quarta-feira, 30 de abril de 2014

Os 10 Mandamentos

VACINA

Campanha de imunização contra a gripe do Ministério da Saúde vai até 9 de maio. Já tomou a sua vacina? Pessoas com diabetes são mais suscetíveis a complicações da gripe. Não deixe de procurar o seu médico e solicitar o encaminhamento.

Embriões clonados geram células-tronco para curar diabetes.

Agora são três: na esteira dos laboratórios do Oregon e da Califórnia que anunciaram ter criado embriões humanos clonando células de pessoas vivas, um laboratório de Nova York anunciou nesta segunda-feira ter feito isso e muito mais. Além de clonar as células de uma mulher com diabetes e produzir embriões e células-tronco que são suas cópias genéticas perfeitas, os cientistas fizeram as células-tronco se transformarem em células capazes de secretar insulina. Isso despertou esperanças de se realizar um sonho de longa data das pesquisas com células-tronco, a saber, criar células de reposição específicas para pacientes com diabetes, Mal de Parkinson, defeitos cardíacos e outras moléstias devastadoras. Mas também deixou implícito que o que a Igreja Católica e defensores do direito à vida vêm alertando há tempos pode ser iminente: a criação científica de embriões humanos a pedido. A trinca de sucessos "aumenta a probabilidade de que embriões humanos sejam produzidos para gerar terapia para um indivíduo específico", disse o professor associado de bioética Insoo Hyun, da Universidade Escola de Medicina Case Western Reserve, em Cleveland, nos Estados Unidos. E "a criação de mais embriões humanos para experimentos científicos é certa". O progresso acelerado na pesquisa com células-tronco embrionárias começou em maio passado. Os cientistas, liderados por Shoukhrat Mitalipov, da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon, relataram ter criado embriões humanos saudáveis nos primeiros estágios da vida - esferas ocas de cerca de 150 células - pela fusão de óvulos com células de um feto, em um experimento, e de uma criança em outro. No início deste mês, cientistas do Instituto de Células Tronco CHA, em Seul, na Coreia do Sul, anunciaram ter obtido o mesmo feito com células de pele de dois homens adultos. Em cada caso, os cientistas usaram uma versão da técnica que criou a ovelha Dolly em 1996, o primeiro clone de um mamífero adulto. Chamada de transferência somática de núcleo celular (Scnt, na sigla em inglês), a receita exige que se remova o DNA nuclear de um óvulo, fundindo-o com uma célula de uma pessoa viva e estimulando cada óvulo a começar a se dividir e multiplicar. O embrião resultante inclui células-tronco que podem se tornar qualquer tipo de célula humana. Embora isso soe bastante simples, enormes obstáculos técnicos impediram os cientistas de obter Scnt humano durante mais de uma década de tentativas. Agora que têm uma receita confiável, incluindo os nutrientes certos para manter os ovos e a cronometragem certa para começar sua divisão, eles têm "uma maneira reproduzível e confiável para criar células de reposição específicas para pacientes via clonagem", disse o doutor Robert Lanza, cientista-chefe da Tecnologia Avançada de Células e co-autor da monografia do Instituto CHA.  Tópicos: CIENCIA, EMBRIOES, CELULASTRONCO*

DIABETES MELITO: HIPOGLICEMIA GRAVE, ISQUEMIA E ATIVIDADE INFLAMATÓRIA

É bem conhecida, que o Diabetes Melito está associado ao risco aumentado de doenças cardiovasculares, particularmente a doença arterial coronariana. Pacientes com diabetes melito e com doença coronariana isquêmica tem maior morbidade e mortalidade quando comparado com indivíduos não diabéticos. Dados do estudo UKPDS demonstraram que o tratamento intensivo da glicemia reduziu o risco de doenças micro e macrovasculares. No entanto, o tratamento denominado intensivo pode aumentar o risco de episódios hipoglicêmicos graves. Fisiologicamente durante a hipoglicemia grave, normalmente ocorre à liberação de catecolaminas que promovem a vasoconstricção, a agregação plaquetária e consequentemente em coronariopatas, fenômenos isquêmicos. Além disso, a hipoglicemia associada à hipocalemia pode evoluir com alterações de repolarização cardíaca, prolongamento do intervalo QTc e finalmente, arritmias ventriculares graves. No momento, durante episódios hipoglicêmicos agudos alguns estudos demonstram em indivíduos com diabetes melito valores aumentados de PAI-1, VEGF, moléculas de adesão vascular, tais como, VCAM, ICAM e a E-selectina e também, a P-selectina que é um marcador de ativação plaquetária. Estudos com monitorização contínua de glicose e também por meio da eletrocardiografia dinâmica têm demonstrado que durante hipoglicemias graves podem ocorrer manifestações eletrocardiográficas compatíveis com isquemia, inclusive com queixas de dor precordial. Portanto, é importante ressaltar que durante o tratamento de indivíduos com diabetes melito tipos 1 e 2 com doença cardiovascular prévia, o tratamento intensivo objetivando glicemias próximas da normalidade pode ser instituído, mas com cautela para que não ocorram hipoglicemias graves. Mais recentemente, um grande estudo demonstrou que o tratamento intensivo do diabetes buscando valores muito baixos de A1c evoluiu com maior taxa de mortalidade, demandando a interrupção antecipada dessa forma de tratamento. Nesse estudo, os autores não conseguiram demonstrar claramente a associação de mortalidade com fenômenos hipoglicêmicos, mas ao mesmo tempo, em outro grande estudo em que se comparou o tratamento glicêmico intensivo com o padrão observou-se a associação de morte súbita com episódios hipoglicêmicos. Diante do exposto, pode-se concluir que a hipoglicemia aguda resulta em complexos e ainda mal compreendidos fenômenos vasculares incluindo a ativação de mecanismos protrombóticos, proinflamatórios e proaterogênicos. Portanto, para prática diária e para o melhor conhecimento da associação de hipoglicemias e seus mecanismos fisiopatológicos com a mortalidade cardiovascular há necessidade de mais estudos com desenhos apropriados.

TÉCNICA DE CLONAGEM CONTRA O DIABETES

A clonagem de células humanas revelou-se eficaz no combate à diabetes. Estudo publicado na “Nature” mostrou que as células replicadas e, posteriormente, induzidas a se transformarem em produtoras de insulina se mostraram normais. A técnica abre caminho para novos tratamentos contra a doença no futuro. Pele humana criada em laboratório pode substituir testes cosméticos realizados em animais Cientistas usaram células saudáveis extraídas da pele de uma diabética de 32 anos. O núcleo destas células (o material genético) foi retirado e colocado no núcleo (previamente removido) de um óvulo humano. A técnica de clonagem, a mesma usada para a criação da ovelha Dolly (o primeiro clone de um mamífero adulto, apresentado ao mundo em 1996) é conhecida como transferência nuclear de células somáticas (SCNT, na sigla em inglês), e ainda está proibida em alguns países, entre eles, o Brasil. Após a clonagem, as células são cultivadas em laboratório, expostas a determinados fatores, até atingirem o estágio embrionário de blastocistos. Após esse estágio, são diferenciadas em diferentes tipos de tecido, entre eles o pancreático. - Essas células produziam tanta insulina quanto as naturais do pâncreas - comemorou Dieter Egli, da Fundação de Células-tronco de Nova York, que coordenou o estudo junto de colegas das universidades de Colúmbia, nos EUA, e Hebraica de Jerusalém. Como o material genético é da própria paciente não haveria, em tese, risco de rejeição. As células, no entanto, ainda precisam passar por outros testes até poderem ser reinjetadas na paciente. Inicialmente, Egli e seus colegas planejam transferí-las para camundongos. Assim, eles terão uma ideia melhor do quão estáveis, seguras e eficientes elas são em animais. Depois disto, ainda serão necessários outros experimentos com animais antes que a técnica seja testada em humanos. - Ver os resultados de hoje me dá esperanças de podermos, um dia, alcançar a cura para esta doença debilitante - afirmou a diretora-executiva da fundação, Susan Solomon. Este não é o primeiro estudo a obter células-tronco por meio meio da clonagem, mas os pesquisadores afirmam terem feito “melhorias técnicas” no procedimento. No início do mês, outra equipe de cientistas usou uma abordagem similar para criar tecidos. Especialistas do Instituto de Células-Tronco de Seul, na Coreia do Sul, anunciaram terem clonado células a partir de exemplares da pele de homens adultos. Insoo Hyun, especialista em bioética da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve, em Cleveland, EUA, disse que a pesquisa fez soar o alerta. “Estruturas regulatórias precisam ser ativadas para supervisionar isto”, escreveu num comentário também publicado na Nature. Hyun alertou que um estudo como esse pode alimentar temores de um futuro em que bebês humanos serão clonados ou embriões insensivelmente criados e destruídos em pesquisas. Susan garantiu, entretanto, que o estudo tem “fins estritamente terapêuticos” e apoiou uma supervisão ética do processo. - Em nenhuma circunstância nós, ou qualquer outro grupo científico responsável, temos a intenção de usar esta técnica para a geração de seres humanos.

5 exames importantes para monitorar a diabetes

  Quem precisa realizar um exame para  diabete s conta com uma série de testes que ajudam a monitorar os níveis de glicemia no sangue. Atrav...