quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Conheça os 5 melhores exercícios para pessoas com diabetes

Conheça os 5 melhores exercícios para pessoas com diabetes: Se você tem diabetes, o exercício oferece benefícios surpreendentes, como reduzir os níveis de estresse e abaixar o nível de açúcar no sangue. Quanto exercício é ideal para você? Para as pessoas com diabetes, Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) recomenda 150 minutos de exercícios aeróbicos por semana. O exercício é tão importante para as pessoas com diabetes…

sábado, 16 de setembro de 2017

Teste com nova droga oral se mostra promissor para tratamento da diabetes tipo 1

Teste com nova droga oral se mostra promissor para tratamento da diabetes tipo 1: Nenhuma medicação oral já foi aprovada para o tratamento da diabetes tipo 1, mas um estudo de fase 3 mostra que a sotagliflozina tem potencial para se tornar a primeira. Sotagliflozin (LX4211, Lexicon Pharmaceuticals) é um fármaco de pesquisa para pacientes com diabetes tipo 1 que se mostrou promissor ao melhorar o controle da glicose…

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Após cirurgia e reversão de sua diabetes tipo 2, Romário pretende levar procedimento ao SUS

Após cirurgia e reversão de sua diabetes tipo 2, Romário pretende levar procedimento ao SUS: Há nove meses, Romário se submeteu a uma cirurgia que promete a cura definitiva para o diabetes. Após o procedimento, não conseguia comer e perdeu mais de 20 kg. Uma foto do senador sem camisa na praia, com aspecto esquelético, viralizou nas redes sociais. Hoje, ele se diz livre da doença e encampa um projeto de lei para…

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

11 dicas para aplicar suas injeções de insulina como um mestre

11 dicas para aplicar suas injeções de insulina como um mestre: Nós entendemos: demora algum tempo em aceitar que você precisa usar insulina para sua diabetes. Se você está recentemente diagnosticado com diabetes tipo 1, o pensamento de injeções regulares de insulina pode ser assustador. Se você tem diabetes tipo 2 e agora deve usar insulina, você pode estar pensando que  fez algo errado para precisar usá-la, e você também pode…

No Japão governo decide pagar FreeStyle Libre para todas as pessoas com diabetes

No Japão governo decide pagar FreeStyle Libre para todas as pessoas com diabetes: A farmacêutica Abbott anunciou que o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão concedeu financiamento para a obtenção para sistema de monitoramento contínuo de glicose FreeStyle Libre em 01 de setembro de 2017. Assim, este sistema estará totalmente disponível para mais de 1 milhão de japoneses à partir dos seis anos de idade ou mais com diabetes que recebem tratamento com insulina.…

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pesquisa de diabete avança e já livra paciente de insulina por mais de 10 anos

Cientistas do mundo todo estão trabalhando em diversas frentes para “aposentar” a insulina e as medições de glicemia com picadas, o que daria mais bem-estar a 18 milhões de pessoas só no Brasil que sofrem com diabete – que cresceu 62% só na última década. Um trabalho pioneiro do País, que entra em nova fase, já deixa pacientes sem a medicação há mais de dez anos. Cerca de 90% dos casos são de diabete do tipo 2, que ocorre por resistência à ação da insulina e tem a obesidade entre as principais causas. Os casos restantes são de diabete tipo 1, uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina. Agora novas pesquisas envolvem terapia com células-tronco, implante de células pancreáticas artificiais, bombas eletrônicas de insulina, aplicação por via oral ou nasal e monitoramento da glicemia por escaneamento. Hoje é o Dia Nacional do Diabete. E uma das iniciativas de maior impacto no tratamento de diabete tipo 1 vem sendo desenvolvida por cientistas brasileiros desde 2003 na Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP). O método foi idealizado por Júlio Voltarelli e, após sua morte, em 2012, passou a ser defendido pelo endocrinologista Carlos Eduardo Couri. “Conseguimos algo que ninguém imaginava ser possível: suspender a insulina de pessoas com diabete tipo 1”, diz ele. Segundo Couri, o tratamento começa com a coleta de células-tronco da medula óssea do paciente. Em seguida, uma agressiva quimioterapia é usada para destruir o sistema imunológico. As células-tronco são então reintroduzidas no paciente, “reiniciando” o sistema imunológico, que para então de atacar o pâncreas, eliminando a necessidade de injeções de insulina. “Na primeira fase do estudo, entre 2003 e 2011, tratamos 25 pacientes e 21 pararam de usar insulina, um resultado inédito no mundo. A longo prazo, porém, apenas dois permanecem sem precisar das injeções”, explica. Esse resultado, no entanto, não significa que as pesquisas deram errado e vão agora entrar em nova fase. “A maior parte ficou dez anos sem insulina. E os que voltaram a usar precisam de apenas uma injeção diária, em vez das três ou quatro”, afirma o endocrinologista. “Estamos selecionando voluntários e iniciamos um novo protocolo, que usará uma quimioterapia ainda mais agressiva.” Morador de Ribeirão Preto, Humberto Flauzino, de 27 anos, é um dos participantes do estudo que permanece livre das injeções de insulina. Ele foi diagnosticado aos 17. “Eu não sabia bem o que era diabete. Mas não conseguia me imaginar tomando insulina pelo restante da vida.” Desde 2007 está com a glicemia controlada, sem precisar de injeções de insulina. O estudante de Medicina Renato Silveira, hoje com 29 anos, foi diagnosticado em dezembro de 2004. Depois de fazer o tratamento, passou 11 anos sem insulina. Voltou a tomar as injeções em 2016. Morador de São Paulo, conta que ficou sabendo sobre o tratamento com células-tronco depois de ler uma reportagem no jornal O Estado de S. Paulo. “Foram 11 anos de controle muito bom, e isso provavelmente vai retardar algum problema futuro. Valeu a pena. Não me arrependi.” Pelo mundo Outra opção promissora é o desenvolvimento de um “pâncreas artificial”. Uma das técnicas desse tipo, batizada de VC-01, está sendo desenvolvida pelo laboratório ViaCyte, em San Diego, nos Estados Unidos, desde 2014, também usando células-tronco. Os cientistas criaram células artificiais semelhantes às ilhotas que produzem insulina no pâncreas e as inserem em um dispositivo implantado sob a pele do paciente. O encapsulamento do dispositivo subcutâneo protege as células artificiais dos ataques do sistema imunológico. Ainda nos EUA, o Diabetes Research Institute desenvolve técnica semelhante, chamada Bio-Hub, e acaba de informar que uma das participantes já está livre de insulina há um ano. Outra linha de pesquisa é a chamada bomba de insulina. Lançada no mercado americano há duas semanas, ela deverá chegar ao Brasil em 2018. O produto foi desenvolvido pela empresa irlandesa Medtronic. Trata-se de um dispositivo eletrônico de bolso que contém um pequeno reservatório de insulina ligado ao abdome do paciente por um cateter, com programação manual. Ainda em fase de pesquisas, outro dispositivo vai um pouco mais longe: por dispensar qualquer programação manual, é o que os cientistas chamam de pâncreas biônico. Esse equipamento, batizado de iLet, tem um sensor que monitora os níveis de glicose no sangue e seus ensaios clínicos foram aprovados no ano passado. Inalável ou oral E há pesquisas que buscam mudar a via de aplicação de insulina, para evitar as injeções. A Sanofi, por exemplo, desenvolveu um equipamento para inalação, que foi liberado no mercado americano em 2016. Uma empresa brasileira fechou um acordo de exclusividade para venda no País e aguarda aval da Vigilância Sanitária. Já existem também empresas com testes adiantados para criar uma “pílula de insulina”: a Novo Nordisk, da Dinamarca, e a Oramed, de Israel

segunda-feira, 20 de março de 2017

A Vacina Contra o Diabetes foi Anunciada Oficialmente e o Mundo Inteiro está Comemorando a Notícia!

Pesquisadores esperam que uma vacina de quase um século de idade para prevenir a tuberculose também possa reverter o diabetes tipo 1. A FDA aprovou um teste de fase intermediária para testar a vacina, chamada bacilo Calmette-Guerin (BCG), em 150 adultos com casos avançados da doença. A aprovação foi anunciada domingo na 75 ª Sessões Científicas da Associação Americana de Diabetes pela Dr. Denise Faustman, diretora do Laboratório de Imunobiologia do Hospital Geral de Massachusetts em Boston e investigadora principal do estudo. Faustman disse à Reuters Health que a vacina BCG aumenta temporariamente os níveis de uma substância chamada fator de necrose tumoral ou TNF - e os níveis mais altos de TNF podem eliminar do sangue as células T que são prejudiciais em indivíduos com diabetes tipo 1. Em um pequeno estudo preliminar, a equipe de Faustman descobriu que duas injeções de BCG administradas com quatro semanas de intervalo eliminaram temporariamente as células T causadoras de diabetes. Os pacientes também mostraram evidência de pequeno retorno temporário da secreção de insulina. Este verão, ela e seus colegas começarão a inscrever pacientes de 18 a 60 anos de idade em um estudo maior de cinco anos. Os participantes terão níveis baixos mas detectáveis de secreção de insulina pelo pâncreas. Eles vão receber duas injeções, quatro semanas de intervalo, de BCG ou placebo e, em seguida, injeções anuais para os próximos quatro anos. No entanto, os especialistas ainda precisam realizar testes em grupos maiores para avaliar a eficácia e a segurança da vacina. Além disso, será preciso medir o efeito deste tratamento a longo prazo. Vamos esperar! Artigo com a pesquisa: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3414482/

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Pesquisa da Unesp quer probiótico para controlar insulina de diabéticos

Objetivo é eliminar a necessidade de realizar as injeções subcutâneas. Estudantes fazem testes em Araraquara e buscam verba para competição Proteínas utilizadas nos testes de colorimetria e fixação (Foto: Grupo SynBio Unesp AQA) Desenvolver um probiótico voltado ao controle de insulina para portadores de diabetes é o foco de uma pesquisa desenvolvida por estudantes de engenharia de bioprocessos e biotecnologia da Faculdade Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Araraquara (SP). O produto ainda não foi testado em humanos e não há prazo para que chegue ao mercado. Os pesquisadores ainda buscam verba para participar de uma competição que poderá fornecer materiais para desenvolvimento do projeto. Segundo o estudante Paulo José Corrêa Freire, o método pesquisado pela equipe é inovador. O projeto, denominado Insubiota, consiste em desenvolver um probiótico com microrganismos geneticamente modificados capazes de se instalarem na flora intestinal do portador de diabetes e produzir insulina de acordo com a necessidade do paciente e o nível de glicose no sangue, eliminando assim a necessidade de realizar as injeções subcutâneas de insulina, tratamento convencional para a diabetes Na última sexta-feira (20), o grupo de 11 alunos realizou um pré-teste para um equipamento da universidade que simula o intestino humano. O objetivo era entender como se daria a fixação das bactérias em humanos. De acordo com Freire, esse é o único aparelho da América Latina que consegue fazer isso. “A nossa ideia é criar um probiótico com bactérias produtoras de insuliuna. Ingeridas, elas iriam crescer na flora intestinal e produzir o hormônio, que será absorvido pelo portador de diabetes. É tudo um controle biológico molecular, controle de crescimento e de produção”, explicou o estudante. Competição Para dar continuidade à pesquisa, os estudantes criaram uma vaquinha virtual para participar do iGEM, competição internacional de organismos geneticamente modificados, realizada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O objetivo é arrecadar R$ 18 mil nos próximos 40 dias. Após a inscrição, que se encerra no fim de março, o grupo desenvolve o projeto e o apresenta no evento final, que vai ocorrer em Boston, nos Estados Unidos, de 9 a 13 de novembro de 2017. O intuito da competição é incentivar estudantes e universidades de todo o mundo a desenvolver novos componentes biológicos inovadores produzidos através de microrganismos geneticamente modificados para este fim. “Precisamos do dinheiro para fazer a inscrição. Assim que confirmarmos a participação, o próprio MIT envia uma quantidade bem grande de materiais para desenvolvimento do projeto, material genético que precisamos para transformar os nossos microrganismos em produtores de insulina. Para continuar a pesquisa, precisamos do auxílio desses materiais”, explicou o estudante. Estudantes de engenharia de bioprocessos e biotecnologia Unesp

sábado, 14 de janeiro de 2017

UnB cria pulseira para diabetes que mede açúcar e manda alertas via celular

Tecnologia cruza dados como temperatura e umidade da pele. Equipamento manda mensagem para rede de contatos em caso de anomalia. Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma pulseira que permite ajudar quem sofre de diabetes. Cruzando dados como umidade e temperatura da pele do paciente, ela consegue detectar níveis de açúcar no sangue e, em caso de anomalia, envia um alerta para usuários cadastrados, como o pai ou acompanhante. A ideia é ajudar crianças, idosos e pessoas que nem sempre conseguem pedir ajuda. O sistema foi criado no Laboratório de Tecnologia e Inovação da universidade. Ele demorou cinco anos para ficar pronto. No começo, eram usados processadores grandes e pesados. O trabalho foi evoluindo até colocar todas as informações necessárias em um conjunto de chips para que a pulseira fique confortável no braço do paciente. Com 24 anos de convivência com o diabetes, o aposentado Hélio Valente é um dos voluntários que aceitaram participar do projeto. “A maioria dos episódios, hoje, eu consigo perceber. Mas, uma ocasião eu não percebi. Eu estava dirigindo e desmaiei. Por sorte eu estava acompanhado da minha esposa e a gente conseguiu socorro rapidamente”, disse. Voluntário experimenta pulseira que permite monitorar níveis de diabetes Em fase final de teste, o projeto recebeu apoio de uma grande indústria de tecnologia. Ele já recebeu 300 pedidos de encomendas na internet. A ideia inicial partiu de uma aluna de engenharia elétrica da UnB no Gama. Ela se formou, mas a universidade patenteou a tecnologia e continuou levando a proposta à frente. Segundo a professora Suélia Fleury, em um ano o equipamento deve estar disponível no mercado. “Todo o material, todo o equipamento, toda inovação gerada para a saúde requer vários cuidados que fazem parte do protocolo. Esse protocolo está sendo seguido. A gente já está na etapa final”, afirmou. Paciente faz teste de glicemia no dedo para medir níveis de açúcar Diabetes O Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, é o quarto país do mundo com maior prevalência da doença. A doença mata uma pessoa a cada 13 segundos no mundo. Estima-se que haja cerca de 14 milhões de diabéticos no país, ou 12% da população adulta. O DF conta com cerca de 150 mil pessoas com diagnóstico de diabetes. A do tipo 1 corresponde a mais ou menos 10% dos casos e atinge principalmente crianças e adolescentes. Neste tipo, sintomas como sede, excesso de urina e cansaço são comuns. Já os outros 90% dos casos são de diabetes tipo 2. Atinge, normalmente, pessoas com mais de 40 anos e está relacionada à obesidade e sedentarismo. Mas, diferentemente do que ocorre no tipo 1, as pessoas que sofrem de diabetes tipo 2 não costumam apresentar sintomas. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o oftalmologista Emerson Castro do programa Bem Estar. Em relação à visão, o risco aumenta porque a diabetes provoca alterações nos vasos do corpo e, no caso dos vasos dos olhos, que são bem pequenos, pode causar também pequenos furos que dificultam a irrigação de certas áreas, o que leva à retinopatia diabética, uma das principais causas de cegueira.

5 exames importantes para monitorar a diabetes

  Quem precisa realizar um exame para  diabete s conta com uma série de testes que ajudam a monitorar os níveis de glicemia no sangue. Atrav...