quarta-feira, 8 de agosto de 2018

ALTERNAR O RITMO DA CAMINHADA PODE SER MELHOR PARA CONTROLAR A DIABETES



Os períodos de curtas e poderosas caminhadas misturado com um passeio em um ritmo mais lento pode ser uma forma mais eficaz com que as pessoas com diabetes controlem seus níveis de açúcar no sangue, em vez de andar a uma velocidade constante, de acordo com um pequeno estudo.

Exercício ajuda às pessoas com diabetes tipo 2 a controlar seus níveis de açúcar no sangue. Embora o exercício de alta intensidade ofereça a perspectiva de um melhor controle, os médicos muitas vezes alertam contra essa abordagem, devido ao risco de lesão e a probabilidade de alguém não conseguir manter o ritmo.

Pesquisadores da Universidade de Copenhague anteriormente destacaram o valor do treinamento de caminhada com intervalos, onde se alternava a intensidade do treinamento. Seu mais recente estudo analisa como esta técnica ajuda aos pacientes.

PROGRAMA DE TREINAMENTO
Pessoas com diabetes tipo 2 foram colocadas aleatoriamente em três grupos. Doze foram colocadas em um programa de treinamento de caminhada com ritmo alternado (VNI), outros 12 foram atribuídos a um grupo utilizando uma abordagem de caminhada constante (CWT), e o restante formava um grupo de referência.

O treinamento consistiu de cinco sessões de 1 hora cada semana, durante 4 meses. Os pesquisadores deram aos grupos instruções precisas sobre o seu regime de exercício, embora o treinamento tenha sido sem supervisão.

Um dispositivo foi utilizado para medir os níveis de açúcar no sangue e a produção de insulina em cada um dos voluntários, no início e no final do período de estudo.

OS RESULTADOS
Os pesquisadores descobriram um melhor controle de açúcar no sangue apenas entre aqueles do primeiro grupo que faziam caminhada com ritmo intenso misturado com caminhada mais lenta. Isso provavelmente foi causado por um aumento na sensibilidade à insulina (ou, em geral, a forma como o corpo usa a insulina), eles concluíram.

“Se esses efeitos benéficos deste primeiro grupo proporcionarem melhores resultados de saúde à longo prazo, deve ser determinado este sistema para as pessoas com diabetes tipo 2”, dizem os pesquisadores.

A pesquisa foi publicada em Diabetologia, a revista da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes.

MAIS PESQUISAS SÃO NECESSÁRIAS
Comentando os resultados em um comunicado, o Dr. Richard Elliott, gerente de comunicações de pesquisa da Diabetes UK, disse: “Este pequeno estudo baseia-se em evidências anteriores que sugerem que a atividade física envolvendo períodos alternados de alta e baixa intensidade de exercício, pode ajudar às pessoas com diabetes tipo 2 a controlarem seus níveis de açúcar no sangue. Constatou-se que o treinamento com ritmo alternado parecia estar ligado a melhorias da sensibilidade à insulina em todo o corpo”.

“Mais pesquisas são necessárias para saber se esta forma de exercício proporciona maiores benefícios de saúde à longo prazo para as pessoas com diabetes tipo 2 do que as outras formas de atividade física e, claro, se poderia ser mais adequado para todos com a condição”.

“Nós sabemos que a melhor maneira de gerenciar o diabetes tipo 2 é seguir os medicamentos prescritos pelo seu médico e manter um peso saudável, fazer exercícios regularmente e se alimentar de uma dieta saudável e equilibrada, pobre em sal, gordura e açúcar, e de maior quantidade de frutas e legumes”.



http://www.webmd.com/

ANTIGA VACINA PODE REVERTER CASOS AVANÇADOS DE DIABETES TIPO 1, MOSTRA ESTUDO NOS EUA


Pesquisa concluída no Massachusetts General Hospital, em Boston nos EUA

Um avanço foi anunciado no fim do mês de junho nos EUA para pessoas que vivem com diabetes tipo 1.

Uma nova pesquisa do Massachusetts General Hospital descobriu que uma vacina comum pode reverter casos avançados da doença.

A Dra. Denise Faustman liderou o estudo de oito anos testando se uma vacina contra tuberculose poderia reduzir os níveis de açúcar no sangue permanentemente.

“Este estudo é único no tratamento de pessoas que têm a doença de longa data – 10, 15, 20 anos”, disse ela.

Os pesquisadores descobriram que três anos depois de receber duas doses da droga, os níveis de açúcar no sangue caíram para a faixa quase normal e ficaram por lá.

“Se eles forem vacinados duas vezes, haverá um atraso. Mas depois de cerca de 3,5 anos, o açúcar no sangue deles descerá, não para uma faixa totalmente normal, mas próximo do normal”, disse Faustman.

Estar com o nível sanguíneo de glicose nessa faixa normal reduz drasticamente o risco de complicações, coisas como doença cardíaca, cegueira, doença renal.

Faustman e sua equipe acreditam que suas pesquisas mostram que a vacina BCG ajuda o corpo a produzir um hormônio chamado TNF. É um hormônio que as pessoas com diabetes tipo I precisam.

O próximo passo é replicar essas descobertas com outro teste que está em andamento.

Faustman também disse que os pesquisadores acreditam que a droga poderia ter um papel no tratamento do diabetes tipo 2, embora esses estudos ainda não tenham sido estabelecidos.



https://www.wcvb.com/

terça-feira, 7 de agosto de 2018

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