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quarta-feira, 12 de maio de 2021
O calendário de vacinação exclusivo para quem tem diabetes
Pessoas com diabetes devem valorizar especialmente a vacinação
Pesquisa mostra desconhecimento da população com diabetes sobre seu calendário de imunização. Saiba quais as vacinas essenciais e os riscos de não tomá-las
Apesar de cerca de 13 milhões de pessoas conviverem com o diabetes no Brasil, a maior parte não sabe que há um calendário de vacinação específico para elas. Foi o que constatou uma pesquisa realizada ONG ADJ Diabetes Brasil com 2 027 participantes, incluindo pais e mães de pacientes crianças e cuidadores. Apenas 14,26% tinham conhecimento dessa informação.
O levantamento foi realizado pela internet entre 6 de novembro e 11 de dezembro de 2020, em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
O estudo também mostrou uma diferença entre portadores dos tipos 1 e 2 da doença. Veja: 47% dos respondentes com diabetes tipo 2 relataram que não lembravam se o seu médico já tinha comentado sobre a a importância da vacinação durante as consultas. Além disso, 9% afirmaram que, de fato, o especialista nunca havia tocado no assunto.
A situação com o tipo 1 é mais positiva: 38% dos entrevistados disseram que o profissional já havia feito essa orientação.
“Essa diferença pode ser explicada pelo fato de que a maior parte dos pacientes com diabetes do tipo 1 são crianças e adolescentes, que são acompanhados por pediatras ou endopediatras”, aponta a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, da SBD. E, normalmente, se dá mais atenção ao tema da vacinação com o público infantil.
Tem outro dado que confirma esse raciocínio. Quando olhamos apenas para as respostas de pais e mães com filhos portadores dessa versão de diabetes, 73,8% contaram que o médico das crianças já recomendou imunizantes durante a consulta.
O dilema entre os adultos
Segundo Hermelinda, existem dois principais motivos por trás desses resultados. Primeiramente, há a negligência de profissionais da saúde que lidam com pacientes adultos. “Quando nos unimos à Sbim há alguns anos para criar um guia de imunização dos portadores de diabetes, um dos objetivos era conscientizar os médicos a respeito da vacinação, principalmente cardiologistas, endocrinologistas e clínico geral”, conta a especialista.
Leia mais em: https://saude.abril.com.br/medicina/o-calendario-de-vacinacao-exclusivo-para-quem-tem-diabetes/
Hipertensão, obesidade e diabetes trazem maior risco de morte por covid-19
Enfermeira durante pandemia de coronavírus em Nova York, onde as complicaões nos rins foram relatadas (Noam Galai/Getty Images)
O novo estudo, feito nos Estados Unidos, analisou dados de mais de 5.000 pacientes infectados pelo novo coronavírus
Um novo estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Médica Feinstein, nos Estados Unidos, indica que os pacientes que têm condições pré-existentes, como hipertensão, obesidade e diabetes são as que apresentam quadros mais severos de covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.
Os dados eletrônicos analisados eram de 5.700 pacientes que foram internados em hospitais nos Estados Unidos com o diagnóstico de covid-19 entre os dias 1º de março e 4 de abril.
Aproximadamente uma em cada cinco pessoas com comorbidades morreu. Entre as que tiveram alta, o tempo de internação foi de quatro dias.
A maioria dos pacientes estudados era homem, com idade média de 63 anos, e tinha respiração acelerada ou precisava de oxigênio suplementar. Além disso, mais da metade das pessoas tinha quadro de hipertensão. A segunda comorbidade mais comum foi a obesidade, observada em 41% dos pacientes. A diabetes apareceu em terceiro lugar, sendo observada em 34% das pessoas consideradas no estudo.
As pessoas que tinha diabetes eram as que tinham maior probabilidade de precisar de respiradores. Elas também tinham maior risco para a necessidade de tratamento intensivo, em uma UTI, e podiam desenvolver uma doença renal.
Apesar de ter sido feito com uma amostra consideravelmente grande de pacientes, o estudo não é conclusivo e possui limitações que requerem mais investigação científica. Como a pesquisa foi feita com base em dados eletrônicos, os pesquisadores não puderam coletar detalhes sobre a evolução dos quadros clínicos dos pacientes, se limitando a analisar quem se recuperou e quem morreu.
A comunidade científica global ainda não sabe ao certo porque os homens idosos morrem mais de covid-19 do que as mulheres.
CORONAVÍRUS
Cientistas investigam proteína que pode proteger contra câncer e diabetes
Estudo em ratos obesos indica que a proteína INPP4B pode ser um caminho para o tratamento em humanos
Pesquisadores da Universidade Internacional da Flórida estavam investigando uma proteína com a expectativa que ela era um supressor de tumores, mas acabaram descobrindo que ela possivelmente pode ajudar contra doenças como diabetes, câncer de próstata e fígado gorduroso.
O que eles descobriram foi que a proteína Inositol Polifosfato-4-Fosfatase Tipo II B, ou INPP4B, protegeu camundongos obesos de diabetes tipo 2, neoplasia de próstata e doença hepática gordurosa. Como a obesidade é um fator de risco para tais doenças, a ação da proteína pode indicar algo útil no tratamento para humanos.
No laboratório, Zhang percebeu que camundongos mutantes que não tinham a proteína INPP4B eram mais gordos, mesmo com uma dieta regular. Um dos pesquisadores questionou o que aconteceria caso eles seguissem uma dieta rica em gorduras, e Zhang disse que eles ganhariam bem mais peso e desenvolveriam as doenças citadas acima.
"Podemos controlar nossa dieta, podemos sair e nos exercitar, mas existem certos fatores que não podemos controlar, como etnia, nossa idade e nossos genes", disse Manqi Zhang, pesquisador de pós-doutorado em câncer da Duke University que liderou o estudo. "Portanto, acho importante estudar isso para que possamos encontrar maneiras de controlar essas doenças no futuro."
De acordo com o estudo, o consumo excessivo e dietas não saudáveis contribuiu para 11 milhões de mortes em todo o mundo em 2017. Mortes associadas à dieta por câncer e diabetes ficaram em segundo e terceiro lugar, atrás de doenças cardiovasculares
A pesquisa sobre a INPP4B está sendo desenvolvida pelo grupo desde 2017 mas, de início, seu foco era no câncer de próstata. Agora, com os resultados publicados na revista Nature Communications Biology, os pesquisadores irão continuar seus esforços para descobrir se um tratamento com a proteína pode ser útil para humanos e também para o câncer de mama.
Fonte: Exame
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