preciso muito tempo de conversa com nossos pacientes para entender esse problema.
AS FERRAMENTAS PARA GERENCIAR O DIABETES
O exercício é outra variável que nós realmente precisamos conversar com os nossos pacientes que têm hipoglicemia. A hipoglicemia pode ocorrer durante ou após o exercício. Você precisa entender qual o padrão de exercício do paciente, o que eles gostam de fazer, como as diferentes formas de exercício têm diferentes efeitos. Para gerir este problema com os pacientes, você realmente precisa entender como eles vivem suas vidas e como eles fazem escolhas sobre a gestão da diabetes.
Precisamos ajudar nossos pacientes a entender como escolher uma dose racional de insulina para cada hora das refeições, cada vez que eles estão comendo, e a melhor forma de ajustar a sua insulina para o exercício. Se pudermos fazer isso usando as ferramentas que estão disponíveis, poderemos ajudar a evitar a hipoglicemia. Nos últimos anos, diferentes dispositivos como CGM e bombas que suspendem o funcionamento sob uma baixa de glicose chegaram ao mercado e têm se mostrado úteis. No entanto, eles são apenas úteis se o seu paciente achar que é útil. Como médicos, temos de sentar e conversar com os nossos pacientes, e pensar sobre quais ferramentas podemos oferecer para ajudá-los a gerir este problema de hipoglicemia.
Se pudermos evitar os episódios de hipoglicemia, impediremos os pacientes de desenvolver a não percepção da hipoglicemia, o que realmente os colocam em risco de mortalidade, acidentes e interrupções de sua vida quotidiana. Se pudermos evitar a hipoglicemia, para ajudar os pacientes a alcançar um melhor controle da glicose, iremos também ajudá-los a controlar sua diabetes em geral.
GUIA PRÁTICO PARA PAIS DE CRIANÇAS COM DIABETES
Na diabetes tipo 1, o pâncreas deixa de produzir a insulina que o corpo necessita, levando, consequentemente, à subida dos níveis de açúcar no sangue. Esta doença crônica é também a que é detectada mais cedo. Mas não é preciso entrar em pânico.
O importante é não perder de vista a objetividade, ir ao médico e, se possível, não ter medo de pedir ajuda. Em época de celebração do 20º aniversário da Associação de Jovens Diabéticos de Portugal, que conta com Paula Klose como a nova presidente, o delas.pt foi ouvir alguns conselhos úteis para ajudar pais e filhos a enfrentar esta realidade.
Para tal, contamos com a ajuda da nova responsável da associação, também ela confrontada com um diagnóstico da diabetes tipo 1 aos 13 anos. Hoje, é casada, mãe de dois filhos, nenhum deles diabético, e quer fazer da sua presidência uma ampla e longa sessão de esclarecimento sobre as diferenças entre os vários tipos da doença que atinge, estima-se, 13,1% da da população portuguesa, sendo que cerca de metade pode não estar ainda diagnosticada.
De acordo com os dados do relatório ‘Diabetes: Fatos e Números’ de 2014, a Diabetes tipo 1 afetava mais de 3360 pessoas até os 19 anos, evidenciando uma ligeira tendência de crescimento desde 2008. Em 2014 foram detetados cerca de 18 novos casos por cada 100 mil jovens com idades entre 0-14 anos. Seguem as orientações:
1. Alimentação: Tem de ser saudável, com todos os ingredientes que isso implica. Hão de haver dias em que será permitido cometer excessos [atenção às festas de aniversário], mas será preciso ajustar a insulina para os níveis necessários.
2. Desportos mais exigentes: A prática de modalidades que requerem mais energia exige açúcares mais lentos. Portanto, é preciso ter sempre à mão algumas barras de cereais, um suco sem gás ou um chocolate. Tudo depende do tipo de exercício.
3. Lanches: A criança não deve sair de casa sem a certeza de que leva consigo, além do lanche, uns pacotinhos de açúcar ou umas bolachas Maria. Tudo isto, junto com o glicosímetro e a insulina. Se esquecer um destes itens, então é preciso voltar a casa.
4. Crianças independentes na escola: Ter a certeza de que conseguem assegurar o tratamento. É importante estar atento a possíveis comportamentos de marginalização por parte de outras crianças, procurando o esclarecimento.
5. Crianças sem autonomia na escola: Os pais devem sempre disponibilizar a informação médica a um auxiliar de forma a garantir a vigilância durante o horário escolar. Para poder dar insulina é preciso estar formado, ou seja, perceber os números e as dosagens a aplicar.
6. Desporto com crianças sem autonomia: Normalmente os treinadores têm já conhecimento e formação nesta matéria. Ajuda a criança a fazer os testes e vê logo se está tudo bem ou se é preciso tomar alguma medida.
7. Desporto com crianças independentes: Os treinadores não têm tanta necessidade de controlar os praticantes, mas deve saber ler os sinais de alerta como por exemplo as hipoglicemias ou apresentar o corpo torcido ou braços caídos.
8. Adolescência: Nem todo o mal que vem ao mundo é da diabetes, por isso é importante perceber que, nesta fase da vida, há muitas alterações hormonais. É importante encontrar alternativas para ajudar a desmistificar a doença.
9. Álcool e primeiras experiências: Tudo depende da comunicação. Não vale a pena proibir, mas é muito importante explicar que substâncias como o álcool retiram capacidades para ler os alertas emitidos pelo corpo e isso pode constituir um risco. É importante informar para acautelar.
10. Remédios caseiros: Sujeitar as crianças a este tipo de tratamentos alternativos, não vão levar a lugar algum. A ordem é ir ao médico e começar a fazer o tratamento com insulina.
ESTUDO DE TERAPIA CELULAR PARA DIABETES TIPO 1 TEM PRIMEIRO PACIENTE INSCRITO
Uma pesquisa clínica que irá estudar a capacidade do corpo em combater a diabetes de tipo 1 e que utiliza a terapia celular como método, tem agora seu primeiro participante. “O Projeto Sanford: T-Rex Study” é um estudo colaborativo entre Sanford Saúde e Caladrius Biosciences, Inc., para adolescentes com diabetes recém diagnosticados do tipo 1.
Diabetes tipo 1, uma doença auto-imune caracterizada pela perda de células beta produtoras de insulina, é o foco do projeto Sanford, uma iniciativa de pesquisa fundamental da Sanford Research.
Os pesquisadores neste estudo estão estudando a eficácia da terapia celular com células T reguladoras expandidas, ou células Treg, para tratar a diabetes tipo 1. As células Treg regulam o sistema imunológico do corpo. No estudo, as próprias células Treg do participante serão extraídas de seu corpo, purificadas e após serem multiplicadas, voltarão para a sua circulação sanguínea. Os pesquisadores estão monitorando se as células beta produtoras de insulina podem ser preservadas através deste tipo de imunoterapia.
“A inscrição do primeiro paciente no Projeto Sanford: T-Rex Estudo demonstra o compromisso da Sanford em trazer a pesquisa de próxima geração de tratamentos de ponta para nossa região”, disse Kurt Griffin, Ph.D., MD, diretor de estudos clínicos para o projeto de Sanford. “Aproveitar os próprios mecanismos naturais do corpo é uma abordagem particularmente atraente”.
Os participantes no projeto Sanford: T-Rex Study deve ter de 12 a 17 anos de idade e terem sido diagnosticados com diabetes em aproximadamente nos últimos dois meses.
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